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| A falta de criatividade é a mola mestre da assessoria oficiosa |
Os adereços infiltrados na propaganda oficial na data comemorativa ao aniversário de sete décadas da cidade
JOSÉ
VANILSON JULIÃO
Este
caso da máquina de costura e da torre de eólica constar como adereços na
publicidade oficial da Prefeitura do Município de Cerro-Corá/RN (Região do
Seridó) está cheirando a um capricho programado como se fosse um complô para o teste
de um cavalo de Tróia implantado pelos interesses não tão obscuros de gente do
Poder Legislativo em conluio com o Executivo.
Há
a possibilidade de que algum vereador não tenha engolido a derrota sofrida por
ocasião da tentativa de implantar o desejo de consumo – a tal da máquina de
costura e a torre captadora de vento para produção de energia elétrica – como componentes do tradicional e histórico Brasão municipal.
Existe até alguém que defenda esta estapafúrdia ideia que havia surgido na surdina com a
alegação idiota da modernidade tecnológica da máquina de escrever, um utensílio
existente desde o século XIX, sob a alegação de ser homenagear as profissionais
da costura e “polo têxtil” de três micro ou pequenas empresas do setor, algumas
delas ligadas a empresários com cargos eletivos, principalmente na Câmara de
Vereadores ou que já foi vice-prefeito.
Este
negócio de incluir a máquina e a torre nos elementos da propaganda do aniversário
de 72 anos de emancipação territorial e administrativa de Cerro-Corá não pegou
bem para o alcaide Maciel dos Santos Freire.
Como
exemplo a votação desfavorável em torno de 90 por cento em uma rápida enquete
realizada em rede social nesta semana.
Além
disso o repórter DJ Aildo, ao reproduzir a propaganda municipal, com a programação
desta quinta-feira, 11 (a data do Município), cortou a faixa com os adereços
inadequados.
Da mesma forma procedeu o radialista Maninho, responsável pelo blog O COMUNICADOR, em mais uma demonstração de que não caiu no conto do Vigário ou da carochinha.

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