terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O menino, a tia, os personagens das histórias em quadrinhos e do cinema

Nestes quase quatro meses de estaleiro (ver post anterior), de papo para cima na cama de um hospital, com o fim de passar o tempo, li livros e permaneci pensando na minha faceta de jornalista, sempre fixando na memória algum assunto quer, por ventura, surgisse ao meu redor.
Ao meu lado, a dedicada tia Maria Aldenora Cavalcante. Era a ela a quem Luiz Guilherme, 3 anos, aproveitando telefonemas e a deixa do pai, José Maria Júnior (filho da prima Maria Lúcia Soares), cobrava um boneco de plástico do Homem de Ferro. Já tinha o Homem Aranha e o Capitão América.
Luiz Guilherme ganhou o personagem. E na minha chegada em Açu, no interior do RN, para recuperação, o menino, agora, cobra mais um personagem para a coleção.
É certo que o garoto nunca ouviu falar na EBAL, a Editora Brasil América Limitada, fundada por Adolfo Aizen no Rio de Janeiro, que, nos anos 60,  ficou famosa publicando histórias em quadrinhos. Certamente ouviu falar dos personagens pela televisão.
Os citados personagens foram criados pelo americano Stanley Martin Lieber, o Stan Lee, nascido em Nova York (1922), em parceria com o desenhista Jack Kirby, o mais conhecido e da primeira parceria.
Lee criou super-heróis complexos e problemáticos, dando ao gênero um tom mais "humano", na contramão da principal editora de HQs da época, DC Comics, detentora dos direitos de personagens famosos como Superman, e Mulher-Maravilha, que seguiam no tom de super-heróis "invencíveis", "insuperáveis", revolucionando o gênero[ .
O sucesso foi fundamental para transformar a Marvel, de uma pequena editora, para uma das maiores corporações multimídia de entretenimento do mundo.
Entre as criações Huik, X Men, DemolidorPantera NegraThorOs oVingadoresQuarteto oFantástico e Doutor Estranho

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