segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Os atentados mais famosos aconteceram na rua


Em três casos as vítimas, dois políticos e um papa, estavam em automóveis.

O príncipe herdeiro da Sérvia, Francisco Ferdinando, e a consorte, Sofia, foram atingidos a tiros após escaparem da seqüência de dois atentados a bomba. A morte do casal foi uma das causas da I Guerra (14 – 18).

Em 1963 o presidente dos Estados Unidos da América, John Fitzgerald Kennedy, desfilava em carro aberto, ao lado da primeira-dama, Jacqueline, pela cidade de Dallas, no Texas, quando foi morto por Lee Oswald.

O papa polonês Karol Josef Wojtyla (João Paulo II) foi ferido e escapou do atentado. Desfilava no papa-móvel no Vaticano, a cidade-estado encravada em Roma (13/5/81).

O presidente Jair Messias Bolsonaro, eleito com 57 milhões de votos, foi esfaqueado nos braços do povo, na cidade mineira de Juiz de Fora.

O governador do Estado da Paraíba, João Pessoa, foi morto no interior de estabelecimento comercial. Na capital pernambucana. Foi estopim remoto para a Revolução Liberal (30).

Nos cinco casos as vítimas tinham algum e tem apelo popular. O que falta ao deputado federal baiano eleito pelo Rio, Jean Willys.

Além disso, ele não circula por aí desde que chegou ao pedestal da fama por meio de um reality show (“espetáculo de realidade”) televisivo.

Assim sendo restaria à oportunidade para suposta agressão no interior do Congresso ou no apartamento dele.

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