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terça-feira, 7 de maio de 2024

O destino do "Bossa" é um grande mistério


JOSÉ VANILSON JULIÃO

Protagonista de polêmico caso de rescisão contratual, por iniciativa de um atleta, ocorrido no futebol potiguar, o destino do jogador Matheus Cotulio Bossa é, no momento, incerto.

Pelo menos inexiste o próximo clube a lhe entregar uma nova camisa colorida para vestir dentro de campo. Até agora um dos principais sites que divulga transferências e contratos  o tem como do América/RN.

Um dia depois da torcida americana ser surpreendida com a notícia, divulgada com exclusividade pelo repórter Mallik Nagib (96 FM), de que o meia paulista Matheusinho havia entrado com ação na Justiça Trabalhista com o fim de rescindir o contrato, o pedido é aceito nesta terça-feira. Com divulgação inédita do narrador Marcos Lopes (95 FM)

O que causou impacto e estranheza no primeiro instante foi o fato dele pedir a revogação do contrato no dia seguinte ao participar da vitória do alvirrubro na segunda rodada da Série D (quarta divisão nacional) sobre o Atlético cearense. 3 x 0 foi o resultado na noite do domingo, na Arena das Dunas.

Matheusinho, mais uma vez, teve uma atuação apagada. Mas não teve nem tempo. Entrou na etapa complementar em andamento no lugar de Gustavo Ramos, que saiu contundido, depois de substituir o meia Norberto.

O jogador, com a liberação pelo Judiciário, agora vai esperar pelo pagamento de salários, direitos trabalhistas e as "luvas" e demais penduricalhos, que alega em atraso por parte da Sociedade Anônima que administra o futebol da agremiação bicampeã estadual.

O redator acredita que ele participou do último jogo para que não partisse dele o rompimento sem cumprir o estabelecido: receber e jogar. Esperou o momento certo para agir assessorado por advogado. Também acho que a SAF nessa dançou: contratar um desconhecido com salário alto.

Há quem diga que o montante é exorbitante para tão pouco tempo. Mas é aquele negócio: jogador de futebol tem que aproveitar o momento da curta carreira: 15 anos em média. Compete aos dirigentes não entrar no conto do vigário.

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