domingo, 8 de março de 2015

Um pitaqueiro na política interna venezuelana

Se o chefe do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, se sente a vontade para opinar e dar pitaco na política interna da Venezuela, imaginem o tumulto que ele pode causar no Brasil, engolindo corda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mandando um recado de convocação do “exército” em ato na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, capital fluminense, na semana passada. E sem ser representante legal do Estado brasileiro, demonstrando que é um menino de recado do Partido dos Trabalhadores e do Governo Federal.
A fala de Stédile causou polêmica na Venezuela ao participar no sábado, ao lado do presidente, Nicolás Maduro, de um programa em cadeia nacional de rádio e TV. Ao comentar a crise econômica que o país vizinho atravessa, ele mandou um recado para os opositores ao governo: “Vão para Miami” (a capital da Flórida, um dos 50 estados dos Estados Unidos da América).
- Maduro, eu não sei por que a direita na Venezuela não faz como a cubana: que vão de uma vez para Miami e nos deixem em paz, para nós, em nosso continente, sigamos trabalhando, estudando e construindo uma pátria livre e socialista - disse Stédile, gerando comentários até mesmo do presidente Maduro.
- Bom, como puderam ver, João Pedro Stédile tem uma voz e uma língua picante - brincou o presidente.
O comentário de Stédile se seguiu a uma fala de Maduro sobre os opositores de seu governo, tratados por ele como "lacaios internos" dos Estados Unidos. O líder do MST chamou a oposição venezuelana de "direita desavergonhada, uma direita de m*, que algum dia o povo colocará em seu lugar". (com dados do Yahoo)


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