quarta-feira, 25 de abril de 2018

O jornalismo fanático, panfletário e furibundo


Tenho acompanhado pela rede diversos blogs esquerdistas e todos eles são eivados de informações distorcidas.
Entretanto um deles tem me chamado a atenção pelo fato de ter se tornado um dos fiscais oficiosos dos jornalistas que criticam a esquerda e, essencialmente, o petismo e o ex-presidente condenado em duas instancias.
Além disso, tornou-se especialista na manipulação dos fatos e useiro da desinformação, quando procurar unir acontecimentos recentes a instituições e realizações bem anteriores a atualidade.
É o caso da “Conversa Fiada”, que faz jus ao titulo. O monologo do responsável é realmente uma conversa sem futuro.
Paulo Henrique Amorim tornou-se um empedernido torcedor lulista, compreensível, pois se ressente da ausência do pagamento extra como controlador de um dos blogs ou sites “sujos”.
Numa das postagens ele tenta ligar, extemporaneamente, a chegada ao Brasil, lá no começo do século XX (1912), da multinacional norte-americana do combustível, a Standard Oil Company (Esso), ao caso do duplo assassinato que envolveu uma vereadora carioca e o motorista.
Na mesma ocasião procura relacionar artificialmente, e cavilosamente, a construção da Ponte Rio – Niterói com o surgimento da favela da Maré (núcleo com origem nos anos 40) e, conseqüentemente, com as referidas mortes.
Mais recentemente procurar relacionar as dificuldades da construtora Odebrecht, oriundas, em parte, do imbróglio em que se meteu com a corrupção generalizada nos 13 anos do governo petista, como um complô da investigação para prejudicar a indústria pesada nacional, notadamente o citado grupo empresarial brasileiro, em conluio com os americanos.
O leitor atento e inteligente entende que a produção da indústria pesada ou de base é absorvida por outras indústrias, no caso máquinas ou matéria-prima.
Também chamadas de bens intermediários, incluem, principalmente, os ramos siderúrgico (produção de aço e similares), metalúrgico (manufatura e transformação do aço e afins), petroquímico e de cimento.
Sabe-se que construtora Odebrecht, criada em 1944, é a empresa mãe de um enorme e mastodôntico conglomerado, que alcançou a forma obesa por força de empurrão não republicano, fruto do enlace matrimonial com a cabeça de medusa ou ninho de cobras vermelhas que circulavam pelo poder no Planalto Central.
Dito isso foi o antigo ramo construtor – e não o braço moderno – da empresa com nome  germânico, que estendeu as manoplas sujas de óleo em construções faraônicas e perdulárias, distribuindo ao bel prazer dinheiro e o suor do patrício pagador de impostos, via ‘beenedeesse’, pelos países esquerdistas e ditatoriais da América “latrina”e do “continente negro”.


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