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| Brasil 3 x 1 Uruguai: Djalma Santos, Castilho, Bellini, Formiga, Orlando, Coronel, Garrincha, Didi, Almir, Pelé, Chinesinho e o massagista Mário Américo na competição continental disputada em 1959 |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
No ano em que o selecionado nacional fica com a terceira colocação invicta na Copa do Mundo (24/6/1978), em dezembro o América/RN empata (0 x 0) com o ABC na final do Estadual e soma 14 vitórias e sete empates.
O Brasil decide o terceiro lugar (2 x 1), de virada, contra a Itália, gols de Causio, o de curva do lateral do Cruzeiro, o carioca Nelinho, e o pontinha Dirceu, do Botafogo.
O falecido treinador Cláudio Pêcego de Moraes Coutinho declara a seleção como "campeã moral" do Mundial vencido pelo país sede na final com a Holanda.
Antes o selecionado, já campeão mundial, termina na segunda colocação invicto no Sul-americano (não confundir com o Extra em dezembro e representado pelo selecionado pernambucano).
A competição continental, coincidentemente, é disputada em Buenos Aires, capital da Argentina, também vencedora, ao empatar com o time verde-amarelo no "Monumental de Nuñes", do River Plate.
RESULTADOS
Brasil: 2 x 2 Peru (10/3/1959), 3 x 0 Chile (15), 4 x 2 Bolívia (21), 3 x 1 Uruguai (26), 4 x 1 Paraguai (29) e 1 x 1 Argentina (4/4).
Termina com quatro vitórias e dois empates. Os argentinos: cinco e um empate. Pelé artilheiro do selecionado (oito).
Fontes/Imagem
Diário de Natal
Tribuna do Norte
Diário de Notícias
El Gráfico
Jornal dos Sports
Manchete Esportiva
Arquivos dos Mundiais
Federação Internacional de Estatísticas e História do Futebol
Confederação Brasileira de Futebol








