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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Fundador do "Jornal Regional" é candidato a vereador em Parnamirim

O fundador do impresso mensal JORNAL REGIONAL, Valdemir Ferreira da Silva, o “Tapioca”, é candidato a vereador e pleiteia ao eleitorado parnamirinense uma cadeira no Poder Legislativo municipal.

Valdemir é nascido em São José do Mipibu, uma das 12 cidades da região metropolitana da capital potiguar. Mas chegou menino em Parnamirim e recentemente tornou-se cidadão local por ato da Camara.

Serviu a Aeronáutica, ao Judiciário. É treinador de futebol diplomado. Desde o começo da década de 90 dedica-se ao projeto de base futebolística, que conta com o apoio dos comandos da Polícia Militar e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), sediado na Zona Norte de Natal.


Evangélico ele é e certamente contará com votação dos protestantes. E dos desportistas. E das comunidades e bairros. O jornal que fundou, revelo, contou com meu incentivo.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Torcida do América continua a construção do estádio do clube em Parnamirim

O grupo "Amigos do América", composto por conselheiros e ex-atletas do clube, lançou uma medalha comemorativa em homenagem ao centenário americano,, que está sendo comercializada ao valor de R$ 100,00, com receita destinada à construção da Arena América, estádio localizado no complexo do Centro de Treinamento Abílio Medeiros, na cidade de Parnamirim (região metropolitana da capital potiguar).

O primeiro lote das medalhas já está praticamente no fim e as últimas unidades podem ser adquiridas com os conselheiros Carlos Gurgel (99982-5797), Hélio Santa Rosa (99982-4344) e Ribamar Cavalcante (99988-3050).

sábado, 23 de julho de 2016

A atualidade de um comentário a cerca do mau político

Sobre fisiologismo ou oportunismo na política nacional

Tadeu Arruda Câmara

Economista

Você sabe o que é Fisiologismo? Calma, prezado leitor, não pretendo esnobar seus conhecimentos nem tão pouco provocar parte da população que faz da honestidade um princípio de vida.
Dirijo-me, aí sim, àquela multidão entorpecida pela mídia, sempre recebendo dinheiro com planos eleitoreiros, enfileirando-se nas zonas eleitorais, levando a famosa “cola” (nomes dos candidatos anotados) à cabine eleitoral, elegendo nossos governantes e parlamentares.
Esse tipo de eleitor, passados alguns meses, quando perguntado quais foram seus candidatos, responde: “Nem me lembro mais, foi um amigo que pediu”.
Não sabe ele que agindo dessa maneira, sem querer, torna-se cúmplice de bandidos e malfeitores que contaminam a nação brasileira.
Fisiologismo é o que está acontecendo agora, depois das posses dos eleitos, muitos deles indicando cargos para pessoas desqualificadas nas empresas do governo. A disputa maior é naquelas onde fluem mais recursos.
Essa relação incestuosa entre parlamentares, o executivo, muitas das vezes o judiciário, beneficiando pessoas e, às vezes grupos, com o poder político, tendo como moeda de troca o número de votantes, chama-se fisiologismo.
Nosso país está voltando ao tempo das capitanias hereditárias, só que com outra roupagem: o governo, agora, está loteando cargos com os partidos políticos.
Como se não bastassem as classes dos banqueiros e das construtoras, os maiores financiadores de campanhas políticas, fazedores , até mesmo, de bancadas dentro do Congresso Nacional, surge a bancada dos evangélicos que, aproveitando-se da boa-fé do nosso povo, explora o sangue de Cristo nos conchavos políticos, esquecendo os ensinamentos do Messias quando inquirido: “É-nos lícito dar tributo a César, ou não? Mas Jesus, percebendo a astúcia deles, disse-lhes: mostrai-me um denário. De quem é a imagem e a inscrição que ele tem? Responderam: de César . Disse-lhes então: dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”.
No momento, a briga é grande entre os dois maiores partidos. O PT, Partido dos Trabalhadores, que quando oposição combatia veementemente os fisiologistas, e o PMDB, partido que esqueceu os ensinamentos de Ulisses Guimarães.
Eles engalfinham-se na busca de espaço, palmo a palmo, não escapando nem mesmo nossa Previdência, maior verdugo dos nossos aposentados.
O desfibramento é grande. É tão grande, que criaram a lei chamada Ficha Limpa, com o intuito de diminuir os escândalos dos fisiologistas, não deixando o candidato bandido ser combatido nas urnas, e sim, no Judiciário.
Só que o Judiciário também tem suas manhas. Conheço um caso gravíssimo na primeira zona eleitoral em Natal que faz três anos e até agora nada de julgar.
Essa lei é tão esdrúxula que deixa margem para que um inocente seja cassado e um culpado inocentado dentro do insondável mundo jurídico.
Você já viu algum ‘mensaleiro’ ou sanguessuga preso? Foi o Arruda na operação Caixa de Pandora, mas, como boi de piranha, para mostrar que nunca neste país houve governo mais ético como este.
Fiquei perplexo quando Gilberto Carvalho, assumindo a secretaria geral, disse: “O presidente Lula poderia ter se livrado de mim em momentos críticos pelos quais passei. Jamais vou esquecer quando voltei do segundo depoimento na CPI e ele tinha atrasado uma viagem me esperando sentado na minha sala para dizer: ‘Gilbertinho, vamos tomar uma cachacinha para você esquecer essas coisas’”.
Fosse num país sério os dois estariam na cadeia. Na China, iria pro fuzilamento.


PS: comentário publicado na página de Opinião do diário vespertino O JORNAL DE HOJE (novembro de 2011) e postado com autorização do autor.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Camisa comemorativa do América de Natal/RN é sucesso

A camisa comemorativa lançada pelo América de Natal é um grande sucesso. Vai render ao clube receita extra de R$ 100.000,00.

Custa R$ 399,00, com a venda direcionada aos conselheiros do clube. Até terça-feira a direção contabilizava a venda de 230 unidades.

As camisas já estão sendo entregues na famosa sede da Rua Rodrigues Alves, no bairro do Tirol.

Quem se interessar em adquirir a camisa deve procurar a sede social ou ligar para o fone 3211.4326. Ainda restam 20 unidades.

Mais informações e vendas, exclusivamente com a senhora Érica.

HISTÓRIA
Fundado em 14 de Julho, o clube era azul. Foi o primeiro campeão estadual em 1919 ainda com esta cor. Na década seguinte trocou pelo vermelho.

A camisa especial azul, com listras verticais em vermelho e branco, é para se guardar. Tem o detalhe do escudo encimado por seis estrelas.

Uma primeira fila com quatro estrelas amarelas, representa o tetracampeonato 79/82 (com o último título invicto).

No meio delas uma estrela prateada. Um pouco acima uma maior. Representam o Campeão do Centenário (bi: 14/15) e a Copa do Nordeste (1998).

Para quem não sabe o América do Rio foi preto. O de Recife, verde, foi azul e branco. O de BH verde e branco ou verde e preto.


terça-feira, 12 de julho de 2016

Minha homenagem ao eclético repórter Justino Neto

Há seis anos que não me encontrava com o radialista e jornalista jucurutuense Justino Neto, a quem conheci a partir de agosto de 1982, na redação do diário matutino Tribuna do Norte.

“Justa” começou na cobertura esportiva em 74 ou 75, como plantão esportivo na Rádio Nordeste, na equipe terceirizada do famoso locutor Audi Frazão Doudment (pai de Jorge e Audi Filho, narradores), vindo da Difusora de Mossoró, depois de passagem pela emissora católica dos pernambucanos, a Olinda.

Foi da Nordeste que Justino saiu para a Cabugi, atual Globo AM, ainda como plantonista. Competente e com furos de reportagem, passou a repórter e narrador. Cobriu, praticamente, até os anos 90, todos os clubes, grande, médio ou pequeno.

Em um momento da carreira reportou a notícias do Alecrim, com as exclusivas de final de expediente na Federação de Futebol. A agenda de telefone dele era sempre repleta e atual, com os números dos profissionais, jogadores, treinadores, dirigentes, etc.

Ele chamava atenção, também, pelo porte atlético e físico, de jogador que não seguiu carreira. Antes de ser repórter, foi bancário.

Antes de 2010, quando me encontrava no semanário Jornal de Natal, recebi convite dele para ir a’O Mossoroense, mas declinei da oportunidade para permanecer com a mamãe.

Dele conto a passagem de um final de tarde de sábado. Saída da Peixada Potengi. Da Tavares de Lira. Bairro da Ribeira. Eu no banco traseiro. Ele no banco de passageiro, ao lado do massagista Furão, do ABC.

Passei a adorar os dois. Havia feito um buraco no banco do Fusca bege, novinho, com farol “Fafá de Belém”. Com cigarro. Nada disseram. Mesmo avisados de um provável incêndio. Continuamos a tomar cerveja.

Justino, ultimamente, se dedicava ao blog ESPORTE NA REDE.


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Academia homenageia o jornalista Joanilo de Paula Rêgo

O presidente da Academia de Letras Jurídicas/RN, procurador Adalberto Targino, convida literatos, juristas, promotores de Justiça, procuradores, defensores públicos, professores, jornalistas, autoridades em geral, amigos, parentes e admiradores do acadêmico Joanilo de Paula Rêgo, para homenagem póstuma, que lhe será prestada no dia 01/07, às 10 horas, no auditório da Procuradoria Geral do Estado, na avenida Afonso Pena, 1155 – Tirol.

Como orador oficial o acadêmico Joanilson de Paula Rêgo (procurador, professor universitário e irmão do falecido), que fará alocução sobre a brilhante trajetória do pranteado como escritor, advogado, jornalista e professor, deixando o exemplo de erudição, coragem e criatividade literária.

A relevante apologia contará com a presença de escritores e juristas renomado de todo o Estado, que darão testemunhos e depoimentos da paradigmática atuação de Joanilo de Paula Rêgo, tanto na vida pública como em jornais e revistas do país. (jornalista Célia Azevêdo)

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Eder faz sucesso na Azzurra, a exemplo dos pioneiros

O atacante brasileiro e naturalizado italiano Éder Citadin Martins, 29, nascido no município catarinense de Lauro Muller, faz história com a seleção italiana de futebol, ao marcar o segundo gol da vitória, aos 43 do segundo tempo, no segundo jogo da fase de grupos, contra a Suécia, nesta quinta (16)..
O jogador, de 1,78 metros, estreou pela Azzurra em 28 de março do ano passado, contra a Bulgária, em partida válida pelas eliminatórias, marcando um dos gols do empate em 2 – 2.
Atualmente joga pela Internazionale de Milão. Primeiro foi contratado por empréstimo pelo desconhecido Frosinone para disputar a Série B (segunda divisão), e 2008, após o Empoli contratá-lo ao Criciúma.
Em 20 de agosto de 2010 acertou com o Brescia por empréstimo. Anotou apenas seis gols em 35 jogos e, no dia 13 de julho de 2011, foi vendido para o Cesena.
Outros “italianos”
O avançado Amauri jogou apenas um ano no futebol brasileiro antes de se transferir para o Napoli (2000). Chamado para a Seleção Brasileira (2009) conseguiu a dupla nacionalidade um ano depois. Após a Copa da África foi convocado pela primeira vez para a seleção italiana. Também atuou pelo Parma.
O volante Thiago Motta, natural de S. Bernardo do Campo/SP, começou na nase do Juventus, do bairro da Mooca, capital paulista. Já na infância adquiriu cidadania italiana por sua ascendência e não naturalização.
Jogou no Brasil até 1999, quando se transferiu ao time B do Barcelona, e chegou a jogar pela Seleção Brasileira Sub-23. Em 2010 recebeu a autorização da Fifa para defender a Itália e desde 2011 tem sido convocado. Tem passagem pelo Paris Saint-Germain.
Pioneiros
O primeiro brasileiro a atuar no ‘país da bota’ foi Anfilogino Guarisi, o Filó, zagueiro transferido do Corinthians Paulista para o futebol peninsular em 1931, via Lazio de Roma, a capital, sendo campeão na Copa do Mundo de 1934, na Europa. O atacante mineiro Nininho atuou pela Azzurra na Eliminatórias para o Mundial de 34.
O ex-jogador de maior sucesso e fama a atuar pelo selecionado italiano foi o paulista José João Altafini, o Mazzola. Jogou pelo Palmeiras e, em 1958, durante o campeonato mundial da Suécia, aos 20 anos, foi contratado pelo Milan.
Ficou no futebol italiano por 18 anos, passando ainda por Napoli e Juventus de Turim. Ao encerrar a carreira passou a comentarista na Rádio e Televisão Italiana (RAI).
O apelido no Brasil surgiu em homenagem ao jogador Mazzola, do Torino, morto em acidente aéreo com a delegação na década de 40. E pai do outro Mazzola, vice na Copa do México (70).
Outro a vestir a camisola azul foi o paulista de Jaú e ex-santista Ângelo Benedicto Sormani, em 1962, a exemplo de Altafini. O carioca e ex-botafoguense Dino da Costa fez sucesso nos anos 50/60.
*Depois de outro intervalo alheio a vontade do responsável pelo blog, bem menos longo que o anterior, recomeço os comentários sobre assuntos variados. Agradeço aos quase dez mil internautas. Ainda em recuperação gradual de acidente doméstico, procuro, agora, manter uma série de textos.

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