sexta-feira, 24 de abril de 2020

Saída de Moro desmonta suposta armação para eleger Bolsonaro


José Vanilson Julião

A parte as divergências que vieram à tona, entre o presidente Jair Messias Bolsonaro e o ex-juiz federal e ex-ministro Sérgio Fernando Moro, a saída deste do cargo serviu para demonstrar a inexistência de uma armadilha planejada para retirar do páreo da campanha eleitoral de 2018 o ex-presidente condenado em três instancias, Lula Inácio da Silva, o líder populista do Partido dos Trabalhadores.

A ilusão de uma armação contra o ex-presidiário pernambucano radicado em São Paulo começou a ser propagada pela mídia esquerdista desde que ele começou a ser denunciadas por cúmplices por favorecimentos pelas empreiteiras e pelo envolvimento em corrupção, no âmbito da Operação Lava-jato, investigação do Ministério Público e Polícia Federal em Curitiba, capital paranaense.

Entretanto é ledo engano de que as hostes petistas esqueceram ou vão esquecer a ação legal do juízo. Para eles é uma questão para a eternidade a continuidade do mesmo discurso.

Tão logo o ministro anuncia o afastamento, começam as farpas: - Se Moro tivesse dez por cento da sinceridade que tentou transmitir na entrevista-delação contra Bolsonaro, seu ex-chefe, teria aproveitado e pedido desculpas ao povo brasileiro por todas as mentiras que contou sobre Lula (Dilma Alana Roussef, ex-guerrilheira e ex-presidente).






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