Consulta

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Brasil continua perdendo espaço na escala mundial


A paralisação, greve ou locaute dos caminhoneiros – seja lá o que for – chamou a atenção nacional e ofuscou, até mesmo, a pré-candidatura do presidiário Lula.

Entretanto o que aguçou a minha curiosidade de jornalista, no final da noite da segunda-feira (28) foi a noticia que já corria três dias antes.

Trata-se do anúncio, pelo presidente colombiano, do ingresso de seu país na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

E ao mesmo tempo na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), sendo, agora, um dos três membros latino-americanos, ao lado do Chile e México.

Com isso me parece que o Brasil continua perdendo espaço na política externa e no comércio internacional.

A notícia passada oficialmente pelo mandatário Juan Manoel Santos não foi recebida de bom grado pelo reeleito presidente venezuelano Nicolas Maduro Moros.

Porém o ditador bolivariano reclama sem poder alegar que foi pego de surpresa, pois o pedido do ingresso da nação vizinha vinha sendo analisado desde 2013.

Portanto no mesmo ano da morte do mentor da republiqueta ‘neo-socialista’, Hugo Rafael Chávez Fria, acontecida em março.

Diante disso fui olhar o mapa da America do Sul e a Colômbia tem todo o direito de participar da aliança política e militar originada em abril de 49 (quatro anos após o fim da II Guerra).

Pelo menos do ponto geográfico. O litoral colombiano fica de frente para o Mar das Antilhas ou Caraíbas (Oceano Atlântico Norte), bem acima da Linha do Equador. E abaixo do Trópico de Câncer, a linha imaginária que delimita o acordo.

Assim como a Venezuela. O detalhe é que acima da linha equatorial, quase de frente para o mar antilhano, fica o estado brasileiro do Amapá (Região Norte).

O curioso é que entre os 29 membros atuais estão ex-países comunistas, como a Albânia, ou nações surgidas independentes com a dissolução de estados totalitários que eram satélites da antiga União Soviética, o carro chefe do extinto Pacto de Varsóvia (55), o contraponto.

Entre os países membros existem várias situações. A Colômbia passa a ser um parceiro global com a assinatura oficial do acordo em Bruxelas, capital belga, sede da OTAN.

sábado, 19 de maio de 2018

Uma homenagem ao delegado Maurílio Pinto de Medeiros



quarta-feira, 25 de abril de 2018

Diretor do site e jornal “Agora” nomeado coordenador de fundação pelo governador


A maioria dos blogs famosos da capital não deu. Segundo o blog do xerife caicoense Robson Pires noticia, na terça-feira, 24, o governador Robinson Mesquita Faria (PSD) teria nomeado o diretor administrativo do impresso “Agora”,Edilson da Cunha Viana, coordenador de Inovação Tecnológica da Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern).

Entretanto, ainda na edição em papel da quarta-feira, consta o nome dele no expediente da mídia surgida primeiro na versão on line em 2016. Para quem não sabe o nomeado é pai do editor-chefe, o jornalista Alex Viana.

domingo, 11 de março de 2018

A verdade sobre o fenômeno Miguel Mossoró


Tadeu Arruda Câmara

O PTC (Partido Trabalhista Cristão) estava em ferrenha disputa quando o empresário Augusto Maranhão, homem de boa cepa que, além de gostar do que fazia (transporte coletivo) e de adorar política, entrou na briga.
Sendo ele amigo de Miguel Joaquim da Silva, sargento reformado do Exército Brasileiro, conhecido por Miguel Mossoró, que, além de gostar de política e de ser uma figura bem-humorada, saiu vencedor.
Com sonhos extravagantes, parecia até Dom Quixote de La Mancha, personagem de seu xará Miguel de Cervantes, em busca de sua amada Dulcinéia, chamada Prefeitura de Natal.
Terminadas as convenções aparecem os candidatos a prefeito: Carlos Eduardo (PSB), Luiz Almir (PSDB), Miguel Mossoró (PTC), Fátima Bezerra (PT), Ney Lopes (PFL), Dário (PSTU) e Leandro (PHS).
É dado o sinal de partida para o grande pleito. Os meios de comunicação caem em campo entrevistando os candidatos, sempre com a velha e conhecida pergunta: “Você tem plano de trabalho para administrar Natal?” Uns respondiam saneamento básico, outros, transportes coletivos, saúde, segurança, etc.
Uma emissora de televisão entrevista Miguel Mossoró fazendo a crucial pergunta: “Miguel Mossoró, o senhor já tem seu Plano de trabalho para administrar Natal? Ele responde: tenho sim, senhor. O repórter pede, então, que ele mostre para os telespectadores o Plano. Foi aí que a coisa pegou. Miguel se contorce todo, coça a cabeça, gagueja e sai com essa: “Não posso, o Plano está dentro de cofre bem seguro, guardadinho para ninguém copiar”.
Inicia-se aí, a figura cômica e controversa do candidato Miguel Mossoró, ou simplesmente Mossoró.
Contou-me Augusto Maranhão que, servindo o exército na ilha de Fernando de Noronha, escutava sempre os ilhéus dizerem que, de vez em quando, viam as chaminés das indústrias de Natal expelirem fumaça.
Claro que era brincadeira. Brincadeira que foi assunto num almoço no restaurante Xique-Xique, em plena campanha, onde estavam presentes o candidato Mossoró, um jornalista e alguns convidados. Mossoró, escutando a história dos ilhéus e, criticando a demora da ponte Forte dos Reis Magos/Redinha, sentencia: “sendo prefeito de Natal, vou construir uma ponte de Natal a Fernando de Noronha.
Não deu outra. O jornalista entrevista Miguel Mossoró e publica extensa matéria num dos jornais de maior circulação do Estado. Miguel cria notoriedade. A imprensa, em geral, tenta passar Mossoró por um lunático, fazendo-o ficar mais conhecido.
Augusto Maranhão derrete-se em risos, chama Mossoró e diz que encontrou quem emprestasse o dinheiro para construir a monumental ponte. O dinheiro viria dos países árabes. Eram os ‘petrodólares’. Miguel aceita e anuncia, em seu programa eleitoral no rádio e televisão, que os recursos estavam chegando.
Augusto cria o personagem do xeique, fantasiando o próprio irmão (servidor aposentado do TRT/6ª Região) a caráter, com turbante e túnica, levando-o para o programa eleitoral como sendo o representante dos árabes. Foi sucesso total! Augusto leva Mossoró para a praia, criando mais um programa eleitoral. Desta vez, combatendo o turismo sexual, quando chama uma transeunte e manda fazer o pedido de socorro a Mossoró, já que um gringo a perseguia. Miguel Mossoró grita, dizendo que daria uma ‘mãozada’, surgindo daí, a sua marca característica.
Não podemos deixar de relatar o importante papel que o ‘Jornal de Hoje’, maior em circulação no Estado, teve ao dar ao candidato Mossoró, o mesmo espaço dos demais, levando-o a sério através, principalmente, dos jornalistas Ivo Freire e Jurandir Nóbrega. Certo dia, cheguei até o superintendente, senhor Marcos Aurélio, dizendo que não haveria segundo turno; que a máquina do governo Vilma de Faria estava azeitada, pronta para liquidar a eleição no primeiro turno. Ele respondeu que o jornal estava a serviço de todos.
Criei ânimo e fui até a residência de Miguel Mossoró. Chegando lá, encontro toda a família, seis filhos, a esposa e um genro. Peço para fazer uma reunião, no que sou atendido. Mossoró era meu velho amigo e irmão camarada.
Dando início à reunião, disse que a campanha estava muito boa, que tudo até aquele instante funcionou muito bem, mas era como fogo que não queimava. Existia muita repercussão em torno da figura dele, mas era necessário mudar a bússola eleitoral, fazendo de toda aquela brincadeira um programa sério, pois até agora ele, conforme as pesquisas não saíam dos 0,6 pontos percentuais.
Citei como exemplo Luís Rebouças, conhecido por OVNI, que ficou famoso até no “New York Times”, e não obteve nenhuma votação para vereador. Falei que estava ali sem interesse algum, nada queria, e sim, ajudar o amigo que em outras épocas havia me ajudado.
Encontro-me com Augusto Maranhão e, de comum acordo, elaboramos nova estratégia: o próximo programa eleitoral seguiria outra linha. Miguel Mossoró diria que estava chegando o fim de mais uma campanha política em Natal, que garantia não fazer ninguém chorar (isto para mostrar que ele tirou a acidez da eleição), que era um homem sério, que as brincadeiras foram a maneira mais prática de criticar os maus políticos. Todos concordam; principalmente Márcia, a filha que Mossoró mais escuta.
Voltando para o Jornal de Hoje, pedi ao Jornalista Ivo Freire que colocasse na ‘Coluna Entrelinhas’ minha opção: em vez de votar no candidato da governadora Vilma de Faria, Carlos Eduardo, na candidata do presidente Lula, Fátima Bezerra ou no candidato Nei Lopes, com propostas de vender galeto barato, coisa ultrapassada do tempo do galego do Alecrim, eu preferia sonhar pescando na futura ponte de Fernando de Noronha.
O assessor da governadora, Cláudio Porpino, havia criado a ‘Onda Quarenta’, fazendo grande carreata. Eu imediatamente parodiei, criando a ‘Marola Trinta e Seis’, número de Mossoró, e marquei uma carreata para um dia de sábado. Usando uma caminhonete de minha propriedade, fiz o Miguel Móvel, adaptei uma sirene de ambulância, um som improvisado com a música do “bezerro mamador” (história de um bezerro que passou do tempo de apartar), criticando o prefeito.
Colocamos o bloco na rua. Foi sucesso total, Mossoró, com a família na carroceria, gesticulava mãozadas para os gringos e eu fazia a locução. No meio da carreata, aparece Augusto Maranhão dizendo que não acreditava no que via. Eram muitos carros. Seguíamos em direção à praia, onde seria a construção da ponte de Fernando de Noronha. Chegando lá, os discursos foram os mais variados. A multidão delirava... Os jornais, rádio e televisão deram o maior destaque.
Depois que mudamos o azimute da campanha, Miguel Mossoró começou a subir nas pesquisas, saindo de 0,6%, nos últimos quarenta dias, para 18% na reta final. A governadora Vilma de Faria, juntamente com Micarla de Souza, entrou em desespero; ambas “batiam” (via TV Ponta Negra) em Mossoró a todo instante, com frases pesadas, como: “ele é maluco” e “quem o acompanha também é desajustado”. Eu orientava Mossoró para não responder, que tudo aquilo já era desespero.
Para completar o cenário e rebater as nefastas palavras da governadora, fomos para o ‘Beco da Lama’, para nos reunir com jornalistas, escritores e poetas. Estacionamos o Miguel Móvel e haja discurso.
Foi aí, que tive a idéia de convidar o Presidente da OAB, Joanilson de Paula Rego, dizendo que não estávamos forçando sua adesão, mas que ele fosse dizer alguma coisa, inclusive para a classe de intelectuais sobre a campanha. Doutor Joanilson, atendendo nosso pedido, subiu no Miguel Móvel (já nos nossos braços) e discursou bonito, dizendo que Miguel Mossoró era o gemido do povo. No outro dia, os jornais estamparam: Doutor joanilson de Paula Rego adere à campanha de Miguel Mossoró.
Finalmente, preparei tudo para o dia da eleição. Um carro com teto solar, pelo qual Miguel Mossoró se apresentaria e acenaria para os eleitores nas principais ruas e avenidas de Natal. Só que, logo cedo, aparece um advogado, salvo engano, chamado Saldanha dizendo que, se ele fizesse isso, seria preso, pois era contra as leis eleitorais. Ainda relutei, mas Miguel disse que era melhor seguir os conselhos dele. Depois, descobrimos que ele veio a mandado de um adversário.
Finalmente tivemos o primeiro turno com os seguintes resultados: CARLOS EDUARDO (PSB) 137.664 (37,3%), LUIZ ALMIR (PSDB) 112.403 (30,46%), MIGUEL MOSSORO (PTC) 67.065 (18,17%), FATIMA BEZERRA (PT) 27.331 (7,41%), NEY LOPES (PFL) 21.115 (5,72%), DÁRIO (PSTU) 2.702 (0,73%) e LEANDRO (PHS) 760 (0,21%).

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Jornalista paulista foi ‘colega’ de faculdade de Henrique

Durante o programa “Os Pingos no Is”, da Rádio Jovem Pan, o jornalista Augusto Nunes revelou que chegou a frequentar a mesma sala na Faculdade de Direito, no Rio, ao lado do ex-deputado federal e ex-ministro Henrique Eduardo de Lira Alves.

A revelação aconteceu no final da tarde/começo da noite desta quarta-feira, na esteira da notícia sobre mais uma denúncia do Ministério Público Federal em desfavor do ex-parlamentar potiguar. Segundo o jornalista, Henrique era caladão, porém se manifestava nos rachões de futebol.

Nunes cita outro aluno filho de um político mineiro, que depois foi eleito deputado federal.

O jornalista foi contemporâneo deles em 1968 e comete uma inadvertida mentira, ao afirmar que, na ocasião, Henrique se preparava para substituir o pai, o ex-governador e então deputado federal Aluizio Alves.


Henrique realmente segue carreira política. Porém somente aconteceu mais prematuramente devido a cassação dos direitos políticos do pai no ano seguinte.

domingo, 12 de novembro de 2017

O diferencial da tecnologia japonesa e o uivo tupiniquim

Sem entrar diretamente na complexa questão da invasão de supostos trabalhadores campônios ligados ao Movimento dos Sem-Terra a uma propriedade privada, uma fazenda pertencente a uma família de japoneses, nestes dias de novembro, o que mais me chamou a atenção mesmo foram os uivos selvagens e fanáticos da turma de mascarados.
Depois o que me veio à mente foi o diferencial para a cultura nipônica e a tecnologia das fábricas do país do sol nascente. Todas multinacionais com filiais nos cinco continentes, inclusive na América do Sul, precisamente em território tupiniquim, onde se encontra uma das maiores concentração de descendentes da nação do imperador Akihito, ao lado do Peru.
Enquanto os desordeiros invadem uma fazenda produtiva, na cidade de Correntina, no oeste da Bahia, os japoneses – sem terem inventado o automóvel, a motocicleta, o televisor, a máquina fotográfica e relógio – tem as maiores e mais respeitadas marcas destas áreas industriais.
Vejamos: autos (Toyota, Honda, Daihatsu, Nissan, Suzuki, Mazda, Mitsubishi, Subaru, Isuzu, Kawasaki, Yamaha e Mitsuoka); motos (Yamaha, Kawasaki, Honda e Suzuki) e eletrônicos (Pentax, Nikon, Canon, Sony, Casio, Citizen, Fujifilm, Hitachi, NEC, Nitendo, Olympus, Panasonic, Pioneer, Ricoh, Seiko, Sharp, TDK e Toshiba.

A Fazenda Iragashi cultiva batatas, cenouras, feijão, tomate, cebola, soja, entre outros. O crime aconteceu na quinta-feira (2). Cerca de mil pessoas participaram da depredação. Parte dos invasores se concentrou na entrada da cidade para novos “protestos”. O caos só teve fim após a Polícia Militar garantir que ninguém seria preso. Para os proprietários, só resta o prejuízo absurdo.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Uma homenagem póstuma para Zé Maia

Não pude ir ao velório e sepultamento do amigo José Maia, falecido esta semana, em decorrência de seqüelas de acidente vascular cerebral, o AVC.
Como testemunha ocular do empenho dele pelo esporte amador, principal o futebol, a partir de meados dos anos 90, com total apoio do ex-presidente da Câmara de Vereadores de Natal, o torcedor do Fluminense e abecedista Edmilson Lima.
Zé, torcedor americano e botafoguense, foi o principal articulador para o aproveitamento de uma área, entre os conjuntos Pirangi e Jiqui, na Zona Sul da capital potiguar, transformada em um pequeno estádio de futebol, dotado de vestiários, gramado e iluminação.
O equipamento esportivo passou a ser local de encontro de futebolistas amadores e antigos jogadores aposentados. Em homenagem transcrevo reportagem do Diário de Natal sobre uma audiência pública no Poder Legislativo municipal, publicada na edição de 30 de março de 2010.

“A destinação do campo foi tema de audiência pública desta quarta-feira (3), por iniciativa do vereador Júlio Protásio (PSB). A área não possui regulamentação, servindo para a prática de esporte na comunidade e as atividades de um centro comercial.
O ministério público impetrou uma ação questionando o uso da área pública em benefício de particulares. Segundo o presidente do Centro Esportivo do Jiqui, José Maia, não houve sequer uma visita do órgão ao local.
“O Centro serve a comunidade não só do Jiqui, mas a toda Natal. Não temos como manter o campo sem a verba já que a Prefeitura não tem gastos com o esporte na comunidade”, pontua.
Outro questionamento do Ministério Público seria sobre a cobrança de taxas à comunidade que estaria limitando a participação da comunidade mais carente. “Se chegar alguém alegando que não tem como pagar a taxa, que serve unicamente para a manutenção do campo, não deixa de jogar. Cuidamos do campo, sem deixar falta a estrutura necessária para o esporte na comunidade. Essa é uma função social que não pode acabar no bairro”, declara José Maia.
O representante dos comerciantes, Glênio Chagas Queiroz, lembrou o papel social do centro ao evitar que o bairro abrigasse uma favela no local. “O que existia antes era um abandono total e uma invasão de posseiros que poderia causar um impacto negativo na comunidade do Jiqui com problemas inerentes a esse tipo de ocupação”, justifica.
Segundo ele, o objetivo maior da construção do centro é a valorização do esporte. “O Jiqui sempre foi destaque na prática esportiva, craques renomados passaram por este centro. Com muito sacrifício levantamos aquela área construída. Comerciantes dedicaram toda uma vida ao comércio, pagam IPTU, possuem alvará e não acho justo chegar ao ponto de acabar uma área importante para a comunidade”, alega.
Segundo o secretário adjunto da secretaria municipal de Esporte e Lazer, Robson Coelho, não é intenção requerer a área, mas de regularizar junto ao Ministério Público a situação. “Temos em Natal 19 campos e 19 quadras. É inegável que a Prefeitura não tem como arcar com a manutenção de todas essas instalações. A minha sugestão é que seja feita uma minuta de cessão de usos para que os centros esportivos não só de Jiqui, mas também de todos os outros bairros que enfrentam ação semelhante, possam continuar a prática do esporte. O Ministério Público achou excelente a idéia, desde que uma série de critérios de funcionamento sejam fixadas”.
As regras deveriam cumprir com algumas diretrizes, como abrir gratuitamente em determinados dias da semana para a comunidade. O vereador Júlio Protásio, acredita que deve haver uma reunião entre o Ministério Público, comerciantes, comunidade para que haja um acordo para solucionar o impasse. Para o uso do centro comercial, vamos viabilizar uma minuta de lei autorizando a área pública para o uso comercial. “Vamos lutar em prol da regularização da área, garantindo a prática do esporte na comunidade do Jiqui”, ressalta.

O vereador Chagas Catarino apresentou sensibilidade à causa, como apreciador e esportista de futebol. Os vereadores Hermano Morais (PMDB) e Júlia Arruda (PSB) justificaram ausência. O Ministério Público justificou sua ausência na audiência, tendo em vista outros compromissos."