quinta-feira, 23 de julho de 2015

Dilma parece jogador de futebol em fim de carreira

José Vanilson Julião
Jornalista

A situação da presidente Dilma Roussef (PT) está me parecendo jogador de futebol em fim de carreira, na busca frenética pelo milésimo gol, e igualar o número alcançado por Pelé, em 1969, no jogo do Santos contra o Vasco, no Maracanã, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Os profissionais da bola consomem a paciência do torcedor, enquanto os barnabés provisórios de alto coturno da ocupante da cadeira no Poder Executivo fazem o mesmo quanto à população em geral. E tudo com o beneplácito das redes nacionais de televisão, tão criticadas pelos fanáticos filiados e simpatizantes do Partido dos Trabalhadores.

Com índice de popularidade superior a um pouco mais de 7%, o staff da presidente acredita que ela terá condição de começar a superar este percentual aparecendo mais na rede mundial de computadores e nos programas televisivos, com aconteceu no do humorista João Soares, da Rede Globo, a mais criticada pelo ‘petismo’, a exemplo da revista semanal “Veja” (Editora Abril).

Acho até mesmo ridículo uma apresentadora se vangloriar que gravou uma entrevista com Dilma, como se isso fosse um fato inédito no jornalismo nacional, sendo a moradora temporária do Palácio do Planalto uma personalidade política sabatinada por todo mundo. É o caso de Mariana Godoy, da Rede TV!. Ela está atrasadinha da silva. Garanto que não arrancou nada de futuro da entrevistada.


A entrevista vai ao ar na próxima semana, numa emissora com audiência diminuta, que não só tem traço no Ibope devido o lugar ser ocupado pela emissora estatal da rede pública de televisão. Uma coisa também é certa. Com entrevista editada, sem ser ao vivo e não sendo coletiva, o telespectador terá a sorte de não escutar nenhuma besteira, enunciado maluco ou uma gafe simplória.

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