quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Terá jogo na inauguração oficial do estádio americano?


Jornal “Correio Potiguar” sugere o Alecrim como adversário do alvirrubro como preparativo do esmeraldino para a segunda divisão

Na sexta-feira (16/9), o presidente Eduardo Serrano da Rocha, o presidente do Conselho Deliberativo e vice (José Vasconcelos da Rocha) e Carlos Gurgel (Diretor de Patrimônio), engenheiro Francisco Sobrinho e do Diretor Administrativo e Financeiro (Walmir Nunes), receberam do capitão Monteiro o termo de compromisso emitido pelo Corpo de Bombeiros que autoriza a inauguração da Arena América.

O Estádio Desembargador José Vasconcelos da Rocha será inaugurado, caso última forma, no dia 7 de setembro, feriado nacional do Dia da Independência, em evento que contará com a presença da torcida.

Na administração do ex-presidente, deputado estadual Hermano Morais, fora lançado à pedra fundamental, símbolo inicial da construção da Arena América.

Na ocasião é formada uma comissão composta por José Rocha, Eduardo Rocha, Carlos Gurgel, José Medeiros, Francisco Sobrinho, Cláudio Bezerra, Ricardo Dantas, Nicholas Carvalho, Álvaro Gouveia, Pedro Paulo e Cláudio Formiga.

Com o financiamento da torcida, conselheiros e diretores as obras foram iniciadas no dia 12 de maio de 2012.
"Após a entrega do primeiro módulo serão construídos os camarotes, cujos adquirentes financiaram o início das obras, então nada mais que justo", disse o presidente Eduardo Rocha, que complementa: "Fico muito feliz que, em minha gestão, estejamos conquistando mais este marco na história do América". (JVJ com dados do site oficial)

sábado, 17 de agosto de 2019

Sites e blogs registram para o América 'troféu' inexistente


A mentira de um título procurado e não encontrado

José Vanilson Julião

Depois da confirmação em cima de dados concretos – de que o maior artilheiro do América Futebol Clube é o falecido atacante paraibano Rivaldo de Oliveira Paula (Saquinho) e não o cearense Hélio das Chagas Nascimento (Helinho) – o blog “descobre” mais uma mentira repetida a exaustão: a de que o alvirrubro da capital potiguar é campeão de um torneio regional realizado em São Luís, capital maranhense, em 1950.

O repórter consultou pelo menos umas três vezes em igual número de fontes – jornais impressos -, vasculhou na internet e nada encontra sobre essa suposta conquista americana. Tampouco consegue detectar de onde parte a mal contada história, porém suspeita que a confusão possa ter sido originada de alguma publicação patrocinada pela a agremiação a partir dos anos 70.

O redator acredita que o erro não tenha sido proposital, entretanto a repetição, inclusive em sites e blog fora do Rio Grande do Norte, tenha “perpetuada” o engano deste “Torneio Quadrangular do Maranhão”

A rigor somente é encontrado um torneio acontecido naquela cidade, em 1948, vencido pelo rubro-negro Moto local contra times da Região Norte.

Na verdade o clube América, em abril de 50, venceu o Torneio Fantasmas do Norte, na capital potiguar, em homenagem ao selecionado potiguar que eliminara Ceará, Paraíba e Pernambuco e decide com a Bahia uma fase do campeonato brasileiro de Seleções (1934). No torneio doméstico, dias 16 e 20, o alvirrubro vence o ABC (4 x 2 e 1 x 0).

E o Torneio Quadrangular de Natal. O segundo evento amistoso que contou com a participação de representação interestadual.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

‘Quando papai saiu de férias em viagem de negócio’


Tenho a convicção que a redação ‘boemia’ ou ‘romântica’ no jornalismo desapareceu, efetivamente, com a introdução do computador.

Antes da máquina eletrônica havia o cantinho para os fumantes. Numa sala ao lado da redação da Tribuna do Norte. Era lá, também, o refúgio para se resguardar das bolas de papel.

Ou dos cinzeiros que “voavam” quando faltava energia. Enquanto o gerador de reserva não era acionado.

Entrei no jornal fundado por Aluizio Alves com estágio informal. Sem passar pelo crivo do Instituto Euvaldo Lodi.

Dia 5 de agosto de 1982. Na primeira semana de maio do ano seguinte Agnelo Filho assinou a bendita carteira profissional.

Já conhecia Carlão de vista. Ele era da turma do meu irmão. Anterior a minha. Assim quando cheguei à TN provavelmente ele lá já estava.

Nunca mudou o procedimento. Era mesmo um bom vivant. Daí foi um pulo para as cervejadas com Francisco Enéias Peixoto, Paulo Tarcísio Júnior, Verailton Alves da Silva, Célia Freire, Airton Bulhões...

Tempos da Peixada Potengi, na Avenida Tavares de Lira. Depois o “bar do Chinês”. A quinzena ficava com a china que viera de Hong Kong.

Carlão foi o cara que vi mais mudar de endereço. Capim Macio. Neópolis. Parque não sei o que.

E foi num desses apartamentos que assisti ao filme, de 1985, do qual tomo emprestado o título para a postagem. Acredito que ele fora dormir e ele colocou a película.

Sinopse: “Defender os ideais stalinistas logo após o rompimento do marechal Tito, líder da então Iugoslávia, com o Stalin, ditador russo, não era a melhor das idéias.

Após a publicação de uma charge inoportuna de sua autoria, Mesa é enviado para um campo de trabalhos forçados, uma prisão longe de sua família - que acredita que o pai está em uma "viagem de negócios".

Desnorteado, o jovem Malik, filho de Mesa, tenta lidar com a crise que sua família e seu país enfrentam da melhor maneira possível, enquanto começa a descobrir o amor.

Esta é uma das lembranças do Carlão...

terça-feira, 6 de agosto de 2019

O parceiro de Roberto Ney na canção abecedista


O potiguar Guaracy Augusto Picado foi uma das figuras mais identificadas com Natal a partir dos anos 50. Jovem foi aprovado num concurso para carteiro e assumiu outras funções nos Correios. Também trabalhou na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Músico, compositor, cantor dos trios musicais “Os Goiamuns”, “Marayá” e “Irakitan”. Em 10 anos no Rio de Janeiro se apresenta em programas de auditório nas televisões paulista e carioca: Raul Gil (Televisão Bandeirantes) e o “Som Brasil”, a domingo pela manhã (Globo), comandado por Lima Duarte, além de "Almoço com as Estrelas" (Tupi/São Paulo).

E também programas de rádio, shows no interior fluminense, com cachês baixos. Porém serviam para projetá-lo e ao parceiro Roberto Ney. Ainda sobrava tempo para bater uma bolinha, tendo chegado a jogar na segunda divisão do Estado do Rio pelo Classista Futebol Clube.

Participou também de movimentos teatrais, culminando com a presença, mais recentemente, no filme "For all, O Trampolim da Vitória”, narrando a presença de marujos e soldados norte-americanos em Natal durante a Segunda Guerra Mundial.

Começou no futebolista na base do América, junto de colegas que hoje ocupam cargos públicos ou são profissionais liberais em várias áreas. Juvenil assinou com o Santa Cruz, como não amador, categoria que hoje não existe mais.

O Santa Cruz (vermelho, preto e branco) foi fundado em 1934. Atualmente, encontra-se extinto, porém seu patrimônio continua intacto. O Tricolor foi campeão (1943) e licencia-se em 67 após a temporada anterior.

Foram companheiros: Etinha, Varela, Wilton (irmão de Wallace Gomes da Costa). Mas foi no ABC que passou a atuar num grande clube, na ala direita, com Ribamar e Edson (goleiros), Toré, Cadinha, Ney Andrade, Edmilson Piromba, Cileno, Jorginho, Mota, Gilvan, Paulo Isidro, Gileno Vilar, Osir de Góis, Dé, Marcos Jacaré...

Ainda jogou e treinou Alecrim no começo dos anos 60. E depois árbitro requisitado. O que pouca gente sabe é que um dos hinos do ABC é de autoria dele e Roberto Ney, gravado como compacto simples, uma música de cada lado, disponível posteriormente, nos anos 90, em CD laser.

Algumas gravações da dupla estão nos discos "Guaracy canta Renato Caldas e outros poetas"; "Passar fogo", em homenagem a Augusto Severo; "O salário achatou"; "As mais belas canções da América Latina"; "Chico de Assis e Guaracy"; "A história da Vaquejada do Nordeste"; "Para ouvir amando".


segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Letrista de um dos "hinos" do ABC morre nesta tarde


O radialista Marco Trindade dá a notícia com exclusividade sobre a morte, acontecida nesta tarde, de parada cardíaca, do compositor e letrista potiguar Roberto Ney.

Ney Cavalcanti de Souza falece aos 88. Fez carreira em rádio, televisão e jornal. Foi ator no começo da década de 70, em pelo menos três anos, na maior peça teatral ao vivo do mundo: A Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém, interior pernambucano.

Fez parcerias e teve músicas gravadas por Amado Batista. É autor de duas músicas em homenagem ao ABC Futebol Clube. A primeira é “Aonde fores ABC eu hei de ir”.

A segunda “Meu ABC”, em parceria com o ex-jogador, ex-treinador e ex-árbitro Guaraci Augusto Picado.

Lançadas em 76 são interpretadas pelo cantor Claudionor Germano da Hora (Recife, 10/8/1932), famoso por dar voz as músicas do frevo pernambucano.

domingo, 28 de julho de 2019

Alex Medeiros notifica na coluna da "Tribuna" a verdade sobre o maior artilheiro do América


O publicitário Alex Medeiros dá nota e repercute neste domingo, na coluna que assina no diário matutino “Tribuna do Norte”, um texto sobre a verdade e realidade, reforço proposital, a cerca do maior artilheiro da história do América natalense.
Modéstia a parte não escondo que fico contente com as minhas “descobertas” sobre assuntos e personagens do futebol potiguar.
Anteriormente ninguém, na imprensa local, sabia o destino do goleador “Alemão”, autor do gol fatal de 69 pelo América. Agora o repórter desmonta a falácia de que Helinho é o maior artilheiro americano.
A reportagem inédita é um complemento bem maior e detalhado sobre o tema, postado com exclusividade no Blog do FM (do conceituado jornalista Flávio Marinho), cortesia do jornalista Wagner Guerra.
E logo depois no blog “Jornal da grande Natal”, versão eletrônica da coluna no jornal mensal CORREIO POTIGUAR.
Provavelmente na próxima edição o repórter veicula um terceiro texto sobre o mesmo Alemão e sobre outro jogador, sendo que este foi campeão em 1967 e faleceu na Região Norte após sair de Natal.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Pesquisa aponta a verdade sobre o mais eficiente finalizador do ataque alvirrubro


ARTILHEIROS

Saquinho, não Helinho, é o maior goleador americano

José Vanilson Julião

Desde que pendurou a chuteira em 2011 o ponta-direita Hélio das Chagas Nascimento é apontado erroneamente pela imprensa esportiva como o maior artilheiro do América Futebol Clube.
O cearense de Aracati (2/10/74) ostenta a marca de 85 gols em duas passagens pelo alvirrubro: 99/04 e 09/10. Este número coloca “Helinho” como o maior artilheiro americano desde o retorno do licenciamento do clube (1966).
Entretanto, em toda a história do América o maior artilheiro é o paraibano Rivaldo de Oliveira Paula, o “Saquinho”, com 92 gols, marca alcançada entre 1953 e 1960, portanto antes da retirada do clube dos gramados.
Natural de Rio Tinto (9/9/32), falecido em 2001, “Saquinho” começou a correr atrás do esférico no Racing das Rocas, atuou pelo desativado Santa Cruz (o campeão potiguar de 43), passou pelo Fluminense e por Minas antes de ingressar efetivamente no América.
Em cinco temporadas pelo clube vermelho e branco atuou pelo menos 132 vezes. Foi artilheiro do Estadual em 55 (14), 56 (10) e 57 (12).
A estréia acontece no jogo amistoso América 0 – 1 Asas/MG (sexta-feira, 4/12/53), quando substitui o veterano atacante Pernambuco.
Na excursão o clube mineiro empata com o ABC: 1 a 1. O também alvirrubro Associação Atlética Asas (Lagoa Santa) foi fundada em 3/1/50, perto de Belo Horizonte, e participa do campeonato mineiro até 1959, sendo campeão do torneio início (52).
Depois do segundo jogo, outro amistoso, em fevereiro do ano seguinte (0 a 2 São Cristovão/RJ), o primeiro jogo oficial, e como titular, acontece em 21/2 (1 a 2 Alecrim)
As quatro últimas partidas, valendo o campeonato de 59, acontecem em fevereiro de 60. Após os jogos do selecionado potiguar pelo antigo Brasileiro de Seleções.
Pelo triangular final, com ida e volta, envolvendo os ganhadores dos turnos: América, Santa Cruz e ABC. O alvirrubro vence o Tricolor, mas perde para o alvinegro.
Ainda atuou pelo Náutico, Treze de Campina Grande, Clube Atlético Potiguar (Natal) e encerra a carreira no ABC (1965).

terça-feira, 16 de julho de 2019

Campeonato estadual “sub-19” começa no outro sábado


A Federação de Futebol divulga o calendário da competição com cinco clubes da capital e seis do interior do Estado, sendo três da região metropolitana.

Participam ABC, Alecrim, América, Força e Luz e Potengi, Centenário (Pau dos Ferros), Palmeira (Goianinha), Potiguar (Mossoró), Globo (Ceará Mirim), Parnamirim (da cidade homônima) e Visão Celeste (também parnamirinense).

Os jogos serão realizados na Arena das Dunas, José Nazareno do Nascimento, Juvenal Lamartine, Leonardo Nogueira, Manoel Barreto e Maria Lamas Farache.

O alvinegro manda os jogos no “Frasqueirão” e o alvirrubro no Estádio Marinho Chagas.

O regulamento determina as realizações de uma primeira fase classificatória, semifinais e finais.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Falece o repórter esportivo Francisco Inácio

O blog recebe agora há pouco, por uma rede social, informação de um amigo, sobre o passamento do radialista Francisco Inácio Sobrinho.

O repórter esportivo Chico Inácio afastara-se recentemente do rádio por determinação médico, pois fora diagnosticado com doença renal.

ele chegou a ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Cidade Satélite. Não resistiu a parada cardíaca.

os primeiros a ser informados, por volta das 21h30, foram os narradores Marcos Lopes e Jorge Audir Doudment.

O “punk”, como se autodenominava, surge no rádio esportivo no começo da década de 80.

Na Rural, emissora católica. Passa pela Cabugi. Vinha trabalhando na 98 FM.

Chico tinha duas preferências declaradas: o Cruzador de Areia Branca – há outro com este nome em Nísia Floresta – e o Botafogo.

sábado, 6 de julho de 2019

América/RN enfrenta clubes baianos desde 1946


Com a queda para a Série D (quarta divisão) o América/RN passou a enfrentar adversários inéditos do futebol baiano o ano passado (Juazeirense) e na atual temporada, casos do Bahia de Feira de Santana (primeira fase em dois jogos) e agora a segunda partida eliminatória contra a Jacuipense.

Ao longo da história, com o advento das competições nacionais – séries A, B, C e Copa do Brasil – além do campeonato nordestino em diversas versões, se tornam freqüentes jogos contra o time do Galícia (dois jogos no começo da década de 80), Fluminense/Feira, Leonico e os dois grandes da capital Salvador, Bahia e Vitória, em maior número.

Esta situação começa com a primeira participação americana no campeonato brasileiro de 1973 devido à suspensão do ABC.

Antes deste período aconteceram amistosos com os representantes da Boa Terra desde 1946.
E até 1973, com o primeiro jogo do alvirrubro fora do Rio Grande do Norte, na estréia do treinador Sebastião Leônidas antes da largada na primeira divisão.

Na seqüência os amistosos (a maioria contra clubes soteropolitanos):

América 2 x 2 Bahia (3/12/46)
América 2 – 2 Galícia (17/3/51)
América 7 – 1 Ypiranga (27/5/52)
América 1 – 3 Fluminense (8/2/56)
América 0 – 1 Vitória (23/3/57)
América 4 – 0 Guarani (9/5/57)
América 1 – 2 Ypiranga (20/9/68)
América 3 – 0 Leônico (26/1/69)
América 0 – 0 Itabuna (5/8/73)

sexta-feira, 5 de julho de 2019

"Companhia da Notícia" sai da rede sem ser notado diante da estreia de colunistas da "Tribuna do Norte"


Nesta primeira semana de julho a grande novidade midiática foram as estreias dos três novos colunistas do tradicional diário matutino “Tribuna do Norte”, o mais que cinquentenário jornal fundado pelo falecido político Aluizio Alves no primeiro semestre de 1950.

Os jornalistas Rubens Manoel Lemos Filho, Vicente Alberto Serejo Gomes, Cassiano Arruda Câmara e o publicitário Alex Medeiros foram alçados as páginas da TN com apoio do novo sócio dos Alves.

Enquanto isso ninguém prestou atenção, salvo este blog, numa outra novidade, sendo esta no meio eletrônico, a suspensão, temporária ou não, do site ou portal “Companhia da Notícia”.

Ao digitar o nome do site no Google quem aparece é outra “Companhia da Notícia”, bem mais antigo, na rede há nove anos, editada numa cidade do interior paraibano.

O que o blog notou nas redes sociais, principalmente no Facebook, é que o controlador da “Companhia” natalense, o jornalista João Ricardo Correia, vem fazendo seguidas postagens do “Novo”, sucedâneo do desativado diário “Novo Jornal”, que fora criado por Arruda Câmara e vendido posteriormente.

domingo, 23 de junho de 2019

No duelo dos americanos sai o alviverde pernambucano e o alvirrubro potiguar enfrenta o Jacuipense/BA


América 2 – 0 América

Data: domingo, 23/6

Competição: Série D

Estádio: Arena das Dunas

Cidade: Natal/RN

Árbitro: Luiz César de Oliveira Magalhães/CE

Gols: Richard 5/2 (contra) e Adriano Pardal 16

América: Ewerton, Joazi, Adriano Alves, Alisson Brand, Vinicius, Leandro Melo (Moreilândia), Adenilson, Jean Patric, Roger Gaúcho, Max (Paulo Renê) e Adriano Pardal (Hilton). Treinador: Moacir Júnior

América: Renan, Breno, Gabriel, Richard, Weslley, Celestino, Willian, Neto (Júlio), Luiz Felipe (Elthy), David e Yuri Martins. Treinador: Levi Marcelino Gomes

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Greve põe na berlinda a autoridade da governadora Fátima Bezerra


Informação de bastidor indica que a greve iniciada nesta segunda-feira conta com a participação ou apoio de oficiais da Polícia Militar.

A situação demonstra que  o comandante geral não está controlando seus subordinados diretos (oficiais subalternos), inclusive comandantes de companhias e outras unidades policiais aderiram à paralisação, entre eles o tenente-coronel chefe da Assessoria Administrativa da PM.

A AAD é o setor responsável por instaurar os procedimentos para apurar possíveis faltas (infrações disciplinares) cometidas pelos PMs.

O que é uma contradição, pois a paralisação dos serviços da PM é ilegal, passível de punição.

Porém, se o chefe do setor responsável, inicialmente, para averiguar a conduta dos PMs, está cometendo ato irregular (em tese), como ele terá   moral para investigar àqueles que cometem a mesma irregularidade que ele comete?

Há um informe, não oficial, de que o comandante geral pôs o cargo à disposição da governadora Maria de Fátima Bezerra.

sábado, 15 de junho de 2019

Policiais militares são carcereiros ou cães de guardas de presos provisórios ou com penas a cumprir


Não se tem a informação sobre o aval do sistema da Justiça em especial da Vara de Execuções Penais, que, como o nome diz, formaliza legalmente entrada e saídas com autorização, ou da administração penitenciária, que, supostamente, estão mandando presos para cumprirem penas, ou outras medidas, como prisão preventiva.

Anteriormente, quando um político, empresário, ou alguém de destaque social, como também e até mesmo policiais militares condenados cumpriam penas nas unidades da PM.

Só que, agora, alguns presos "comuns" estão sendo enviados, para o local inadequado, que onde trabalham soldados e oficiais.

Inclusive, onde há reserva de armamento, equipamentos, munições, estejam sendo abrigadas (sim por que lá não têm celas) pessoas estranhas a caserna.

O pessoal da Academia, também conhecida como Centro de Estudos Superiores, não está gostando de servir como carcereiros ou cães de guarda.


Governo petista transforma quartel e academia da PM em presídios


O Quartel do Comando-Geral da PM/RN e Academia da Polícia Militar estão sendo, agora, servindo como presídios pelo governo Fátima Bezerra.

Relatos de policiais militares que trabalham naquelas duas edificações da Polícia Militar denunciam que há, nas dependências, cumprindo pena ou outras medidas judiciais, presos que deveriam estar no sistema prisional.

Não se sabe dos presos custodiados pelo Estado estarem sendo enviados para aquelas unidades militares e por que elas estão funcionando como presídios, além das suas funções originais, todavia é sabido que elas não detém estrutura física adequada, nem  efetivo para isso.

A Academia da Polícia Militar é o Centro de Estudos Superiores, responsável pela formação dos oficiais e cursos inerentes a carreira policial militar.

Já o Quartel do Comando Geral, que se quer possui um alojamento adequado para tropa, abriga várias sessões de serviços internos, administrativos, burocráticos, além do serviço de guarda.

Para se ter uma idéia da situação a Polícia Civil do RN não aceita que presos permaneçam em delegacias, então por que as unidades policiais militares aqui referidas estão abrigando presos, sem nenhuma estrutura?

Seria uma forma de disfarçar a superlotação em presídios e centros de detenção?

Por que alguns presos teriam esses privilégios e outros não? Há informação que um advogado do PCC é um dos presos na Academia da Polícia Militar do RN.


domingo, 9 de junho de 2019

A trajetória do artilheiro Alemão no futebol alagoano (I)

ESQUADRÃO AMERICANO CAMPEÃO EM 1969 COM ALEMÃO EM PENÚLTIMO NO ATAQUE VERMELHO

Atacante pernambucano fez gol no último minuto contra o ABC, na terceira partida, e provoca quarto jogo que decide o Estadual de 1969 para o América
Oito clubes participam do campeonato alagoano de 1968. De Maceió: Clube de Regatas Brasil, Centro Sportivo Alagoano e Ferroviário. Além do Guarany de Poços, no entorno.
Do interior: Associação Sportiva Arapiraquense, Centro Sportivo Estanciano/CSE (Estância), Capelense (Capela) e Penedense, da cidade histórica Penedo.
A competição começa em 7/4 (domingo) com três turnos. Campeões: o alvirrubro CRB (turno), o alvinegro ASA/Arapiraca (returno) e o azul e branco CSA (terceiro).
O Galo da Pajuçara – alusão ao bairro praia em que se localiza o desativado estádio Severino Gomes Filho, do clube “regateano”, na estréia recebe o Capelense (1 a 1).
Joaquim Ramos de Souza, o “Alemão”, foco de reportagem exclusiva em 15 de maio, estréia na quinta exibição, substituindo Roberto. No “Coaracy da Mata Fonseca”, em Arapiraca (domingo, 26/5), perde (3 x 0).
No jogo seguinte é titular. No domingo (9/6) o alvirrubro vence o “Ceesseá” (2 x 1). A pesquisa não localiza a escalação de CRB 1 x 0 Ferroviário (quarta-feira, 12/6).
E entra na decisão do turno (domingo, 16/6) contra o Capelense (1 a 0). Jogo anulado. Na quarta-feira, 19, nova vitória: 2 a 0. No returno são mais seis participações do CRB.
Na segunda vitória no clássico da capital – “Cerrebê” 3 x 2 CSA – mais uma participação, no lugar de Zequinha.
No terceiro turno entra na derrota perante o ASA (1 a 2) no domingo, 20/10. A pesquisa passa em branco outras duas partidas.
Na seguinte está com a camisola vermelha e branca. Na primeira derrota para o CSA (1 x 0) na quinta-feira, 23 de janeiro do no ano seguinte.
Ele encerra a participação com dois gols em todo o campeonato para ficar na história do futebol do RN.
O “super campeonato”, ganho pelo CSA, se estende até a primeira semana de fevereiro.
Alemão não consta na segunda partida do CRB, o vice. Assinara com o alvirrubro potiguar. No próximo relato o começo em 1967.
Fontes:
Blog do Sorrentino
Futebol Nacional
Resgate do Futebol Alagoano

domingo, 2 de junho de 2019

Americanos ficam no empate pela Série D

América 0 – 0 América
Data: domingo, 2/6
Competição: Série D
Estádio: Ademir Cunha
Cidade: Paulista/PE
Árbitro: Rafael Carlos Salgueiro Lima/AL
América: Ewerton, Joazi, Adriano Alves, Alisson Brand, Kaike, Moreilandia, Adenilson, Maikel (Franco), Jean Patric (Hilton), Adriano Pardal (Roger Gaúcho) e Max. Treinador: Moacir Júnior
América: Renan, Popila, Otávio Andrietta, Richard, Weslley, Celestino, Breno, Jefferson (Willian Gaúcho), Neto, Davi e Yuri Martins (Matheus Sacramento). Treinador: Levi Marcelino Gomes

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Repercute encontro de ex-goleiro do Alecrim e América com boleiros


O encontro do blogueiro e escritor catarinense Valdir Appel, com ex-companheiros, dirigentes e a imprensa, realizado na noite da terça-feira (28/5), na sede do América Futebol Clube, tem repercussão na rede social.

A reunião no Temis Bar – do empresário Temístocles Amador e organizada com o apoio do diretor social americano, Hélio Santa Rosa – contou divulgação do memorialista José Ribamar Cavalcante.

Estiveram presentes, além dos anunciados anteriormente, os treinadores aposentados Ferdinando José de Araújo Teixeira, o ex-presidente Fernando (filho do falecido presidente Humberto Nesi), o professor Normando Bezerra – um dos fundadores da torcida organizada FERA (Fiéis Esmeraldinos Radicais) e o conselheiro americano e empresário Augusto Maranhão.


terça-feira, 28 de maio de 2019

Corregedoria da PM interrompe atividade desde o começo do governo petista


Desde janeiro que a Corregedoria Auxiliar da Polícia Militar, subordinada a Corregedoria Geral da Secretaria de Segurança, está com suas atividades paralisadas, sem previsão de retorno e tudo indica que será extinta.

Todos policiais militares da Corregedoria da Polícia Militar foram movimentados para outros setores da PM, o que inviabilizou as apurações das denúncias, oriundas em sua maioria de reclamações feitas por populares.

O mais grave é que o corregedor geral da SESED, diante da situação, não tem autoridade para determinar qualquer instauração de procedimentos envolvendo policiais militares. Pois isso a Corregedoria da Polícia Militar está inoperante.

O secretário de Segurança Pública e o comandante geral da corporação determinaram que os procedimentos, que eram apurados pela Corregedoria da PM e que tinham que passar pela análise do corregedor geral, seja apurado pela assessoria administrativa da PM, porém não é atribuição desse setor instaurar procedimentos, tampouco proceder com averiguações de policiais militares.

Ocorre que diante da inércia as apurações estão paralisadas, violando o princípio da continuidade na administração pública e prejudicando a população de modo geral. 


segunda-feira, 27 de maio de 2019

Reunião de Appel no América tem maior repercussão do que em Recife


O encontro programado para o começo da noite desta terça-feira, na sede do América Futebol Clube, promete ter maior número de presentes e repercussão bem melhor do que a ocorrida semana passada, quando o escritor catarinense Valdir Appel reuniu-se com o antigo companheiro do Clube de Regatas Vasco da Gama, Adilson Morais Albuquerque, com o testemunho dos médicos pernambucanos Roberto Vieira e Lucídio José de Oliveira.

O oculista e o ginecologista Oliveira, respectivamente, também são blogueiros e autores de livros sobre causos e historiografia do futebol de Recife. O primeiro: Pernambuco e a Copa do Mundo, O Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História e Reis do Futebol em Pernambuco – Técnicos. O segundo publicou O Náutico, a bola e as lembranças.

A convocação para a reunião de amanhã repercute em rede social com o comando do memorialista e ex-jogador macauense José Ribamar Cavalcante. Appel matará a saudade e debaterá as reminiscências de quando defendeu a meta do alviverde Alecrim e do alvirrubro no período de quatro anos com pelo menos dois intervalos entre 74/77.

Entre os antigos craques que confirmaram presença está o zagueiro Ivan Xavier, que saiu do alviverde América de Recife para o Alecrim e deste para o grupo americano. Mais os boleiros Edmilson Lima, Gilberto Lima (Betinho), Ivan Silva e Erandy Pereira Montenegro (paraibano que atuou no Campinense, Central, Santa Cruz, Vasco e Ceará).

Ainda Zé Vasconcelos da Rocha (presidente do Conselho Deliberativo americano), Hélio Santa Rosa (diretor social), Walmir Nunes, Ricardo Valério, médico Maertelinck Rego, Artur Ferreira (o eterno treinador salonista), Orlando Caldas (ex-presidente esmeraldino e vice-presidente da Federação), radialista José Jorge da Páscoa Menezes, empresário João Santana – filho do falecido dirigente alecrinense Bastos – e os jornalistas Kolberg Luna e Rubens Manoel Lemos Filho.


domingo, 26 de maio de 2019

Ex-goleiro do Alecrim e América chega nesta segunda para encontro com amigos na terça na sede alvirrubra


O agora blogueiro e escritor catarinense Valdir Appel (1/5/46), que defendeu o arco do Alecrim (1974) e América (75/77), chega nesta segunda-feira na capital potiguar, procedente de Recife.

Na terça-feira, a partir das 19 horas, no Bar Temis, na sede do América Futebol Clube, na Rua Rodrigues Alves (Tirol), tem um encontro marcado com antigos boleiros.

O ex-goleiro do Vasco da Gama nos anos 60 visita os amigos, principalmente ex-jogadores, da Região Nordeste.

Na capital pernambucana, por exemplo, encontrou-se com Adilson, de posição atacante, irmão de Almir Albuquerque, assassinado em Copacabana, no Rio, durante uma briga de bar (1973).

Pela equipe alecrinense, substituindo o antigo titular Aurílio, ex-ABC, atuou em pelo menos 11 jogos do campeonato estadual.

A estréia aconteceu no domingo, 18/8/74, na vitória pela contagem mínima fora de casa, contra o Potiguar, em Mossoró.

No alvirrubro entra em campo 17 vezes pela competição local e pelo Nacional. Estréia no domingo, 7/9/75, no empate de 3 a 3 frente o alviverde Goiás.

Na carreira de 19 anos, encerrada em 1982, atuou pelo Paysandu e Palmeiras de Brusque/SC, América carioca, Sport Recife, Carlos Renaux/SC, Blumenau/SC, Campo Grande/RJ, CEUB (Brasília), Volta Redonda, Bonsucesso, Goiânia, Atlético/GO e Rio Verde/GO.

Valdir é casado com Rosélis e tem um casal de filhos: Isadora e Eduardo. Já lançou três livros de crônicas: “Boca do Gol” (2006), “O Goleiro Acorrentado” (2010) e “Onde ele pisa nascem histórias” (2014).            


quarta-feira, 22 de maio de 2019

Natalense relata e desmitifica a vida fora do Brasil


Michelle Ferreira dos Santos

“É fácil a quem nunca deixou o país julgar que a vida lá fora é fácil. Muitos se queixam por trabalharem em diferentes zonas do país e por só poderem ir à casa durante o fim-de-semana, imaginem o quão doloroso é para quem está a muitos milhares de quilômetros de distância da sua casa, país e família.
Aposto que algum de nós nunca pensou e se imaginou realmente nessa vida, na vida de um emigrante.
Desengane-se aquele que pensa que a vida de emigrante ou da família de um emigrante é uma vida fácil. Muito pelo contrário!
De facto, só quem passa e sofre com isso é que sabe o quão difícil é estar longe daqueles que mais amamos.
Nada deve ser tão difícil quanto deixar tudo para trás e ir para outros países longe do nosso nada é tão difícil como afastar famílias, mães e esposas que vêm os seus filhos e maridos partir para longe dos seus braços sem nada poderem fazer.
Nada deve ser tão difícil como ver filhos, irmãos, netos, e sobrinhos crescerem a distância sem poderem estar mais perto e mais presentes na vida deles porque o seu país não teve condições de não os deixar partir, nada deve ser tão difícil como contar os dias que faltam para as férias de verão, para finalmente poderem regressar ao país que trazem no coração, ao seu cantinho.
Nada deve ser tão difícil como ter conversas por um computador ou telefone quando o maior desejo era entrar por eles adentro e estiverem ao lado dos que lhes são mais queridos sem nunca os ter de abandonar.
Nada deve ser tão difícil como viver longe da sua casa, da sua terra e do seu país, como ser obrigado a trabalhar de manhã à noite sem se poder queixar, nada deve ser pior e tão difícil como ser obrigado a fazer-se de forte e a pensar positivo quando chega a hora da partida para longe de tudo o que lhe pertence.
Vida de emigrante não é fácil, não é uma vida de luxos e extravagâncias como muitos pensam. É preciso ter muita coragem, força e determinação para deixar tudo em busca de uma vida melhor num país que não é o seu.
Podem acreditar que só quem está e passa por uma situação dessas é que sabe o enorme sacrifício que se faz. Eles não vivem, apenas sobrevivem, eles podem estar lá, em outros países, mas o coração deles está aqui, no seu verdadeiro cantinho!
Este mundo está cheio destes heróis e heroínas, emigrantes e imigrantes, homens de H grande e mulheres de M grande.
A todos esses Homens e Mulheres de letra grande eu desejo a maior sorte, felicidade e força do mundo e dou os meus parabéns pelas pessoas de força, garra e coragem que vocês são motivo de orgulho, vocês são mesmo muito grandes! Tenho dito.


Universitária pernambucana revela talento para escritora em mini conto


O conflito rubro-anil?*

Gerssy Trindade

Uma morte iria acontecer ao meu lado, ao meu lado alguém iria ser assassinado a sangue quente.

Vermelho e azul eram as únicas cores que eu conseguia enxergar, não encontrava meus óculos em meio ao tumulto da minha bolsa e da minha mente.

Mas sabia que o conflito se dava entre alguém de azul e alguém de vermelho, muito vermelho, o vermelho sujava o azul, parecia ganhar do azul em quantidade, virava roxo, virava os olhos, enquanto eu procurava meus óculos na bolsa, revirava tudo, enxergava vultos, ouvia vozes, o vermelho predominava ganhando em quantidade.

Ninguém se movia, o tempo parou, ligaram o mudo da sociedade, silenciaram as vozes, pararam os corpos, os únicos movimentos eram do conflito entre o azul e o vermelho.

Não tinha mais nada. Achei meus óculos e vi que o vermelho era sangue, sangue de Zé ninguém que foi amparado por outro Zé ninguém que teve compaixão, diga-se de passagem, O ÚNICO.

O único que conseguiu intervir naquele conflito entre o vermelho e azul e não saiu roxo de lá. Clareou tudo!

*A sugestão do título é nosso, mas fica a critério da autora um novo para a posteridade

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Há 50 anos gol no final dá segundo título ao América após licenciamento

Alemão com a camisola alviverde do Sporting Covilhã

Além do centenário do primeiro título e do cinqüentenário do segundo ao retornar do licenciamento de seis anos no começo da década de 60 a imprensa não percebeu que o gol do zagueiro parnamirinense Alison Wagner Lira Ferreira é o segundo a entrar para a história por ter acontecido no minuto final de uma segunda partida decisiva.

O primeiro não tem registro áudio-visual. E diferentemente daquele ocorreu numa série de três que provocou um quarto encontro final entre o alvinegro e o alvirrubro. O palco foi o tradicional e acanhado Estádio Juvenal Lamartine, no bairro do Tirol. Mas é sempre lembrado pelo torcedor e cronistas veteranos quando provocados.

Trata-se do assinalado pelo atacante pernambucano Joaquim Ramos de Souza, o “Alemão”. Após uma triangulação com os meias-atacantes Talvanes Augusto de Souza e José Ireno do Nascimento, ambos com passagens pelo extinto Globo, sendo que este último participou do excelente elenco do Campinense nos anos 60.

Diferente do placar deste ano, quando o ABC igualou o marcador, o placar final de cinco décadas atrás configurou a contagem mínima para o onze americano. Na quarta-feira, 24/4, Alison toca de cabeça aos 49, nos descontos, enquanto Alemão assinala aos 45 do tempo complementar.

A “frasqueira” acenava com lenços brancos, na arquibancada de alvenaria, para os encarnados, alojados na antiga arquibancada de madeira. Os jogos acontecem aos domingos. O ABC vencera a primeira por 3 a 0 (9/11). A segunda termina sem abertura do placar (16). A terceira ocorre dia 23. No quarto, 30, marca o herói Alemão e João de Deus Gondim Teodósio, o Bagadão.

Nosso principal personagem, que de germânico não tinha nada, um vigoroso mulato, estréia pelo América em 11/2/69 e permanece no elenco até a primeira semana de setembro do ano seguinte. Entra em campo 68 vezes com a camisola vermelha e marca 29 gols, excelente média, pelo clube da Rodrigues Alves.

Em 1971 segue para Portugal e assina com o clube Beira-Mar, pelo qual atua 73 vezes e assinala 20 gols (número que contestara em comentário para um blog). Em 1974 firma contrato com o Sporting de Covilhã, com uniforme alviverde de listras horizontais semelhante ao homônimo famoso da capital Lisboa.

Pelo Sporting sobe para a segunda divisão e faz boa campanha na Taça de Portugal, competição em que faz seis apresentações e marca dois golos. O alviverde cai perante o alvinegro de camisa quadriculada Boa Vista (Porto), o campeão, nas oitavas. Passa pelo Sporting (Espinho), Lusitania, Bragança, Riopele, FC Marco e Paredes (83/84).

Faleceu em 24/2/2019 em Paredes. Três anos antes, em entrevista para o site do Sporting, disse que trabalhava com o filho do mesmo nome numa clínica de recuperação muscular. O clube emitiu nota de pesar.

Na segunda-feira o “Diário de Natal” publica foto na primeira página com a legenda. O diário matutino “Tribuna do Norte” destaca: “Festa mudou de dono em noventa segundos” (terça-feira, 25/12/69).

O recifense Alemão, então com 24 anos (25/12/45), veio do Clube de Regatas Brasil (CRB), onde permanecera por duas temporadas. Começara a carreira em times amadores da capital pernambucana. Perambula pelo interior pernambucano e alagoano; E se apresenta pelo tricolor Santa Cruz e Sport.

Fontes:
Diário de Natal
Tribuna do Norte
Baú dos Cromos
Sporting de Covilhã
Nominuto
ZeroZero