segunda-feira, 8 de junho de 2015

Começam os arranjos políticos, em Cerro-Corá (RN), com vista a eleição municipal do próximo ano

O rolo compressor

João Marcelo Pereira, empresário

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) mudou, oficialmente, de mãos, no domingo (8), com a convenção municipal, realizada na Câmara de Vereadores, onde, se concretizou a manobra política das duas principais lideranças do município: o prefeito Raimundo Marcelino Borges (‘Novinho’), do Democratas (DEM), e vice, João Batista de Melo Filho, do PMDB, que tomaram a sigla tucana da tutela do ex-vereador Ronaldo Vilar Araújo, elegendo como novo presidente o empresário Rodolfo Guedes.

Ronaldo Vilar vinha presidindo o PSDB desde 2003, defendendo sempre, com unhas e dentes, os ideais de sua sigla partidária, e nas últimas eleições sempre foi fiel escudeiro do deputado federal Rogério Simonetti Marinho.

O deputado Rogério Marinho mostrou-se ser um político fraco e cuspiu no prato que comeu há anos, não olhou para o retrovisor, e entregou, de mão beijada, seu partido ao sistema situacionista de Cerro Corá (Região do Seridó).

Mas, será de bom alvitre, para quem pretende começar uma carreira política no município, largar com puro radicalismo, tomando para si, expelido, expulsando, destituindo e colocando para fora de um partido outro dirigente partidário?
Usa-se a velha “FORÇA POLÍTICA” para tomar o partido de quem o comandava há anos.
É com essas e outras atitudes, como um rolo compressor, que o sistema atual vem se mantendo no poder há quase duas décadas, enquanto a oposição, sempre frágil e ineficiente, fica olhando de camarote, sem ações para tentar reverte o jogo político e encontrar um candidato com reais condições de concorrer de igual para igual no pleito eleitoral de 2016.

*Texto original de rede social. Publicado com autorização do autor


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