quarta-feira, 22 de maio de 2019

Natalense relata e desmitifica a vida fora do Brasil


Michelle Ferreira dos Santos

“É fácil a quem nunca deixou o país julgar que a vida lá fora é fácil. Muitos se queixam por trabalharem em diferentes zonas do país e por só poderem ir à casa durante o fim-de-semana, imaginem o quão doloroso é para quem está a muitos milhares de quilômetros de distância da sua casa, país e família.
Aposto que algum de nós nunca pensou e se imaginou realmente nessa vida, na vida de um emigrante.
Desengane-se aquele que pensa que a vida de emigrante ou da família de um emigrante é uma vida fácil. Muito pelo contrário!
De facto, só quem passa e sofre com isso é que sabe o quão difícil é estar longe daqueles que mais amamos.
Nada deve ser tão difícil quanto deixar tudo para trás e ir para outros países longe do nosso nada é tão difícil como afastar famílias, mães e esposas que vêm os seus filhos e maridos partir para longe dos seus braços sem nada poderem fazer.
Nada deve ser tão difícil como ver filhos, irmãos, netos, e sobrinhos crescerem a distância sem poderem estar mais perto e mais presentes na vida deles porque o seu país não teve condições de não os deixar partir, nada deve ser tão difícil como contar os dias que faltam para as férias de verão, para finalmente poderem regressar ao país que trazem no coração, ao seu cantinho.
Nada deve ser tão difícil como ter conversas por um computador ou telefone quando o maior desejo era entrar por eles adentro e estiverem ao lado dos que lhes são mais queridos sem nunca os ter de abandonar.
Nada deve ser tão difícil como viver longe da sua casa, da sua terra e do seu país, como ser obrigado a trabalhar de manhã à noite sem se poder queixar, nada deve ser pior e tão difícil como ser obrigado a fazer-se de forte e a pensar positivo quando chega a hora da partida para longe de tudo o que lhe pertence.
Vida de emigrante não é fácil, não é uma vida de luxos e extravagâncias como muitos pensam. É preciso ter muita coragem, força e determinação para deixar tudo em busca de uma vida melhor num país que não é o seu.
Podem acreditar que só quem está e passa por uma situação dessas é que sabe o enorme sacrifício que se faz. Eles não vivem, apenas sobrevivem, eles podem estar lá, em outros países, mas o coração deles está aqui, no seu verdadeiro cantinho!
Este mundo está cheio destes heróis e heroínas, emigrantes e imigrantes, homens de H grande e mulheres de M grande.
A todos esses Homens e Mulheres de letra grande eu desejo a maior sorte, felicidade e força do mundo e dou os meus parabéns pelas pessoas de força, garra e coragem que vocês são motivo de orgulho, vocês são mesmo muito grandes! Tenho dito.


Universitária pernambucana revela talento para escritora em mini conto


O conflito rubro-anil?*

Gerssy Trindade

Uma morte iria acontecer ao meu lado, ao meu lado alguém iria ser assassinado a sangue quente.

Vermelho e azul eram as únicas cores que eu conseguia enxergar, não encontrava meus óculos em meio ao tumulto da minha bolsa e da minha mente.

Mas sabia que o conflito se dava entre alguém de azul e alguém de vermelho, muito vermelho, o vermelho sujava o azul, parecia ganhar do azul em quantidade, virava roxo, virava os olhos, enquanto eu procurava meus óculos na bolsa, revirava tudo, enxergava vultos, ouvia vozes, o vermelho predominava ganhando em quantidade.

Ninguém se movia, o tempo parou, ligaram o mudo da sociedade, silenciaram as vozes, pararam os corpos, os únicos movimentos eram do conflito entre o azul e o vermelho.

Não tinha mais nada. Achei meus óculos e vi que o vermelho era sangue, sangue de Zé ninguém que foi amparado por outro Zé ninguém que teve compaixão, diga-se de passagem, O ÚNICO.

O único que conseguiu intervir naquele conflito entre o vermelho e azul e não saiu roxo de lá. Clareou tudo!

*A sugestão do título é nosso, mas fica a critério da autora um novo para a posteridade

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Há 50 anos gol no final dá segundo título ao América após licenciamento

Alemão com a camisola alviverde do Sporting Covilhã

Além do centenário do primeiro título e do cinqüentenário do segundo ao retornar do licenciamento de seis anos no começo da década de 60 a imprensa não percebeu que o gol do zagueiro parnamirinense Alison Wagner Lira Ferreira é o segundo a entrar para a história por ter acontecido no minuto final de uma segunda partida decisiva.

O primeiro não tem registro áudio-visual. E diferentemente daquele ocorreu numa série de três que provocou um quarto encontro final entre o alvinegro e o alvirrubro. O palco foi o tradicional e acanhado Estádio Juvenal Lamartine, no bairro do Tirol. Mas é sempre lembrado pelo torcedor e cronistas veteranos quando provocados.

Trata-se do assinalado pelo atacante pernambucano Joaquim Ramos de Souza, o “Alemão”. Após uma triangulação com os meias-atacantes Talvanes Augusto de Souza e José Ireno do Nascimento, ambos com passagens pelo extinto Globo, sendo que este último participou do excelente elenco do Campinense nos anos 60.

Diferente do placar deste ano, quando o ABC igualou o marcador, o placar final de cinco décadas atrás configurou a contagem mínima para o onze americano. Na quarta-feira, 24/4, Alison toca de cabeça aos 49, nos descontos, enquanto Alemão assinala aos 45 do tempo complementar.

A “frasqueira” acenava com lenços brancos, na arquibancada de alvenaria, para os encarnados, alojados na antiga arquibancada de madeira. Os jogos acontecem aos domingos. O ABC vencera a primeira por 3 a 0 (9/11). A segunda termina sem abertura do placar (16). A terceira ocorre dia 23. No quarto, 30, marca o herói Alemão e João de Deus Gondim Teodósio, o Bagadão.

Nosso principal personagem, que de germânico não tinha nada, um vigoroso mulato, estréia pelo América em 11/2/69 e permanece no elenco até a primeira semana de setembro do ano seguinte. Entra em campo 68 vezes com a camisola vermelha e marca 29 gols, excelente média, pelo clube da Rodrigues Alves.

Em 1971 segue para Portugal e assina com o clube Beira-Mar, pelo qual atua 73 vezes e assinala 20 gols (número que contestara em comentário para um blog). Em 1974 firma contrato com o Sporting de Covilhã, com uniforme alviverde de listras horizontais semelhante ao homônimo famoso da capital Lisboa.

Pelo Sporting sobe para a segunda divisão e faz boa campanha na Taça de Portugal, competição em que faz seis apresentações e marca dois golos. O alviverde cai perante o alvinegro de camisa quadriculada Boa Vista (Porto), o campeão, nas oitavas. Passa pelo Sporting (Espinho), Lusitania, Bragança, Riopele, FC Marco e Paredes (83/84).

Faleceu em 2/2/2019 em Paredes. Três anos antes, em entrevista para o site do Sporting, disse que trabalhava com o filho do mesmo nome numa clínica de recuperação muscular. O clube emitiu nota de pesar.

Na segunda-feira o “Diário de Natal” publica foto na primeira página com a legenda. O diário matutino “Tribuna do Norte” destaca: “Festa mudou de dono em noventa segundos” (terça-feira, 25/12/69).

O recifense Alemão, então com 24 anos (25/12/45), veio do Clube de Regatas Brasil (CRB), onde permanecera por duas temporadas. Começara a carreira em times amadores da capital pernambucana. Perambula pelo interior pernambucano e alagoano; E se apresenta pelo tricolor Santa Cruz e Sport.

Fontes:
Diário de Natal
Tribuna do Norte
Baú dos Cromos
Sporting de Covilhã
Nominuto
ZeroZero


segunda-feira, 13 de maio de 2019

Homenagem ao boleiro gaúcho ídolo da torcida americana

O blog reproduz reportagem, assinada por César Freitas, condensada do site do jornal A SEMANA, do município de Alvorada, na região metropolitana da capital do Rio Grande do Sul, publicada em 9 de outubro de 2015.

Sérgio Davi Aires, o entrevistado da semana, foi um bom ponteiro direito, formado nas divisões inferiores do Grêmio. Profissionalizado, teve poucas chances na equipe principal. Em 1975 foi para o América/RN.

No ano seguinte retorno ao futebol gaúcho para defender o Caxias. Posteriormente passa pelo 14 de Julho (Passo Fundo) e Comercial (Ribeirão Preto).

Em 1980 defende o Bagé. No ano seguinte foi para o Avaí (Florianópolis). Em 1982 retorna ao América e encerra a carreira.

Considera Leôncio Abel Vieira, Aúreo Malinverni, Marco Eugênio e Mário Jorge Lobo Zagalo os melhores técnicos a orientá-lo.

Os melhores ponteiros que viu em ação: Garrincha e Zequinha. Os melhores laterais esquerdos que enfrentou: Tarantine, Chico Fraga, Carlindo e Everaldo. Os ídolos foram Zequinha e Marinho Chagas.

Natural de Porto Alegre (9/11/1954). Sérgio Davi reside em Natal e possui uma empresa especializada em limpeza de piscinas. 

sábado, 11 de maio de 2019

Alvirrubro vence o alviverde e lidera com seis pontos na Série D


América 4 – 0 América/PE
Data: sábado, 11/5
Competição: Série D
Estádio: Arena das Dunas
Cidade: Natal/RN
Árbitro: Glauco Nunes Feitosa/CE
Gols: Kaike 6/2, Jean Patrick 10, 48 e Adenilson 16
América: Ewerton, Joazi, Adriano Alves, Alison Brand (Alison Ferreira), Kaike (Mikael), Leandro Melo, Adenilson, Roger Gaúcho, Jean Patric, Max (Hilton) e Adriano Pardal. Treinador: Moacir Júnior
América: Geaze, Popila, Otávio, Richard, José Silva, Weslley, Neto, Breno, Klayvert (Alemão), Adniel (Elthy) e David. Treinador: Levi Marcelino Gomes

domingo, 5 de maio de 2019

A carreira de Washington no América Futebol Clube


Ex-jogador Washington Xavier Amâncio, autor do gol que fez o agricultor goiano Miron Vieira de Souza milionário da loteca, falece neste domingo em Mossoró.

A vitória pela contagem mínima sobre o Vasco, no Estádio de São Januário, aconteceu em 27/9/1975.

O meia-atacante estréia pelo América em amistoso contra o selecionado de Pau dos Ferros, no Oeste potiguar, no domingo, 16/1/1972. O placar: 3 a 1 para o visitante.

O time local comemorava o título do campeonato interiorano, o “Matutão”, uma promoção do extinto “Diário de Natal”, mídia Associada na capital potiguar.

No retorno da delegação juntam-se ao elenco alvirrubro as revelações da seleção: os atacantes João Bosco de Almeida, o “Bobô”, e Chiquinho (Francisco Caetano da Silva).

Fontes diferentes apontam como autores dos gols americanos: Batata, Davi e Washington/Bagadão/Pimentel.

A escalação natalense: Juca, Batata, Cláudio, Renato, Duda, Osmar, Washington, Elmer, Bagadão, George e Davi. Treinador: Francisco Freire de França (Tonício).

O principal personagem da zebra carioca começou a trajetória no tricolor Baraúnas  (Mossoró), andou pelo Tiradentes cearense e atuou na primeira fase do Matutão, em setembro/novembro de 1971, pela seleção de Patu.

Na fase de grupos, que conta, também com Almino Afonso, o selecionado patuense termina com a mesma pontuação de Pau dos Ferros,  e não segue para as semi-finais por construir menor saldo de gols.

Porém ele é destaque e acaba adicionado ao elenco americano para teste. Bobô e Chiquinho acabam permanecendo apenas uma temporada, um com menos de cinco partidas, e o outro com pelo menos 30 atuações.

O primeiro jogo valendo ponto: 3 – 0 Atlético (quarta-feira, 19). Pela Taça Cidade do Natal, ganha pela primeira vez pelo América, alcançando o tetra em 75. A primeira competição fora ganha pelo ABC no ano anterior.

Além do gol contra o Vasco, Washington fica na história como autor de dois gols na vitória de 3 a 1 sobre o ABC, na segunda partida do seletivo para o Nacional de 1974 (domingo, 10/2).

Como a primeira terminara sem abertura de contagem (quarta-feira, 6) é realizada a terceira (quarta, 13). Ele marca o gol do empate na derrota para o alvinegro (1 a 2). Na prorrogação 1 a 0 para o alvirrubro, Davi (oito do segundo tempo), classifica o vermelho. No mesmo ano também marca na final do campeonato estadual: 3 a 1 ABC.

Outro detalhe: no ano anterior do resultado inesperado contra o Vasco, ele marcara na vitória de 2 a 1 sobre o Olaria, também em São Januário (quarta-feira, 10/4).

Vale salientar que ele não entrara em campo contra o CEUB (Brasília), é escalado para o jogo seguinte contra o elenco vascaíno, e depois, até o fim do campeonato nacional, não é aproveitado pelo treinador carioca Sebastião Leônidas.

Volta a envergar o uniforme em janeiro de 76. Veste a camisola rubra pela última vez pelo campeonato estadual. América 2 x 1 Baraúnas (quarta-feira, 13/7/77).

Ao fim de cinco anos, seis meses e 15 dias totaliza pouco mais de 180 partidas e contabiliza 24 gols.




quinta-feira, 25 de abril de 2019

A carreira do responsável pelo segundo gol americano


Cria da base americana o parnamirinense Alison Wagner Lira Ferreira, de 35 anos, com 76 quilos e 1,86 metros, não teve dificuldade para alçar o corpo, cabecear a bola, encobrindo a defensiva alvinegra, para marcar o segundo gol que deu o “caneco” para o clube americano.

Ele começou a carreira, profissionalmente, entre 2002/04, no São Gonçalo, o tricolor (vermelho, azul e branco), cores do município da região metropolitana, cujo representante surgiu no ano 2000 para dar trabalho aos grandes na competição estadual e se encontra licenciado.

Posteriormente roda pelo Potiguar (Parnamirim), Treze de Campina Grande/PB, Criciúma (Santa Catarina), Bahia e Vitória (ambos de Salvador), ABC, Clube Náutico Capibaribe, América de Belo Horizonte, capital mineira, pelo paulista Ituano e Santa Cruz pernambucano.

Pelo alvinegro paraibano, o Galo da Borborema, foram cinco temporadas alternadas. Quatro pelo Bahia e duas pelo Timbú e América mineiro (temporadas seguidas). Pelo alvinegro potiguar atua oito vezes (2012).

É bi-campeão paraibano (2005/06), Taça Cidade do Natal (2012) e pernambucano (2013).

Na conquista do primeiro turno do Potiguar (2012) marca o gol da vitória abecedista contra o América.


quarta-feira, 24 de abril de 2019

América campeão potiguar no centenário do primeiro título


Depois de levantar a taça no ano do centenário da fundação (2015), contra o mesmo adversário, o clube leva para a sede da Rodrigues Alves, no Tirol, o troféu “Parque da Cidade”, nos 100 anos da conquista do primeiro campeonato (1919).  Na decisão do returno (Copa RN), contra o Potiguar, o alvirrubro levara a Taça Hélio Câmara, em homenagem ao locutor e simpatizante americano falecido recentemente.

Ficha técnica

América 2 – 1 ABC
Competição: Estadual
Estádio: Arena das Dunas
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique/RJ
Público: 21.269 (21.491)
Renda: R$ 343.705,00
Gol: Jean Patric 44, Maurício 28/2 e Alison 49
América: Ewerton, Vinicius, Adriano Alves, Alisson Brand (Alison Ferreira), Leandro Melo, Kaike, Jean Patric, Adenilson, Hilton (Murici), Adriano Pardal e Roger Gaúcho (Max). Treinador: Moacir Júnior
ABC: Edson, Ivan, Maurício, Henrique, Jonathan, Anderson Pedra (Guilherme Xavier), Felipe Guedes, Neto Pessoa (Wanderson), Anderson, Rodrigo Rodrigues e Eder (Sagredo). Treinador: Ranielle Ribeiro


Ator carioca organiza rede social e canal de tv para internet


O ator carioca Sandro Rocha anuncia em canal do Youtuber que se encontra em atividade, em caráter experimental, a plataforma de rede social criada por ele, direcionada a direita nacional.

No momento restrita para pouco mais de sete mil inscritos convidados. A rede será lançada, oficialmente, em 1 de maio.

Rocha também lançará na internet um canal de televisão, desde o Estado da Flórida, em 4 de julho, dia da independência dos Estados Unidos da América.

Sandro fica conhecido pela interpretação do personagem “major Rocha” no filme “Tropa de Elite II: O inimigo agora é outro”. Também fez telenovelas para Globo e Record.


Pardal a cinco jogos de cem apresentações pelo América


O atacante Antonio Adriano Antunes de Paula, o Pardal, de 31 anos, completa na noite desta quarta-feira, na segunda partida da decisão do Estadual, 96 jogos com a camisola alvirrubra e fica a quatro de 100 apresentações oficiais pelo América, número que alcançará, facilmente, nas seis partidas na primeira fase da Série D.

O baiano de Juazeiro está na quarta temporada no elenco americano: 2013/14/15 e 2019. Pelo ABC atua em 2012 (36 jogos e 12 gols) e 2017 (20 e 3). 

No currículo passagens pelo Vitória de Salvador, Juazeiro, Botafogo de Ribeirão Preto/SP, Caxias/RS, Remo de Belém do Pará, Daegu (Coréia do Sul), Ceará, Al-Fasaily (árabe) e Cuiabá (Mato Grosso).


sexta-feira, 19 de abril de 2019

Arena das Dunas na primeira fase da Série D provoca indefinição de data para abertura do estádio americano


Com a confirmação dos três jogos pela primeira fase da Série D para a Arena das Dunas fica indefinida a data de inauguração do estádio americano.

O alvirrubro enfrenta na capital potiguar América/PE, Bahia (Feira de Santana) e Serrano (Campina Grande/PB).

Em dois sábados (11 e 18/5), segunda e terceira rodadas, sempre ás 17 horas, pela ordem, contra o alviverde pernambucano e o xará do Tricolor de Aço da capital Salvador. Na sexta e última rodada contra o representante paraibano (domingo, 9/6).

Fora estréia no sábado, 4, no Ernani Sátiro, o “Amigão”. Na quarta rodada, sábado, 25, debuta na Arena do Cajueiro (Estádio Professor Jodilton Souza, entregue em 14/7/2018), em Feira. Na quinta rodada se apresenta no Ademir Cunha (Paulista), no domingo, 2/6.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

A única partida do Treze da Vila contra o América/RN


Recentemente o tradicional clube amador do bairro Dix-Sept Rosado comemorou o aniversário de 58 anos de fundação (4/4/61), objeto de reportagem exclusiva no diário matutino “Tribuna do Norte” (7/4).

Entre a primeira semana de novembro e o começo da segunda quinzena de 65 o alvirrubro dá os primeiros passos para o retorno do licenciamento de cinco anos antes. Realiza peneiras com jovens e faz cinco partidas contra times amadores.

No primeiro semestre do ano seguinte, com atletas oriundos do subúrbio e do interior, realiza série de amistosos como preparativos para o retorno anunciado timidamente pela direção americana.

O primeiro enfrentamento ocorre contra o Treze da Vila. No domingo, 6 de janeiro. O jogo-treino no Estádio Juvenal Lamartine conta com a arbitragem de Nelson Luzia da Silva. Auxiliado por Luiz Barbosa e Wellington Ramos de Araújo.

Marcam para o América: Bagadão 7, Véscio 10, 25/2 e Tota 15/2. No comando o falecido “Lelé” (José Luiz Galvão).

No final de fevereiro a diretoria envia ofício para a Federação revertendo o licenciamento.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Comentarista Pedro Neto é demitido da Rádio Globo


Dez anos após ser contratado o analista sai da emissora em conseqüência do escândalo midiático provocado pela “barrigada” cometida na coluna assinada por ele no diário matutino “Tribuna do Norte”, pertencente ao mesmo grupo de mídias da família Alves.

Tão logo o acontecimento da histórica gafe no impresso ele foi suspenso da coluna, assumida pelo editor de esportes Itamar Ciríaco. Na rádio ele foi posto imediatamente de férias. No retorno, após os 30 dias, na segunda-feira, 1, foi comunicado oficialmente da dispensa.

Durante um mês PN foi substituído pelo comentarista Domingos Sávio como convidado especial no dizer do ancora Santos Neto. E deve ser efetivado como titular na equipe de esportes. Domingos tem passagens pela Clube, 98, Televisão União e Sportv.

Pedro agradeceu o tempo na emissora no Twitter, mas em nenhum momento pediu desculpa pelo erro a torcida americana. Perdeu credibilidade. E a decisão da direção não poderia ser outra.

sexta-feira, 29 de março de 2019

Jogadores que atuaram pelos ‘grandes’ da capital potiguar


Lista preliminar dos 16 atletas que atuaram, a partir dos anos 50, pelo América, Alecrim e ABC: os potiguares Wallace Gomes da Costa, José Ribamar Ferreira (Zezé), Talvanes Augusto Rodrigues de Souza, Zé Ireno do Nascimento, Osvaldo Carneiro da Silva (Piaba), Ilson Peres de Farias (Petinha), Odilon Gomes de Almeida Júnior e o irmão Odisser (estes de São Gonçalo do Amarante), e José Ivaldo de Medeiros; os pernambucanos José Agrinaldo Santiago (Biu), Alberi José Ferreira de Matos e José Minervino de Souza Filho (Curió); os paraibanos Severino Galdino da Silva (Burunga) e Edmundo Pereira; o goleiro gaúcho César Augusto Etcheverry Silveira e mais recentemente o carioca Felipe Moreira (o único em atividade no exterior). São falecidos Ireno, Petinha, Piaba e Wallace.

sábado, 23 de março de 2019

Indefinida situação do comentarista autor de gafe


O ancora da Rádio Globo, Santos Neto, anuncia para esta tarde, durante ABC x Vitória, pela Copa do Nordeste, a continuidade dos comentários do convidado especial Domingos Sávio.

Com isso, decorridos pouco mais três semanas das suspensões, nada foi definido, pelo menos oficialmente, da permanência de Pedro Neto, o titular.

Para situar o leitor segue a transcrição do blog do Ismael Souza, de Mossoró, um dos poucos a divulgar o assunto, ao lado de Marcos Trindade e a “Foco Nordeste”.
- O jornalismo potiguar tem avançado ao ponto de ter cronistas esportivos videntes, ou seja, que prevêem o futuro. Foi o caso de Pedro Neto, do jornal diário “Tribuna do Norte”, o maior impresso ainda em circulação no Estado.
Em sua coluna esportiva, Pedro fez uma análise técnica de um jogo que sequer existiu.

A partida entre Potiguar e América, que seria realizada na noite desta quarta-feira, 27, foi adiada para a tarde de hoje por problemas em refletores do Estádio Leonardo Nogueira.

Porém, Pedro Neto se antecipou e já havia feito uma nota destacando o fraco desempenho do time da capital dentro de campo.

A crítica ao fraco desempenho do time em um jogo que nem existiu repercutiu nas redes sociais e virou motivo de piada em grupos de discussões.
A zoeira foi tanta, que algumas pessoas chegaram a ligar para a redação do jornal para pedir ao Pedro os números da Mega sena.


Homenagem ao torcedor número um do ABC no Jiqui


Eu o conheci entre 78/79. Torcedor abecedista. De pé de rádio. Nunca o vi ir ao estádio. De tirar um sarrinho educado dos alvirrubros.

Rivaldo Alves da Silva, 85, funcionário público federal aposentado, falece as 13h15 de ontem. Na Policlínica (Alecrim). O sepultamento ocorre as 11 horas no Morada da Paz (Emaús).

Natural de Cuité (PB) reside por muitos anos em Caicó. Tratorista presta serviço na Fazenda Rockefeler, município de São Gonçalo do Amarante.

“Seu” Rivaldo residia na Avenida São Miguel dos Caribes, no Conjunto Jiqui, bairro Neópolis (Zona Sul). Deixa viúva Ana Rosa da Silva, dona “Santa”, 78.

E os filhos Heli (funcionário aposentado da UFRN), Hilton (mecanográfico), Haroldo (autônomo), Hélio (vigilante), Francisco das Chagas (suboficial da Polícia Militar) e Eliane (técnica de enfermagem), além dos adotivos Elaine (recursos humanos) e Eduardo (analista de sistema), mais nove netos e uma bisneta.



sexta-feira, 22 de março de 2019

A opinião do experiente jornalista que realmente entende de política


Não vejo ninguém acima de qualquer suspeita

Paulo Tarcísio Cavalcanti

Tenho acompanhado com atenção e esperança, mas também, com muita preocupação, o ardor com que muitos brasileiros revelam a sua determinação de enfrentar o criminoso e cruel esquema de corrupção que se implantou no nosso país.
Qual a razão da minha preocupação?
É que, agora, virou moda, qualquer um chamar o outro de ladrão e de corrupto - só por ouvir dizer, sem o menor cuidado em evitar ferir a honra e a dignidade da pessoa acusada.
Acho até natural que essa ânsia acusatória domine a cada um de nós que somos pessoas comuns, que sofremos na carne as consequências da corrupção, na hora em que precisamos de um médico, de um exame, de um medicamento, de uma internação hospitalar e somos obrigados a entrar na fila de espera.
Cada um de nós que precisa de segurança e não tem; cada um de nós que precisa de um emprego e não tem, merecemos, no mínimo, a compreensão da elite governante, que é formada por todos que tem cargos no Executivo, ou no Judiciário, ou no Legislativo, ou no Ministério Público - e que têm salários acima de 15 mil reais.
Essas pessoas, precisam compreender que, nenhuma delas está acima de qualquer suspeita. Todas elas têm o dever de procurar ser ou de ficar acima de qualquer suspeita. Mas, jamais estarão, como seres humanos - que todos somos. Por isso, nenhuma delas tem o direito de se julgar livre de uma investigação, mesmo que seja o próprio investigador.
É essa a razão da minha preocupação. De um lado, Qualquer investigado já é considerado culpado, mesmo que não sejam apresentadas provas concretas e legítimas de sua culpa; e de outro lado, muitos figurões se julgam imunes a qualquer investigação e ficam todos como a "maria não me toque", quando se fala que eles também precisam prestar contas à sociedade.
É o que acontece agora com ministros do Supremo Tribunal Federal, membros do Ministério Público e seus acusadores, especialmente no Congresso Nacional. Lamentavelmente.
E nós - a turma do andar de baixo - precisamos ter todo cuidado para não deixar que sejamos usados, como mera massa de manobra, como bucha de canhão por esses povo - pois, por mais incrível que pareça, há muitos interesses pessoais e corporativistas em jogo, nessa discussão. 
São interesses quase sempre ilegítimos e que, sequer, chegam ao nosso conhecimento.
É briga de cachorro grande

quarta-feira, 20 de março de 2019

Cerro-coraense na lista dos colaboradores homenageados nos 69 anos da "Tribuna do Norte"


Em 24/3/1950 nasce oficialmente e legalmente o diário vespertino Tribuna do Norte, fundado pelo então deputado federal e depois governador Aluízio Alves. A inspiração para o nome veio do carioca Tribuna da Imprensa, controlado por Carlos Lacerda, que o criara no ano anterior.

Na primeira edição (julho), com 12 páginas, matérias abordavam a política local. Quase sete décadas depois o jornal se mantém na liderança entre os impressos. A história de 69 anos será lembrada por meio de 24 profissionais homenageados, desaparecidos e em atividade, sendo que alguns não mais fazem parte dos colaboradores.

A sessão solene na Assembléia Legislativa ocorre na quarta-feira, 26, às 9 horas. “A Tribuna do Norte vem vencendo o tempo e as inovações tecnológicas com muita competência, principalmente porque lá passaram grandes profissionais, grandes nomes do jornalismo potiguar e profissionais de outras áreas que serão homenageados neste dia”, disse o propositor do evento, o presidente do Poder Legislativo estadual, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Aluízio e os falecidos irmãos José Gobat e Agnelo  serão homenageados. Além do ex-prefeito, ex-deputado estadual, ex-governador e ex-senador Garibaldi Filho. Mais o cerro-coraense Valdir Julião, Carlos Peixoto, Osair Vasconcelos, Vicente Neto, Paulo Tarcísio Cavalcanti e Woden Madruga.

Da nova geração Guia Dantas, Aura Mazda, Rubens Lemos Filho, Thiago Cavalcanti, Sara Vasconcelos, Júlio Pinheiro, Cledivânia Pereira, Anna Ruth Dantas, Aldemar Freire e Washington Rodrigues.
 
E os repórteres fotográficos Canindé Soares e Magnus Nascimento.  O diretor administrativo, Ricardo Alves, também será homenageado, assim como o chargista Edmar Viana (em memória).

segunda-feira, 18 de março de 2019

Comentarista brinca sobre suspensão do rádio e jornal


Enquanto o blogueiro Marcos Trindade informa que o ancora Santos Neto deve anunciar o substituto do comentarista Pedro Neto na resenha de meio dia na Rádio Globo, o profissional, ao ser indagado em rede social sobre atividade após suspensão de 15 dias, brincou que estava de férias e que retorna na quarta-feira.

Pedro Neto ficou pouco mais de duas semanas afastado dos programas e transmissões da emissora, do blog hospedado no site da “Tribuna do Norte” e da coluna no impresso.

Quem assumiu o posto nas jornadas esportivas no sábado e domingo, temporário ou não, como convidado especial, foi o comedido e austero Domingos Sávio, que não é mais uma revelação, mas um analista com potencial.

A “geladeira” foi causada pelo comentário no jornal Tribuna do Norte (do mesmo grupo midiático da rádio), sobre a realização do jogo Potiguar x América, que não houve, em 28 de fevereiro.

Diz Trindade: “A emissora anuncia a volta dele ou a contratação de outro profissional”.

Com retorno ou sem retorno, Pedro Neto está sem credibilidade perante a torcida americana.


sábado, 16 de março de 2019

Confira os 11 maiores goleadores do América


O blog realiza pesquisa sobre a extensa artilharia americana. A lista momentânea pode ser alterada em números e posições posteriormente.

Pois requer confirmações e ocorrem ausências de muitas súmulas completas. Inclusive com o andamento de futuros jogos.

Na lista atletas dos anos 50, 60, 70, 80, 90 e 2000. Contemporâneo apenas o “homem de pedra”.

Em negrito o único jogador profissional em atividade. A seguir os dez maiores goleadores.

Hélio das Chagas Nascimento (Helinho) – 85
Rivaldo de Oliveira Paula (Saquinho) – 84
Carlos Alberto de Souza (Pedrada) – 66
Max Brendon Costa Pinheiro – 63
Evaldo Oliveira de Paula (Pancinha) – 62
Hélcio Batista Xavier – 55
Marinho Apolônio da Costa – 53
Adilson Ribeiro da Silva (Santa Cruz) – 50
Franklin – 39
Baltasar Germano de Aguiar - 38
João de Deus Gondim Teodósio (Bagadão) – 38


América faz gols após os 35/2 e vence o Força e Luz


O alvirrubro dorme na liderança com 12 pontos. Neste domingo Potiguar x Globo. Quem vencer assume a ponta da tabela do returno.

América 2 – 0 Força e Luz
Árbitro: Leonildo Fernandes Trigueiro Filho/RN
Público: 1.486
Renda: R$ 19.045,00
Gol: Hilton 35/2 e Max 48
América: Rafael Copetti, Joazi (Murici), Adriano Alves, Alison Brand, Kaike, Leandro Melo, Adenilson, Gabriel Nunes (Hilton), Roger Gaúcho, Jean Patric (Luisinho) e Max. Treinador: Moacir Júnior
Força e Luz: Manoel, Alex, Jonathan Bill (Mariano), Cristiano, Murilo (Moabi), Edson Silva, Pereira, Boca, Vínicius Ramos (Daniel), Marcelo e Paulinho. Treinador: Airton Fonseca
Bilheteria: 1.455

quarta-feira, 13 de março de 2019

Desabafo justo reflete pensamento de muitos jornalistas

Gérson de Castro

"Profissão de fé" - Dos meus 52 anos de vida, 30 foram dedicados ao jornalismo, profissão que escolhi ainda na adolescência, graças ao prazer de ler, a vocação para escrever e o desejo de conhecer pessoas e o mundo que ia muito além dos meus horizontes de menino pobre criado no bairro das Quintas, de que guardo boas recordações, amizades que ficaram pra sempre e lições que jamais esquecerei.
Destes 30 anos de profissão, 29 foram exercidos, sem susto e sem medo, graças ao diploma conquistado a custo de muitos anos de estudos.
Fui o primeiro dos nove filhos de dona Aparecida a obter o tão sonhado diploma universitário. Foi a primeira grande conquista da minha vida. O diploma levou ao registro profissional, o reconhecimento e abriu em definitivo uma estrada que me levaria a muitas experiências - muitas exitosas, outras nem tanto.Não me arrependo das escolhas que fiz. Me arrependeria se não as tivesse feito.
O jornalismo não me trouxe fortuna. Mas me deu um conjunto de coisas de valor inestimável. Conheci lugares e pessoas e vivi experiências com as quais sequer sonharia aquele menino franzino, otimista e sonhador vindo do interior, que teve as Quintas como berço e o presente divino de ter uma mãe batalhadora, determinada e valorosa.
O jornalismo me possibilitou momentos memoráveis e a realização de sonhos. Vi de muito perto um papa que virou santo, entrevistei presidentes e personalidades políticas do tamanho e do naipe de Ulysses Guimarães, Mário Covas e escritores como Fernando Sabino e educadores como Paulo Freire, para citar apenas alguns dignos de prazerosa reverência.
O jornalismo tornou possível, também, criar os filhos e dar minha modesta contribuição, ao lado de valorosos colegas, ao que considero como um dos maiores legados da profissão: o exercício da cidadania e a defesa do estado democrático de Direito.
Há alguns anos, juízes decidiram, de forma equivocada e antidemocrática, que a obrigatoriedade do diploma universitário roubava dos que não o tinham e ainda não o tem o direito inalienável da liberdade de expressão.
A eles respondi que não, indignado com a comparação indevida, com o estabelecimento de um conflito inexistente. E continuo dizendo não.
O meu diploma de jornalista profissional não fere o direito à liberdade de expressão de quem quer seja. Principalmente no mundo atual, em que qualquer pessoa pode ser provedora de conteúdo e ocupar seu lugar no vasto mundo, sem limites, da internet, com sites, blogs e perfis no Face, no Twitter ou Instagram.
Não tenho absolutamente nada contra quem não tem o diploma universitário. Não me sinto nem ouso me achar melhor do que ninguém pelo simples fato de tê-lo. Mas os quatro anos vividos nos bancos da UFRN, ao lado de valorosos companheiros que abraçaram a profissão, me deram uma visão de vida, a consciência da responsabilidade social, a formação política e a amplidão do papel de cidadão numa sociedade que se pretende livre e democrática.
Nesses 30 anos de profissão, vivi altos e baixos, vitórias e derrotas, ganhos e perdas. Mas procurei zelar pela ética, honrei os princípios da profissão, defendi a liberdade. Comemorei acertos e reconheci erros, quando eles aconteceram. E apesar de ter investigado, elaborado e assinado matérias polêmicas que envolveram acusações criminais, jamais respondi a processo por danos a quem quer que seja. Respeitei meus companheiros, principalmente os mais novos, que sempre necessitam de alguém que lhes abra a porta e saiba transmitir conhecimentos e experiência.
Agora que as duas casas do Congresso Nacional podem, num gesto de rara grandeza, desfazer uma injustiça com a categoria dos jornalistas e repor a obrigação do diploma universitário para o exercício profissional, clamo, como sempre fiz, por Democracia e pelo reconhecimento de um direito, sem jamais esquecer os deveres.
Quero o meu diploma de volta. Tenho direito a ele. Lutei para conquistá-lo, exerci e exerço com ética, zelo e destemor a minha profissão
E quando olho para trás, falo com orgulho do que fiz e faço.
Sou jornalista profissional, diplomado.
E absoluta e intransigentemente a favor da liberdade de expressão, que, como diria Ruy Barbosa, é a mãe de todas as liberdades

quinta-feira, 7 de março de 2019

"Foco Nordeste" opina sobre 'barrigada' do comentarista Pedro Neto


Com o título "Erramos e pedimos desculpas", o jornal Tribuna do Norte trata do erro do comentarista esportivo Pedro Neto cometido na edição impressa desta quinta-feira (28), quando em sua notícia de absoluta futurologia afirma que o jogo Potiguar de Mossoró X América ocorreu e que o time rubro jogou mal. A partida, que seria realizada ontem (27), em Mossoró, ficou para esta quinta-feira, às 15h, no estádio Leonardo Nogueira. O adiamento se deu por motivo de queda de energia elétrica no estádio e em suas proximidades.
A gafe de Pedro Neto, abordado no "Erramos e pedimos desculpas" da Tribuna do Norte, que também falhou ao não fazer uma boa checagem das informações e notícias que estavam indo para a impressão na sua 15ª página, representa mais um indicativo de como as coisas tem mudado no mundo da tecnologia e da comunicação em tempo real, abrangente e de caráter universal.
Pedro Neto, certamente escreveu sua coluna com antecedência e sem saber do resultado do jogo, muito menos dos acontecimentos dentro e fora do gramado no Leonardo Nogueira, o que ele podia deduzir era que um time, o América, que vem jogando mal nas últimas partidas, não iria aprender a jogar bem de uma hora para outra. Apressado, Pedro Neto fez suas deduções e escreveu a "notícia" em sua coluna e o jornal engoliu a bobagem. Não se sabe se ele teve tempo de retificar a notícia de "futuro" antes de o jornal ser rodado na gráfica.
A questão é que não dá de forma alguma para crucificar o comentarista Pedro Neto de forma individual e sem levar em consideração os tempos que estão sendo vividos. A alta tecnologia, que veio para ficar e para reinar e independente da vontade de poderosos ou padrões hipotéticos e tupiniquins de qualidade, requer por parte dos profissionais comunicadores dos veículos tradicionais (esses em plena decadência) o esforço de uma onipresença impossível.
O tempo real das redes sociais e das grandes estruturas da internet (essas sim poderosas, gigantescas e dominantes) exige dos profissionais de mídia e também de todos os que as usam o cuidado no manuseio e na utilização de seu conteúdo. Várias gafes calamitosas estão sendo cometidas pelo mundo afora e nem o Rio Grande do Norte, nem o Brasil são exceções.
Fica a lição para Pedro Neto, para a Tribuna do Norte, para InterTV Cabugi (vacilante ultimamente) e para o Jornal Nacional da Rede Globo (que também caiu do cavalo nos últimos dias), de que a informação precisa ser dada se sabendo que ela será acompanhada e avaliada em tempo real e em cenário de permanente retorno por parte de quem a recebe (um público cada vez maior e mais universal), e que o jornal impresso é ainda mais vulnerável já que o que está escrito lá não sai mais de jeito nenhum.

NOTA: ESTE BLOG FOI UM DOS DOIS ÚNICOS A TOCAR NO ASSUNTO DA GAFE.

Peixe apaga o fogo do Dragão e enfrenta Atlético/GO


América 0 – 4 Santos

Data: quinta-feira, 7/3

Competição: Copa do Brasil

Estádio: Paulo Machado de Carvalho

Cidade: São Paulo/SP

Árbitro: Daniel Nobre Bins/RS

Público: 8.295

Renda: R$ 211.312,00

Gols: Derlis Gonzáles 34, Jean Mota 15/2, Rodrygo 24 e Felipe Aguilar 38

América: Ewerton, Vinicius, Adriano Alves, Alison Ferreira, Leandro Melo, Kaike, Diego (Alisson Brand), Adenilson, Hilton (Roger Gaúcho), Jean Patric e Adriano Pardal. Treinador: Moacir Júnior

Santos: Everson; Victor Ferraz, Felipe Aguilar, Gustavo Henrique (Wagner Leonardo); Alison (Jean Lucas), Diego Pituca; Carlos Sánchez, Soteldo, Jean Mota, Rodrygo (Eduardo Sacha) e Derlis González. Treinador: Jorge Sampaoli

Bilheteria: 7.229. Vermelho: Alison Ferreira 31/2

quarta-feira, 6 de março de 2019

Blog retifica número de jogos entre americanos


O blog retifica o enfrentamento entre o alvirrubro potiguar e o alviverde pernambucano.

Na verdade completara o cabalístico número 13 em partidas. A última aconteceu em 21/10/91, pela Série C.

Portanto, na segunda quinzena de maio, pela segunda rodada da Série C, estará completando 14.

Porém a freguesia continua recheada de goleadas em favor do adversário. Entretanto são registradas cinco vitórias, um empate e sete derrotas.

1942
0 – 8 (amistoso)
1945
1 – 5 (amistoso)
1946
2 – 7 (amistoso)
2 – 1 (Copa Cidade de Natal)
1948
2 – 4 (amistoso)
1949
2 – 3 (amistoso)
1954
1 – 6 (amistoso)
1967
0 – 1 (amistoso)
1970
4 – 2 (amistoso)
1 – 1 (amistoso)
1972
2 – 0 (Série B)
4 – 1 (Série B)
1991
1 – 0


terça-feira, 5 de março de 2019

América e Santos pela sétima vez desde os anos 70


Na noite desta quinta-feira, no Estádio Paulo Machado de Carvalho – localizado no bairro do Pacaembu (capital paulista) – o alvirrubro enfrenta o alvinegro da Baixada pela segunda fase da Copa do Brasil. É esperado público superior a 20 mil pagantes para apoiar o Peixe.

Desde 1971 o clube americano contabiliza uma vitória, um empate e quatro derrotas (oito gols pró e 18 contra). Na conta um amistoso no Juvenal Lamartine (o primeiro) e cinco partidas oficiais pelo campeonato nacional (Série A), com vitória potiguar no Urbano Caldeira (Vila Belmiro). A seguir o retrospecto.

1971
1 – 2
1973
1 – 6
1997
0 – 2
1998
2 – 2
2007
3 – 2
1 – 4