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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Treinador campeão estadual pelo ABC jogou com Pelé (II)

Outra imagem do selecionado: Dorival, Daniel Araújo, Mané Veiga, Fuzinato, Gonçalves, Nelson Coruja, Barbosa, Parobé, Parada (jogou no Bangu/RJ), Ariston e Daniel/"Terceiro Tempo"

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O repórter já havia visto uma fotografia da seleção do Exército em página de rede social e viu os nomes de três jogadores bem conhecido ou mais famosos; além de Pelé (Edson Arantes do Nascimento).

No caso o zagueiro Nelson Coruja (Portuguesa de Desportos e Palmeiras), o meia Roberto Bataglia (Corinthians) e o jovem atacante gaúcho Parobé, então com 19 anos, e servindo na capital paulista.

Mas não deu tanta importância por conhecer os antigos jogadores da Revista do Esporte e pela Placar, duas publicações semanais, uma carioca, outra paulista.

Foi uma postagem com a mesma foto, feita pelo cronista paraibano Serpa di Lorenzo, que acionou a curiosidade pela circunstância de um novo dado.

O internauta Gilvandro Neves Guerra, de Campina Grande, foi quem indicou a presença do zagueiro e futuro treinador paulista com carreira no Nordeste, Manoel Veiga, na imagem:

- Mané foi treinador do Treze, Guarabira (da cidade homônima do interior paraibano) e Potyguar de Currais Novos (Rio Grande do Norte)...



Treinador campeão estadual pelo ABC jogou com Pelé (I)

Seleção do Exército (1959): Nelson Coruja, Gonçalves, Aloísio, Daniel, Milesi, Mané, Santana (massagista), Bataglia, China, Pelé, Viana e Parobé/Diários Associados-RJ/Instituto Moreira Sales

JOSÉ VANILSON JULIÃO

A Seleção do Exército goleia a Seleção da Marinha (6 x 1) na final do Campeonato Brasileiro Militar nos Jogos Desportivos Militares (29/7/1959).

A partida entre as representações das duas Armas nacionais aconteceu no Estádio Figueira de Melo, o mais antigo da cidade do Rio de Janeiro, pertencente ao São Cristóvão Futebol e Regatas.

Inaugurado em 23/4/1916, por razão óbvia, passou a se chamar "Ronaldo Nazário de Lima", jogador aposentado conhecido como "Fenômeno", cria do clube do bairro homônimo, na Zona Norte carioca.

PARAÍBA/RIO GRANDE DO NORTE

Mas o que chamou mesmo a atenção na rara fotografia foi a presença do zagueiro Manoel Veiga (São Paulo/SP, 5/9/1938), ex-jogador do Treze (Campina Grande/PB), campeão paraibano (1966), e ex-treinador do ABC de Natal (1971)


FONTES/IMAGENS

Diário de Natal

Tribuna do Norte

Historia del Futbol

Instituto Moreira Sales

Jornal da Grande Natal

O Gol

Súmulas Tchê


Sobre o sepultamento do atleta americano Mário Braga

América: Luiz Carlos Scala Loureiro, José Carlos Paúra, Mário José Braga, Cosme da Silva, Ubirajara Dias Ribeiro, Zé Emídio, Almir, João Daniel, Santa Cruz, Careca e Gilson Pereira Porto

O memorialista José Ribamar Cavalcante informa do velório (9 horas) do jogador Mário José Braga (1944 - 2026), falecido na noite de ontem (em um hospital no bairro de Petrópolis), no Morada da Paz, na Rua São José com Avenida Alexandrino de Alencar (Lagoa Seca), perto do Corpo de Bombeiros. Sepultamento (15 horas) no cemitério de Nova Descoberta (Zona Leste de Natal).

A carreira do zagueiro americano Mário José Braga

Bahia (1972): Buticce, Odair, Onça, Mário José Braga, Baiaco, Paulo Henrique, Natal, Amorim, Picolé, Elizeu e Gilson Pereira Porto (outro americano da safra de 1973)

Fluminense/Feira (1969): Ubirajara, Ubaldo,
Sapatão, Mário Braga, Merrinho, Nico, Jurinha,
Freitas, João Daniel, Quincas e Robertinho


JOSÉ VANILSON JULIÃO

O então já experiente zagueiro capixaba Mário José Braga (Cachoeiro do Itapemirim/ES, 2/1/1944 - Natal/RN, 1/9/2026), falecido aos 82 anos, havia chegado na capital potiguar no final do primeiro semestre de 1973 e na reta final do Estadual como mais um reforço para a primeira participação do América no campeonato nacional.

O alvirrubro é o vice-campeão estadual daquele ano e substitui o ABC, que, na última semana de agosto do mesmo ano, segue para uma excursão de pouco mais de três meses pelos três continentes (Europa, Ásia e África).

Mário Braga era um ex-juvenil do Flamengo/RJ (1963) com passagens pelo Estrela do Norte (Espírito Santo), Fluminense de Feira de Santana (campeão baiano em 1969), Vitória de Salvador, Bahia, América de Natal (1973/76) e Baraúnas de Mossoró.

Pelo time principal do rubro-negro carioca Mário Braga entra em campo 27 vezes: 12 vitórias, nove empates e seis derrotas. A última participação em abril de 1967.

É campeão pelo "Touro do Sertão" ao lado de outras revelações do Flamengo, como Merrinho (Roberto Basílio dos Santos), João Daniel (outro americano) e o goleiro Ubirajara Alcântara.

Posição correta do escudo e do elenco titular: Scala, Paúra, Mário Braga, Cosme, Ubirajara, Zé Emídio, Almir, João Daniel, Santa Cruz, Careca (veio do Botafogo) e Gilson Porto


FONTES/IMAGENS

O Bahêa na História

Flaestatísticas

Fluminense de Feira

Futebol Nordestino

No Ataque

O Gol

Prefeitura/Feira de Santana

Acervo José Ribamar Cavalcante

Acervo Zadir Porto

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Falece o zagueiro do América de Natal Mário José Braga

América (1973): Zé Emídio, Ubirajara, Cosme, Mário José Braga, Paúra, Scala, Gilson Porto, Careca, Santa Cruz, João Daniel e Almir no Estádio Castelo Branco

Há pouco mais de uma hora faleceu nesta capital, em uma casa de repouso, o ex-jogador do América de Natal Mário José Braga. O craque estava com Alzheimer.

Capixaba de Cachoeiro do Itapemirim chegou ao alvirrubro e fez parte do excelente elenco da primeira metade dos anos 70.

Pelo clube vermelho o primo do cantor e compositor Roberto Carlos Braga foi campeão da Taça Almir (1973), bicampeão da Taça Cidade de Natal (1974/75) e bicampeão estadual (1974/75).

A informação do passamento do craque natural do estado do Espírito Santo partiu do ex-jogador e memorialista José Ribamar Cavalcante. (JVJ)

Rara fotografia do goleiro Floro no Ferroviário recifense

RARA IMAGEM DO GOLEIRO POTIGUAR FLORO NO FUTEBOL RECIFENSE

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Durante uma série de reportagens sobre goleiros artilheiros procurei, sem sucesso, uma imagem com o goleiro potiguar Florio Felipe Raposo (1940 - 2010) no Ferroviário do Recife.

Esta semana sem querer achei uma fotografia raríssima do jogador norte-rio-grandense no clube pernambucano e com passagens pelo Ferroviário de Natal, ABC e América/RN.

O repórter não conhece nenhum atleta do time titular acima, exceto o próprio arqueiro natural da cidade de Macau (litoral norte ou região salineira).

Como também o centroavante pernambucano Fernando Camutanga, com grade curricular nos três grandes (Santa Cruz, Náutico e Sport), Central, Clube do Remo e Tuna Luso.

Floro jogou no Ferroviário natalense de 1962 a 1968. Neste ano chegou ao ABC e permanece até 1971.

Retorna a Natal e no segundo semestre de 1972 defende o América no campeonato nacional da primeira divisão (equivalente a Serie B).


NOTA: a imagem é reproduzida do site "Súmulas Tchê" (seção "Galeria da Bola - Memória Visual")

O xará do "Furacão da Copa" em Mossoró (FINAL)

Na ponta Sena (pai do ex-jogador Leandro Sena) no Bahia na temporada 1981/82

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O público presente ao segundo jogo do São Cristóvão deixou na bilheteria do Estádio Manoel Leonardo Nogueira Cr$ 11,500,00 (quinta-feira, 14/2/1974).

O Baraúnas vence o clube carioca com gol contra de Nélio. A partida foi arbitrada por José Pereira, o mesmo de Ferroviário 0 x 3 São Cristóvão (domingo 10).

Formação local: Souza, Edvaldo, Tito, Elói, Batista, Zé Maria de Oliveira, João Cunha, Vadinho (Humaitá), Mano (Alfredo), Maia e Silva.

Visitante: Jair, Luiz, Nélio, Nenê, Peixinho, Padeirinho, Joel "Copacabana" Ribeiro, Milton, Sena, Madeira e Jairzinho (Santos).

A suposta filiação do ponta-esquerda Jairzinho como descendente do antigo craque Jair Rosa Pinto não é confirmada na pesquisa.

Folha de São Paulo, quando da morte de J. R. Pinto (Quatis/RJ, 21/3/1921 - Rio de Janeiro, 28//7/2005), indica dois filhos, um deles Luiz Antônio.

No time do São Cristóvão destaca-se o artilheiro Jorge Luís Sena (pai do treinador Leandro Sena), vendido no primeiro semestre de 1975 para o espanhol Atlético de Madrid e repassado três meses depois ao Rayo Valecano.


FONTES

Folha de São Paulo

Terceiro Tempo

Tricolor do Oeste