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quinta-feira, 30 de julho de 2026

História do zagueiro juvenil do Alecrim Futebol Clube (IV)

Imagem colorizada artificialmente. Na década seguinte o Alecrim coleciona títulos da categoria, inclusive em 1966, ano do retorno americano do licenciamento 

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O campeonato estadual juvenil de 1959 foi bem longo para os padrões atuais. Foram três turnos. Com os vencedores em sequência: América, Santa Cruz e Alecrim.
Na penúltima competição desta categoria de base na década fica de fora da decisão o ABC, o primeiro bicampeão (1953/54), com o América campeão do primeiro torneio início (1953).
O alvirrubro, o alviverde e o tricolor (vermelho, preto e branco) decide a competição em triangular com turno e returno, portanto em seis partidas. Como exposto nas três primeiras reportagens da série inédita.
No primeiro turno (6/6) o Alecrim vence o América de virada (2 x 1). E perde no returno (1 x 0). Nosso personagem, Antônio Bertoldo da Costa, em ação na última semana de agosto na vitória (2 x 1) sobre o ABC.
Ainda aparece no expediente da Federação em pauta do Tribunal de Justiça Desportiva divulgada pelo "Diário de Natal" (segunda-feira, 31/8).
Também está em campo na rodada em que o esmeraldino perde o título do segundo turno para o tricolor na segunda semana de setembro. São os aperitivos dos detalhes da competição.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

História do zagueiro juvenil do Alecrim Futebol Clube (III)

Antonio Bertoldo da Costa/Facebook

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O servidor aposentado da UFRN, Antônio Bertoldo da Costa, também comentou em rede social, ter sido contemporâneo no Alecrim do jogador Oziel.
Mas não se trata do mesmo atacante Osiel Lago de Souza, do América, adversário nas categorias juvenil e aspirantes (suplentes ou reservas), e que no retorno do licenciamento americano (1960/66) foi campeão como jogador (1967) e treinador (1969).
A sequência do triangular  juvenil final antes da última partida: América 1 x 0 Santa Cruz (quarta-feira, 10/2), América 1 x 1 Alecrim (domingo, 14/2), Alecrim 3 x 0 Santa Cruz (domingo, 21/2)...

FONTES/IMAGEM
A Ordem
Diário de Natal
O Poti
Tribuna do Norte
Blog do Trindade
Álbum de Família

História do zagueiro juvenil do Alecrim Futebol Clube (II)

Antonio Bertoldo não nega ser alvinegro...

JOSÉ VANILSON JULIÃO

"Eu joguei pelo Alecrim, em 1959, na categoria juvenil, e ainda fiz alguns jogos pelo aspirante." (Antônio Bertoldo da Costa)

Foi o que disse em rede social o ex-jogador alecrinense, nascido em agosto de 1941, perto de completar 19 na época da decisão do campeonato juvenil  (1959) com o campeão América.

A exemplo do campeonato de profissionais, com um triangular envolvendo América, ABC e Santa Cruz, que acontece em fevereiro de 1960, ocorre a mesma situação na final da categoria juvenil.

A diferença: entre os clubes que lutam pelo título também estão o alvirrubro e o tricolor natalense, mas quem sobra é o alvinegro.

História do zagueiro juvenil do Alecrim Futebol Clube (I)

Os aparecimentos das informações e imagem conduzem ao artigo inédito

JOSÉ VANILSON JULIÃO

1) América e Alecrim empataram no Super-campeonato juvenil (DN); 2) América levantou o primeiro turno na categoria juvenil (TN).

Dois títulos da imprensa para o mesmo jogo (1 x 1) entre o alvirrubro e o alviverde no Estádio Juvenal Lamartine.

Partida na preliminar de um jogo dos profissionais pelo triangular final do campeonato potiguar (1959).

A decisão entre os titulares do América, Santa Cruz e ABC, respectivamente cada um campeão um de turno, invade fevereiro do ano seguinte.

E no confronto da categoria de base o juvenil alecrinense Antonio Bertoldo da Costa, aposentado como funcionário da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Foi o próprio Antônio Bertoldo, em comentário numa postagem, que lembrou ter sido atleta esmeraldino, despertando a curiosidade do repórter.

Em seguida outro internauta, que não recordo o nome, disse que ele é filho do dono de um posto de gasolina (distribuição ESSO), o empresário José Bertoldo da Costa, concessionário de uma individual linha de ônibus Rocas-Quintas em 1951.

Detalhe confirmado pelo Anúncio no semanário "O Poti" referente a Agência São José (da qual foi dono), na Rua Mário Negócio, no bairro das Quintas, Zona Oeste da capital potiguar.


FONTES/IMAGEM

A Ordem

Diário de Natal

O Poti 

Tribuna do Norte

Acervo José Ribamar Cavalcante




Reforço abecedista jogou na comemoração do tetra

Maranhão Atlético Clube (1976): Emílio, Santos, Omero, Tataco, Bite, Roberto, Murtosa (gaúcho, foi auxiliar técnico de Felipe Scolari), Ariosto, Neco, Pedro e Coelho

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O mais dificultoso e um pouco mais demorado, neste final da sequência de reportagens sobre os cinco ou sete principais reforços do ABC para o primeiro semestre de 1974, destinados aos amistosos e ao I Torneio Estadual, foi encontrar as fotografias dos clubes com o atacante baiano Nilo Santos Lima e o zagueiro carioca Roberto Bastos da Cruz.

E olhe que eles são bastantes rodados: NILO - Cruzeiro, Sport, Tupi, Nacional/Muriaé, Tupynambás, Atlético/Três Corações, Desportiva/ES, Atlético/Alagoinhas, Leônico (1973), ABC, Riachuelo (74/76), Treze e Potyguar Seridoense.

ROBERTO - River/PI, Paysandu, ABC, Ceará, Maranhão, Rio Branco/ES, Colatina, Confiança, Estrela do Norte/ES e Serrano de Petrópolis/RJ (1982).

Roberto Bastos, segundo jornais consultados, seria um lateral-direito da rodada dupla amistosa no Estádio Presidente Castelo Branco (domingo, 29/7/1973).

Na principal, para entrega de faixas ao tetracampeão potiguar, ABC 1 x 1 Maguari, o alvinegro de Fortaleza. Na preliminar América/RN 2 x 1 Maranhão, time do Roberto.

Pelo "Bode Gregório" ou "Quadricolor", como é chamado pelos torcedores de São Luís, a capital, ele aparece, também, mas como lateral-esquerdo (foto).

terça-feira, 28 de julho de 2026

Fontes primárias possibilitam identificação dos atletas

Comercial: Maurício, Pascoalim (jogou no São Paulo), Luizão, Poli (o Hipólito do ABC), Jair Picerni, Maranhão (jogou no ABC), Tonho, Santa Cruz (jogou no América/RN), Zé Augusto, Valdemar e Taduche/Revista 100 Anos - As muitas vidas do Comercial FC/Terceiro Tempo

JOSÉ VANILSON JULIÃO

As consultas as principais fontes primárias resultaram nas pistas (dados pessoais e da carreira) que facilitaram a identificação dos mais três reforços do ABC que faltavam.

Os nomes (mesmo incompletos), naturalidade (estado de origem) e as passagens por alguns clubes declinados foram essenciais para a busca final na rede.

Para encontrar nome, cidade, data de nascimento e clubes de dois atletas que chegaram para o alvinegro na segunda semana de março de 1974 bastou acessar um dos dois principais sites com fichas de atletas.

O atacante baiano Nilo Silva Lima (São Sebastião do Passe, 3/12/1948) e o lateral-direito carioca Roberto Bastos da Cruz (Rio de Janeiro, 20/3/1952) são os identificados na fonte secundária.

No segundo caso há de se ressaltar a importante contribuição do jornalista Rubens Lemos Filho (colunista da "Tribuna do Norte"): corrigiu o nome de Nilo em rara imagem do ABC. Caso contrário o repórter teria comido mosca.

Já o zagueiro paulista José Hipólito Neves (Barretos, 17/9/1948) foi preciso dar uma busca na rede para localizar, mas não demorou muito. Apelido "Poli", corruptela do segundo nome.

Com passagens pelo Corinthians, Comercial, Botafogo, Bangu, ABC, Francana, Sertãozinho, Batatais e Internacional/Limeira.

Quando pendurou as chuteiras passou a trabalhar como corretor de imóveis em Ribeirão Preto, a cidade do clássico "Come-fogo", entre o alvinegro e o tricolor (preto, vermelho e branco).

Botafogo Futebol Clube, a "Pantera", rival do Comercial na cidade de Ribeirão Preto, interior paulista


FONTES/IMAGENS

Diário de Natal

Tribuna do Norte

Futebol Maranhense Antigo

O Gol

Súmulas Tchê

Terceiro Tempo

Saiu do América para ser campeão no rival ABC (III)

Francisco Amorim Chaves é o terceiro em pé...

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Até agora a dupla série inédita de reportagens se concentra em três jogadores como reforços do ABC no primeiro semestre de 1974.

Os dois primeiros o atacante baiano Luiz Rodrigo dos Santos (dispensado do América/RN) e o sergipano José Aélio Pinto Lobão, volante, do grupo inicial de cinco indicados em janeiro.

Em seguida o segundo vindo do rival alvirrubro, também natural da Bahia, o lateral-esquerdo Francisco Amorim Chaves, o "Chico".

Mas quem eram os demais chegados em janeiro: Nilo (atacante), Roberto (lateral-direito), Hipólito (quarto-zagueiro) e o goleiro Adalberto?

Sem contar Selmo e Paulo Gilberto (avançado) em testes por conta própria. Esta é a pergunta que se tentará responder satisfatoriamente para atender o torcedor-leitor.

Fernandópolis Futebol Clube (1979): Zé Roberto, Donda, Bebeto, Chico Amorim, Durval, Nelsinho, Jorginho, Tato, Carlos Silva, Ari e Da Silva