sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Governo impõe curso fora de padrão e cobra custo do policial militar


Além dos salários atrasados e sem perspectivas de recebê-los, a tropa cansada e envelhecida, sem nenhum vislumbre de ascensão funcional,   o governo de Maria de Fátima Bezerra (PT), com apoio do comandante geral, o coronel Alarico José Pessoa Júnior, obriga praças a fazer um curso de “recapacidade profissional”.

Para se matricular e fazer o  curso, a ser realizado em centro de treinamento da PM localizado na Zona Norte, os alunos (PMs desgastados pela carreira) deverão desembolsar a grana, que provavelmente fará falta as famílias.

Terão que gastar com exames médicos, deslocamentos (gastos com combustível ou condução) e com alimentação, pois mesmo que essa seja servida pela PM, não passa de LAVAGEM DE PORCO.

O comandante geral diz que o curso é compulsório, com o pífio argumento de que o referido curso seja para suprir a falta dos que não fizeram o  Curso de Nivelamento de Praças, alegando que esse (CNP) é obrigatório de acordo com  o Artigo 31, parágrafo único da Lei Complementar 515, de  junho de 2014.

Porém mente descaradamente, pois no parágrafo único do artigo 31 da mencionada lei não está grafado que o curso seja obrigatório, tampouco isso está nas entrelinhas,  o que diz lá é que o curso será "DISPONIBILIZADO para fins de promoção à graduação de cabo".

Ao inventar o novo “Curso de Recapacitação Profissional” o coronel Alarico inova com uma ABERRAÇÃO ADMINISTRATIVA, ainda mais os alunos do curso serão obrigados a TRABALHAREM DE GRAÇA EM SERVIÇOS EXTRAS, resumindo, vão pagar para trabalhar, para freqüentar as aulas e para se alimentar.

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