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| Alecrim Futebol Clube (1955): Clóvis Coutinho da Mota (presidente), Paulo Bigodinho, Gageiro, Artêmio, Monteiro, José Petit, Índio, Geleia (treinador), Miltinho, Ozir, Araken, Beú e Jair |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
No ano anterior da reportagem assinada pelo jornalista Lenine Pinto com fotografias de Nildo Seabra de Melo para o então diário matutino O Poti, com abordagem da expansão imobiliária do trecho da Rua Segundo Wanderley, entre o Alecrim e o Barro Vermelho, na qual aparece a nova casa do baiano Braz Nunes de Farias, outro momento indica que ele estava já plenamente estabelecido na capital potiguar.
E não se trata de uma questão doméstica, familiar ou profissional, mas sobre a atividade paralela que consome o resto do tempo disponível do nosso personagem, a política interna do Alecrim Futebol Clube, demonstrando ao menos dez anos depois de chegar em Natal Braz Nunes está envolvido com o alviverde provavelmente contaminado pelos novos amigos natalenses.
O matutino Tribuna do Norte (17/8/1956) registra a eleição da nova diretoria com João Coutinho da Motta (presidente) e Braz Nunes de Farias (vice-presidente). É mais uma prova cabal da instalação do grupo informal oriundo do Curtume São Francisco.
Na época o Conselho Deliberativo tinha a seguinte formação: Clóvis Coutinho da Motta (presidente), João Bastos de Santana (vice-presidente), Sílvio Tavares Ferreira, Severino Lopes da Silva, Vicente Dutra de Souza Neto, Wober Lopes Pinheiro, Milton Zerino da Silva, Giordano de Castro, José Gomes Filho, Paulo Rodrigues, José Trigueiro, Aristides Marques, Lourival Araújo, Luiz Sabino, José Alves e Grádio Teixeira.

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