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domingo, 16 de abril de 2023

O goleiro da “Seleção Fantasma” do Nordeste (III)

 

Xixico na ponta-direita do Fortaleza em 1927

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Após participar da única partida oficial pelo Fluminense, na segunda semana de setembro de 1933, Domício Gomes das Neves, o “Nenê”, retorna ao Rio Grande do Norte, quando teria recebido a inesperada notícia de que a genitora se encontrava enferma.

Presume-se que, entre setembro/outubro, chega ainda há tempo de participar do primeiro turno do campeonato estadual, com a camisa número um do Sport Club Natal (pelo qual também participa da competição em 1934).

Sendo iniciado (1 de outubro) com a participação de ABC, América Força e Luz (primeiro com este nome) e Baixa Verde (atual município de João Câmara).

A competição com desistências do Sport (o rubro-negro do remo) e Força e Luz, equipe vinculada a Companhia concessionária do serviço de energia elétrica e bondes, causam vitórias por WO aos demais participantes.

Dos dez jogos programados para o turno aconteceram apenas quatro com a bola em movimento: América 3 x 2 Baixa Verde (22/10), ABC 8 x 1 Baixa Verde (24/10), América 5 x 1 Força e Luz (29/10) e América 6 x 3 ABC (12/11).

O returno acontece com os clubes restantes: os dois grandes da capital e o representante do interior do Estado. Resultados: ABC 6 x 0 Baixa Verde (26/11), Baixa Verde 4 x 3 América (10/12) e o clássico natalense com um gol para cada lado (24/12).

Com a interrupção para os treinamentos do elenco potiguar, em preparação ao Campeonato Brasileiro de Seleções, a decisão acontece no ano seguinte. 2 x 2 (8/4) e ABC 6 x 4 América (15/4).

O título alvinegro e o segundo da série de dez “canecos” completada com a taça de 1941.

Na temporada já estão em atividade deste o começo dos anos 30 jogadores contemporâneos que viriam a compor a seleção local que termina em terceiro no lugar no Brasileiro.

Entre os “players” se destacam o atacante cearense Francisco Rodrigues dos Santos, “Xixico” (campeão pelo Fortaleza e participante da maior goleada sobre o Ceará: 8 a 0), o meia Hermes Marques de Amorim (campeão pernambucano pelo alvirrubro Torre), ambos alvinegros, e o paulista Renato Teixeira da Mota (americano).

FONTES

A Ordem

A República

Diário de Natal

Blog do Marcos Trindade

Bora Leão

Futebol Nacional

Futebol 80

Leão de Aço

Vovôpedia

História do Campeonato Potiguar – 1918/2020 (Júlio Bovi Diogo)

 

domingo, 9 de abril de 2023

O goleiro da “Seleção Fantasma" do Nordeste (II)

Fluminense inaugura o regime profissional no futebol brasileiro


Pela primeira vez na imprensa potiguar é divulgado único jogo pelo Fluminense

José Vanilson Julião

Há 90 anos, quando Domício Bezerra das Neves, o “Nenê, chega sem qualquer apoio para a aventura carioca o cenário do futebol estava em ebulição. Com a passagem do amadorismo “marrom” para um incipiente profissionalismo.

No antigo modelo os jogadores recebiam gratificações ou vencimentos “por fora”. Assim as agremiações, do eixo Rio-São Paulo, passaram a perder nomes para Europa, Argentina e Uruguai, onde o futebol era profissional.

Como protagonistas principais da radical mudança no ganha pão dos futebolistas, coincidentemente, estão a frente dirigentes do aristocrático Fluminense Futebol Clube. Entre os quais o presidente Arnaldo Guinle.

Arnaldo Guinle, presidente do Fluminense

O encontro preliminar acontece em 29 de agosto de 1932, contando com representantes do América (Antonio Avellar) e Bangu (Ary Azevedo Franco.

Com aval do Vasco da Gama reunião realizada em 23 de janeiro de 1933 funda a Liga Carioca de Futebol para conduzir a profissionalização e organizar as competições do novo regime.

O Botafogo e Flamengo ficam de fora inicialmente da nova ordem. No começo da temporada o Tricolor ou “Pó de Arroz” tinha no elenco 34 jogadores nas seguintes posições: seis goleiros, seis defensores, cinco meias e 17 atacantes.

Os arqueiros: Francisco de Mattos (Chiquito), Gustavo Pfeiffer, Dalberto A. Meza, Domício, Oswaldo Barros Velloso e Armadinho (Armando Mesquita Cabral fez 13 jogos entre 1933/35). Reservas e titulares.

Comandado por dois treinadores, primeiro Luiz Vinhas, depois Arthur Azevedo, neste ano o clube das Laranjeiras passa em branco. Sem conquistar nenhum título importante. O suburbano Bangu levanta o primeiro “caneco” do campeonato.

Neste mesmo período é realizado o primeiro Torneio Rio – São Paulo, competição importante na carreira de nosso personagem.

A agremiação da Rua Álvaro Chaves acaba o Campeonato Carioca na segunda colocação e no torneio envolvendo os times da metrópole e da capital paulista termina em sétimo lugar.

No ano realiza 29 jogos (dez vitórias, seis empates e 13 derrotas). Com aproveitamento de 41,37%. Nesta relação Domício tem participação na partida de número 19.

A temporada do time verde, grená e branco começa em 16 de abril com empate no amistoso frente ao Corinthians (4 x 4). No Estádio das Laranjeiras.

Domício estreia no empate em 1 x 1 com o São Bento da capital bandeirante (Torneio Rio – São Paulo). Domingo (10/9) Escalação: Domício, Ernesto, Nariz, Marcial, Brant, Ivan Mariz, Álvaro, Vicentino, Francisco, Bermudes (Russo) e Popó.

Dia do jogo o “Jornal dos Sports” se refere ao substituto de Armandinho (apontado para o jogo pelo “Diário da Noite” dia anterior): “Arqueiro de apreciáveis qualidades que já defendeu o último reduto do escrete Riograndense do Norte.”

Na segunda-feira continua a gozação: - O keeper mistério estreou... E desanca sem dó nem piedade a decisão do Fluminense em colocar para jogar um desconhecido e aproveita para alfinetar com todo tipo de adjetivo o nordestino.

A Associação Atlética São Bento, das cores azul e branca, conquista dois campeonatos paulistas (1914, este no ano de fundação, e 1925) e no final da temporada se afasta para nunca mais retornar.

FONTES

Bangu.net

Fluminense.com

Meu Timão

O Curioso do Futebol

Terceiro Tempo

Terra

 

 



sábado, 8 de abril de 2023

O goleiro da "Seleção Fantasma" do Nordeste (I)

 José Vanilson Julião

Especial para o site "Gazeta de Natal"

Suponho que a maioria do residente do logradouro e o carteiro não devem saber de quem se trata o personagem, nome de rua no bairro Pajuçara, na Zona Norte da capital potiguar.

Everaldo Lopes

Os falecidos Everaldo Lopes Cardoso (jornalista) e Luiz Gonçalves Meira Bezerra (memorialista) escreveram excelentes perfis sobre o focado e uma reportagem da campanha do RN no Campeonato Brasileiro de Seleções (1934).

Luiz G. M. Bezerra

Por isso a surpresa com a encomenda para escrever sobre o goleiro Domício Bezerra das Neves (7/12/1913 –19/7/1980), o “Nenê”, com passagens pelo rubro-negro Sport Club Natal (o mesmo do remo), América e ABC.

Sob risco de não encontrar novidade procurei preencher lacunas do que se conhece do arqueiro, que aparecia na ponta-esquerda do alvirrubro no final da carreira, encerrada no rubro-negro Clube Atlético Potiguar.

Numa época em que imperava o amadorismo no futebol do RN em 1936 Domício já era funcionário da “Recebedoria de Rendas”.

Nos anos 30 a 50 ele e familiares eram presenças constantes nas notas sociais do diário católico “A Ordem”, primeira fase (1935/1954) e segunda fase (1962/1967), e no “Diário de Natal”.

Como se fosse combinado as notinhas dos aniversários – dele, da mulher Luiza Salete (com quem estava casado já em 1940) e a filhinha Eunice Maria (1941) – eram exatamente as mesmas. Cópias fieis. Sem tirar nem por.

No jornal Associado foram publicadas as notas de falecimento da mãe (janeiro/1950) e do pai (1969). Dona Liberalina Bezerra e José Gomes das Neves.

Consta no “Diário da Noite” – outro do condomínio Associado – que ele andou fazendo teste no Flamengo, América e só então se dirigiu ao Fluminense.

Sequência anunciada em perfis de “O Poti” no intervalo de dez anos. O primeiro um dia antes de completar 57 anos (1970); outro logo após a morte, fulminado por ataque cardíaco, quando estava internado na Casa de Saúde Natal.

O semanário (edição dominical do “Diário” em 3/8/1980) indica que Domício casa cinco vezes, gera 23 filhos (apenas um falecido na época e os demais residentes em Natal, Recife e no Sul) e deixa igual número de netos.

Aos 16 defendia a baliza do “Sport”. Em 1933, aos 19 anos, é alvo de duas reportagens no “Diário da Noite”. Com o arrazoado costumeiro da época o repórter o chama “arqueiro-misterioso” no treinamento do América carioca.

Em março o identifica em legenda de fotomontagem que ilustra o texto. Em agosto publica uma carta em que pede intermediação para se apresentar no clube do bairro das Laranjeiras.

Não sendo, portanto, intervenção do então dirigente abecedista, Vicente Farache Neto, como consta em reportagem da imprensa local.

O primeiro perfil no extinto semanário é ilustrado com uma reprodução fotográfica do diário carioca no centro com dois arqueiros ao lado. Com legenda indicando o repentino desaparecimento dele.

A outra foto, aos 16, como “keeper”. Nesta, datada de 1928, escrevera: “Para minha querida mãe e minhas irmãs uma lembrança...”

O emprego de fiscal pode viver tranquilamente e investe em imóveis. Como a aquisição de um terreno no loteamento conduzido pelo corretor de imóveis Humberto Pignataro (depois presidente do América).

Em nome do ex-governador Juvenal Lamartine de Faria. Conforme lista de reservas publicada na imprensa convocando os adquirentes a fazer pagamento na Casa Bancária Norte-rio-grandense Sociedade Anônima (3/1/1948).

E ainda encontrava tempo para compor, como sorteado, o corpo de sete jurados do Tribunal do Júri Popular da comarca de Natal. Como acontecera na quarta-feira (19/7/1950).

 FONTES

A Ordem

Diário da Noite

Diário de Natal

O Poti

O Potiguar

Blog do Marcão

Federação Internacional de Estatísticas de Futebol

Flunomeno

Jornal dos Sports

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Leandro Sena entre os treinadores com maior número de jogos pelo América

Leandro Sena entra nos anais estatísticos do AFC

TEXTO - JOSÉ VANILSON JULIÃO

FOTO - HUMBERTO SALES

Enquanto os torcedores comemoram as seguidas quebras de recordes do atacante pernambucano Wallace, agora o maior artilheiro americano na Arena das Dunas (36), e o quinto maior goleador alvirrubro. ao lado de "Saquinho" (65), outro feito deixou de ser percebido pela imprensa esportiva.

O destaque envolve o ex-jogador e ex-treinador do clube da Rua Rodrigues Alves (Tirol), Leandro Ribeiro Sena, demitido no começo da tarde desta quarta-feira, como rescaldo da derrota para o ABC no domingo (1 a 2), com um dos gols, repetição do clássico anterior (0 x 1), no último minuto de jogo.

Em duas passagens, a primeira entre o final do segundo semestre de 2013 (pela Série B) e o primeiro semestre do ano seguinte, Sena acumula mais de 70 partidas e entra na lista dos dez profissionais que mais dirigiram o time.

Conforme números que estão sendo tabulados e recontados em pesquisa inédita (a ser publicada em um futuro almanaque americano) no momento indicam esta sequência:

Ferdinando Jose de Araújo Teixeira: 256 (242 oficiais); Baltazar Germano de Aguiar: 233 (223); Sebastião Leonidas: 206 (174); José Roberto Fernandes Barros: 168 oficiais: Francisco Barbosa Gomes (Caiçara): 130; Laerte Doria: 112; Otávio César Correia Filho: 80; Leandro Ribeiro Sena 75 (oficiais e amistosos), Emiliano Graciano Acosta Torres: 72; Álvaro Barbosa 67.

O falecido norte-rio-grandense Osiel Lago de Souza, outro ex-jogador (campeão potiguar em 1967 dentro de campo e na beira do gramado em 1969), abre a lista dos treinadores na casa dos 50 jogos (53).

Relacionados o primeiro treinador estrangeiro, o uruguaio Acosta (com três passagens intercaladas nos anos 40 e 50), e os nacionais Sena (fluminense), Fernandes (pernambucano), Otávio (carioca), Leonidas (capixaba), Doria e Barbosa (gaúchos). Além dos potiguares Teixeira, Caiçara (dizem ser pernambucano) e Baltazar.

domingo, 2 de abril de 2023

Wallace se iguala a Saquinho como quinto maior artilheiro americano e não evita derrota para o ABC

O atacante pernambucano Wallace marca o gol do empate nesta tarde/noite e não evita a derrota do América para o ABC na Arena das Dunas pelo quadrangular classificatório para as finais do campeonato estadual.

O alvinegro marca também no segundo tempo com o volante Wallace e o atacante Allan Dias (este aos 47 minutos).

De importante mesmo para o alvirrubro o feito histórico alcançado por Wallace, que faz o gol 65 com a camisa vermelha e branca.

E se iguala a Rivaldo de Oliveira Paula, o "Saquinho", goleador dos anos 50, como o quinto artilheiro em jogos oficiais.

Wallace ainda completa 110 partidas pelo clube da Rua Rodrigues Alves (Tirol), porém ainda longe dos recordistas, o lateral Ivan Silva (mais de 400) e do goleiro Eugênio Flávio (mais de 300).

Wallace já deixou para trás na artilharia: Gilvandro (46), Aluísio (47), Bebeto, Pedro Dieb e Lúcio Curió (48), Hélcio e Pedrada (56).

Nesta temporada – pelo Campeonato Estadual e Série C – ainda pode ultrapassar Baíca e Marinho Apolônio (66 e 67).

Na frente ainda Helinho (76) e Max (80). Vale ressaltar que “Saquinho”, ídolo alvirrubro nos anos 50, é o maior artilheiro do América totalizando gols em jogos oficiais e amistosos: 97 .

quarta-feira, 29 de março de 2023

Um potiguar na penúltima derrota do Santa Cruz para o Íbis

 

JOSÉ VANILSON JULIÃO

A vitória do Íbis sobre o Santa Cruz pelo campeonato pernambucano, depois de 58 anos, ganhou as manchetes das páginas esportivas e chamadas nos sites e blogues na rede.

A zebra me fez buscar alguma relação do “Pássaro Preto” com o Rio Grande do Norte. Pois nas conversas com o falecido lateral americano Biu, vindo do Tricolor (1966), costumava contar histórias engraçadas.

Uma delas envolvendo o centroavante potiguar João Batista da Silva (Ceará Mirim, 8/6/1940), o “Cocó”, que aparecia de paletó e gravata na concentração do Arruda e se exibia para os juvenis tirando pacotes de cruzeiros dos bolsos e esparramando pelo chão.

Cocó” era um dos destaques da Cobra Coral na penúltima derrota para “o pior time do mundo”. Revelado pelo ABC (1958) passa pelo Campinense (64), Santa Cruz (65) e ainda tem perna para correr pelo Riachuelo e Nacional de Patos/PB até pelo menos 1975.

Como prevendo o desastre a edição dominical do “Diário de Pernambuco” (18/7/1965) encima a página de esportes com exagerado título em duas linhas e seis colunas: - Últimas atuações do Íbis fazem com que o Santa Cruz pense em evitar uma surpresa.

Dois dias depois o jornal Associado resume e alardeia o histórico resultado (como agora) no subtítulo de abertura da reportagem: “Rubro-negros suburbanos vão premiar seus jogadores com um bicho milionário”.

Com o título disposto da mesma forma anterior: - Íbis realizou sonho de muitos anos derrotando Santa Cruz nos Aflitos (bairro onde fica o Estádio Eládio de Barros Carvalho, pertencente ao Clube Náutico Capibaribe).

Com um trabalho aceitável” do árbitro Alfredo Bernardes Torres a zebrinha pasta no gramado Timbu com gol de Rildo aos 30 minutos da etapa complementar. Na terceira tentativa preta e vermelha em direção da meta tricolor.

Estava quebrado o tabu do time de “Santo Amaro das Salinas” de nunca ter vencido o Santa Cruz, até então, desde que estreou na primeira divisão pernambucana em 1947.

Rildo – que não é o da “Costa Menezes” do Botafogo, Santos, ABC e CEUB – fica para a história, assim como o xará mais famoso, também é cria do Íbis, de onde também saíram Ademir Queixada e Vavá, o “Leão da Copa”.

ESCALAÇÕES

Santa Cruz: Germano, Vilásio, Birunga, Luiz, Jório, Tonho Zeca, Terto, Miro e Cocó; íbis: Jagunço, Beda, Fernando, Zeca, Neco, Bassu, Fernando Rodrigues, Dirceu e Walter.

PRELIMINAR

Não houve resultado inesperado. O Tricolor gastou todas as energias goleando o rubro-negro: 6 x 1.

E quem está na base Coral. Biu, apelido de José Agrinaldo, aquele mesmo da abertura do texto, também ídolo do Alecrim. Ao lado de Josenildo, ponta-esquerda que brilhou no Esmeraldino e ABC.



segunda-feira, 27 de março de 2023

Wallace já é o maior artilheiro da Arena das Dunas

“Vermelho de Paixão” deixa de fora da contagem gol do artilheiro pelo Confiança JOSÉ VANILSON JULIÃO O centroavante pernambucano realmente se igualou ao atacante Adriano Pardal no quesito maior quantidade de gols no Estádio Francisco Marinho Chagas – mais conhecido como Arena das Dunas – desde a inauguração para a Copa do Mundo de 2014. Eles contabilizam 34 gols. Sendo que Wallace ultrapassa Pardal como maior artilheiro do alvirrubro na arena. Conforme divulgação do referido blog após o jogo contra o Santa Cruz (4 x 0), quando o jogador fez dois gols de cabeça para somar 31 gols contra 30 de Pardal. Max fez 29. O erro na contagem: deixou de somar um gol pelo Confiança contra o América (0 x 2) na primeira fase da Série C (10/9/2016). Pingo, ex-americano, faz o segundo gol do clube de Aracaju. A ficha do jogo consta no próprio “VP”, mas o alerta partiu do antenado jornalista e escritor Kolberg Luna Freira: - Wallace tem sete gols em 2020, 10 em 2021, 10 em 2022 e seis em 2023. O que equivale a 33 gols. Porém ele havia feito um pelo clube sergipano. Portanto são 34 gols. Kolberg, por sinal torcedor do ABC, no momento se encontra atarefado para o lançamento da biografia do memorialista esportivo José Ribamar Cavalcante. A capa do livro, a ser lançado brevemente pela Editora Primeiro Lugar, tem orelha do jornalista Rubens Lemos Filho (colunista do diário matutino “Tribuna do Norte”).