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| Igreja de Santa Teresinha, construída em 1930, imagem de Luiz Grevy Silva (1935)/Natal não há tal |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Após verificar as estreias do zagueiro Artêmio Florêncio Gonçalves no Santa Cruz/RN e América para estabilizá-lo no perfil do falecido empresário gráfico Dinarte Bezerra de Andrade (irmão do defensor abecedista Ney) a tarefa é desviada para saber de quem se trata o xará Francisco Artêmio Coelho.
O nome de batismo incompleto aparece em 53 ocorrências, entre 1935 e 1945, no diário vespertino católico A Ordem. E completo diminui para 40 notificações, facilitando ainda mais o universo da pesquisa. A primeira na edição dominical (13/8/1935), um mês após o surgimento do impresso.
Em expediente da Prefeitura (Portaria 44) com o Diretor da Fazenda autorizando o pagamento de 6.500$000 pela desapropriação de um terreno proveniente da desapropriação de uma casa, com respectivo terreno, na Rua José de Alencar (Cidade Alta), para prolongamento da Avenida Deodoro.
De outubro do ano seguinte em diante Francisco Artêmio Coelho aparece nas programações das atividades religiosas na capital potiguar: "pauta festa" de Nossa Senhora da Apresentação (padroeira de Natal), nas novenas do Santuário de Santa Teresinha (bairro do Tirol) ou na "Procissão do Encontro".
Ou nas "Sociais" pela data de aniversário (3 de julho de 1940). Já aposentado como primeiro escriturário da Alfândega. E até na mesma seção por comparecer a redação e consequente nota de agradecimento pela lembrança da efeméride particular.
No mesmo ano (21/8) o vespertino do Centro de Imprensa lembra a data de aniversário da esposa, Joana Coelho. Em fevereiro/1941 (A Ordem, sábado 15) aparece na "campanha dos mil réis" em favor da "capela-escola" das praias do Meio e Areia Preta, com a doação de um milheiro de tijolos.
Aparece numa pequena lista de renovação de assinaturas. Ao lado de gente da sociedade da época: Aníbal Barata e a viúva Amélia Machado. Além do monsenhor Joaquim Honório da Silveira, padre Expedito Medeiros e cônego Pedro Paulino Duarte.
E numa lista de auxílios para trabalhos na catedral. E como membro da Irmandade do Senhor dos Passos é lembrado em evento pelo fato de convalescer de enfermidade nos idos da última semana de março de 1944, mas logo recuperado.






