terça-feira, 28 de abril de 2015

A presidenta Dilma Alana Roussef (do PT!) é a primeira ocupante do Poder Executivo, desde o terceiro governo militar, a não usar rádio e tv no Dia do Trabalho!

Leio na internet que a presidente Dilma Vana Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), decidiu, pela primeira vez, não se pronunciar em cadeia de rádio e televisão nesta sexta-feira (1°), “Dia do Trabalho.”. Somente pelas redes sociais.
A decisão inédita, afirmo mais, não atinge somente o mandato dela. Pelo menos desde o governo do general Ernesto Geisel é a primeira vez que um ocupante do Poder Executivo nacional não usa as tradicionais mídias e sonoras e de imagens.
Na reunião de coordenação política na segunda-feira (27) foi decidido que será realizada apenas uma “ação nas redes sociais”. De minha parte os trabalhadores não vão ter que escutar um lenga-lenga pelo rádio e ver um rosto cansado e enfadonho pelos canais de TV.
De qualquer forma ela deixa de atingir um público em sua totalidade, pois operários em geral tem famílias, parentes e aderentes que querem saber o que anda sendo feito em favor dos chefes de famílias.
Acredito que a presidente fugiu da responsabilidade de falar para a nação no feriado e prestar contas das ações do governo para toda a gente pelos rincões deste país continental, de norte a sul, de leste a oeste, nas cinco regiões (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul).
Ela teve receio, medo, isso sim, de realizar um pronunciamento abrangendo um maior número possível de mídias ou plataformas de comunicação, informação e transmissão de dados. Além dos comentários que viriam a seguir pelos jornalistas e comentaristas políticos.
Sem medo de errar afirmo que todo o resto são desculpas bizarras e bisonhas, conforme o que afirma o porta-voz amestrado do Palácio do Planalto. Vejamos a seguir:
Segundo o ministro Edinho Silva (Comunicação Social), a decisão não foi tomada por medo de protestos como o “panelaço”. Foi uma decisão de valorizar outros modais de comunicação.
“Ela valoriza as rádios, ela valoriza a comunicação impressa, a televisão. Ela resolveu, desta vez, valorizar as redes sociais. A presidente não teme nenhuma forma de manifestação oriunda da democracia.
E: “Foi decisão coletiva e unânime da coordenação que deveria dialogar pelas redes sociais", afirmou Edinho.
No fim de semana, a presidente chegou a pedir a ministros que sugerissem medidas para serem anunciadas na sexta-feira.
Entre elas, determinou que líderes da base aliada vissem o andamento da medida provisória do reajuste do salário mínimo, que o Planalto apresentou no mês passado.

A medida prevê reajuste real do mínimo, mas ainda não tem data marcada para ser votada. Na semana passada, foi instalada a comissão especial para analisá-la.

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