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terça-feira, 9 de junho de 2026

O caicoense que "fugiu" do Sport Clube Recife (XVIII)

O jogador apelidado de "Isqueiro" é um dos citados por um internauta caicoense 

Ciduca Barros em lançamento de um dos
seus livros com o amigo Lenilson Antunes

O
bancário aposentado e escritor caicoense Francisco de Assis Barros, o "Ciduca", veio a falecer na pandemia da Covid-19, em 2020, dois dias depois do vírus vitimar, fatalmente, a esposa.
Os internautas comentaram em rede social a morte do memorialista, fundamental para o resgate do astro do futebol amador local, em artigo no blog do "Ferreirinha" e republicado na página do Facebook.
Além das fontes primárias impressas, potiguares e pernambucana, o jogador Francisco Cunegundes das CHAGAS é retratado fielmente pelo comentário postado neste JORNAL DA GRANDE NATAL.
Por ocasião da republicação na rede destacamos alguns comentários daqueles que viram o personagem em campo pelo selecionado municipal ou pelo rubro-negro Caicó Esporte Clube na primeira metade dos anos 60.

JOSÉ BRILHANTE
Tive a oportunidade de jogar contra ele diversas vezes - Caicó x Corinthians e pude ver de perto toda a magia de seu futebol, mesmo já em fim de carreira. Era um jogador fantástico.

GILDO TEIXEIRA DE ARAÚJO
Chagas foi um craque inesquecível. Em 1962 assisti ele jogar pelo Sport Club do Recife em Patos-PB. Foi a partir deste jogo que tornei-me torcedor do Sport.

JANDI SOUZA
Nunca trabalhei em Caicó, mas estudei entre 53 e 59 e vi, muitas vezes, esse monstro sagrado do futebol jogar. Quando Currais Novos e Caicó jogavam era o jogador que temia. Gênio.

PAULO RICARDO OLIVEIRA
Eu era pequeno e meu pai, Inácio Gomes de Oliveira, me levava a todos os jogos no velho campo do Colégio Diocesano Seridoense.
E aprendi a apreciar o vistoso futebol de Chagas, diferente naquela época de muitos outros.
O Alecrim tinha sido campeão em Natal e foi a Caicó fazer um jogo das faixas.
Chagas bateu uma falta da intermediária e a bola foi no ângulo - o goleiro está procurando até hoje. O Caicó venceu de 4 a 1.
Chagas era muito simples mesmo, tanto que não quis ficar no Sport (jogou 15 minutos nesse jogo em Patos e foi um dos melhores). Na madrugada fugiu de volta para Caicó.

FRANKS PANDA COSTA
Nasci e me criei na vizinhança do craque Chagas, Veinho, Inaldo (Isqueiro), Arlindo, Antonio Silva, por isso não poderia ser diferente, aprendi a torcer e a amar o Caicó Esporte Clube.

TEMILSON COSTA
Lembro de Chagas desde a minha infância, pois, além de ter sido "mascote" do Caicó Esporte Clube, meu pai, o "Gago Tercino" - Diretor de Esporte do Caicó na década de 60, sempre foi um grande amigo do "Nego Chagas" e sua sapataria era ponto de encontro quando vínhamos em Caicó depois da primeira transferência do meu pai junto com o BEC...
Depois de tempos, idas e vindas, em 1977 vim estudar em Caicó e painho ficou em Picos e quem frequentava a sapataria era eu levando para Chagas notícias do meu pai...
Tenho excelentes lembranças desse grande amigo do meu pai... 



O caicoense que "fugiu" do Sport Clube Recife (XVII)

Francisco de Assis Barros, o "Ciduca"

O artigo "Negro Chagas, um craque", publicado em 2016 no Blog do "Ferreirinha" (veja no blog), é republicado pelo autor em rede social, o bancário aposentado e escritor Francisco de Assis Barros, o "Ciduca", pelo desaparecimento do personagem, com a seguinte nota de abertura.

- Faleceu hoje (18/11/2017) um dos melhores jogadores de futebol que eu vi jogar.

Carinhosamente conhecido como "Nego Chagas", morreu simples e humilde como sempre foi.

Ele nos proporcionou várias alegrias, responsável que foi pelas inúmeras vitórias do Caicó Esporte Clube da minha juventude.

Transcrevo abaixo um texto de minha lavra, publicado o ano passado no Blog do Bar de Ferreirinha, sobre a genialidade de Chagas.

Obrigado, "Nego Chagas", pelas belas jogadas e gols que você marcou e pelas vitórias monumentais do Caicó E. C. do nosso tempo. 

Que Deus o receba! - Ciduca Barros


segunda-feira, 8 de junho de 2026

O caicoense que "fugiu" do Sport Clube Recife (XVI)

Escudo anos 40/Arte: Sérgio Mello/Blog
História do Futebol

O Diário de Natal (terça-feira, 28/8/1962) noticia o interesse do alvirrubro Globo Esporte Clube em reforçar o elenco com o caicoense Francisco Cunegundes das CHAGAS.

A terceira participação do "time fabril" no campeonato potiguar já estava em andamento com o primeiro turno.

E o jornal Associado informava o teste do jogador amador no interior paraibano pelo rubro-negro pernambucano.

Primeiro com a chamada no alto da página em seis colunas com dez palavras: - Chagas (Caicó) resolveu realizar testes no Sport Clube do Recife.

E na segunda metade da página a reportagem com o título do extinto impresso: "CHAGAS RESOLVEU PRIMEIRO ATENDER CONVITE DO SPORT, DEPOIS O GLOBO".

No primeiro dos cinco curtos parágrafos diz que o assunto já havia sido alvo de notícia do DN. No segundo informa o interesse do treinador Eugênio Vieira Barros (Globo) no atleta interiorano.

Segundo o jornal, eram boas as informações sobre o Chagas, e este, como se antecipasse o sumiço logo após o jogo em Patos (domingo, 9 de setembro), havia dito que faria somente um teste. (JVJ)




O caicoense que "fugiu" do Sport Clube Recife (XV)

Uma formação do Caicó (2011). Vamos identificar os campeões internautas?

JOSE VANILSON JULIÃO

O jogador do futebol amador caicoense Francisco Cunegundes das CHAGAS, desde que se retirou dos campos seridoense no final dos anos 60, passou a está sempre presente no imaginário popular da cidade.
Uma prova disso acontece durante a conquista do campeonato potiguar da segunda divisão pelo Caicó Esporte Clube, que,  assim, retorna a divisão principal após sete anos.
No segundo semestre de 2011 (sábado, 8/10) o rubro-negro caicoense vence o Potyguar (Currais Novos), no Estádio Coronel Bezerra.
Gol isolado do ídolo Didi Potiguar, aos três minutos do segundo tempo, dá o título antecipado e consequente acesso ao campeonato potiguar da Série A (2012).
No mesmo dia Centenário/Parelhas (Região do Seridó) havia empatado sem abertura de contagem diante do ABC/B (convidado) e não poderia alcançar o Caicó.
O time vermelho e preto podia até perder os últimos dois jogos e o Centenário igualar o número de pontos (nove).
Mas a Raposa tinha a vantagem no primeiro critério de desempate (número de vitórias.
Com os resultados o rubro-negro confirma dois caicoenses na então competição vencida pelo América de Natal: ao lado do alvinegro Corintians, o "Galo".
E um internauta, identificado como "Devoto de Santana", comemora em um dos blogs noticiosos da cidade:
- ... Parabéns a torcida, em especial ao Rei Chagas, o maior que vi jogar ao vivo... E olhem que vi Rivelino, Paulo César Caju, Dinamite, Alberi… Mas o Rei Chagas com a bola nos pés era demais… E olhem que era em campo de barro…

FONTES
Chico Gregório
Escrete de Ouro
Futebol sem Fronteiras
História do Futebol
Niltinho Ferreira
Robson Pires
Tatutom Sports
Terra da Xelita

O caicoense que "fugiu" do Sport Clube Recife (XIV)

A rainha da
Boêmia

A
o ler a reportagem sobre o perfil do jogador amador caicoense Francisco Cunegundes das Chagas, aquele que participou de um único amistoso no interior paraibano nos anos 60, pelo Sport Recife, um detalhe chamou de pronto a atenção do repórter.
Apesar da remota memória resgatar a raridade a curiosidade fica aguçada com o estranho sobrenome "Cunegundes", visto alguma vez desde a alfabetização. E o desejo de conhecer a origem é posta na pauta para a reta final da sequência.
O personagem, de profissão sapateiro, ficou na memória afetiva dos torcedores como CHAGAS de "Biinha" (apelido doméstico da mamãe), mas ninguém relata nada a cerca do tal "Cunegundes" familiar.
Para adiantar o serviço da pesquisa a pergunta é destinada a IA (inteligência artificial): - Qual a origem do nome Cunegundes?
Resposta: - Cunegundes é um nome próprio feminino de origem germânica. Ele deriva da união dos elementos kunni (que significa "família", "estirpe" ou "clã") e gund (que significa "combate" ou "guerra"). Portanto, seu significado literal é "guerreira da família" ou "combatente do clã".
E acrescenta: "Origem Religiosa: O nome tornou-se muito conhecido devido a Santa Cunegundes (nascida por volta do ano 978), que foi esposa do Imperador Henrique II e mais tarde se tornou uma religiosa beneditina."
Está explicado em resumo (bem curto) o sobrenome de origem alemã, do primeiro milênio depois de Cristo, para um negro brasileiro nascido no século XX. (José Vanilson Julião)

domingo, 7 de junho de 2026

O caicoense que "fugiu" do Sport Clube Recife (XIII)

O artigo é uma definição singular do atleta amador "fugitivo"

Do blog do "Bar de Ferreirinha" (Caicó / 2016)

O NEGRO CHAGAS, UM CRAQUE

FRANCISCO DE ASSIS BARROS (CIDUCA)

Atualmente o futebol brasileiro vem atravessando uma longa entressafra de bons jogadores, consequentemente, amargando um grande jejum de títulos internacionais e nos causando muita vergonha (vide o vexame do famoso 7 x 1 na decisão com a Alemanha).

Assistir na tevê a uma partida de futebol do maior campeonato do país – Campeonato Brasileiro –, mesmo sendo da primeira divisão, é, para nós que já vimos grandes clássicos no passado, um doloroso exercício de paciência.

Recentemente, assistindo ao jogo Flamengo x Vasco da Gama, tive o desprazer de ver um atleta envergando o uniforme que grandes craques já vestiram (Ademir Menezes foi um deles), bater um lateral para fora.

Quando eu escrevo “para fora” não significa dizer que a bola saiu lá do outro lado do campo, não; a bola “pererecou”, pegou um efeito esquisito e saiu na mesma linha que o batedor estava. 

Sintetizando: o futebol brasileiro está cheio de pernas de pau. E esta carência de craques vai demorar a passar. Quais são as promessas que atualmente vemos no futebol do Brasil?

À vista da péssima qualidade do futebol brasileiro, venho me lembrando de um dos maiores jogadores de futebol que eu vi jogar: o Negro Chagas, do Caicó Esporte Clube, nas décadas de 1950/1960.

Desculpem os censores de plantão, sei que é politicamente incorreto, mas não posso dissociar o adjetivo “negro” do nome daquele craque, pois era assim mesmo que, carinhosamente, ele era chamado por seus inúmeros fãs: Negro Chagas.

Chagas, um moreno baixo, com longos braços e com um andar balançante, parecia ter molas nos membros inferiores.

Ele jogava de meia-esquerda, driblava como ninguém, habilidoso, versátil, chutava forte e fintava magistralmente, por isso era muito difícil de ser marcado.

Era excelente batedor de faltas, fez muitos gols de fora da área e quando o grande Didi, também meia-esquerda, criou a imbatível folha-seca, possivelmente teve nele o seu mais aplicado seguidor. Ou será que ele começou a folha-seca antes de Didi?

Era de baixa estatura, mas, com muita impulsão, eu o vi marcar gols de cabeça.

Eu e todos os jovens daquela época, amantes do futebol praticado em Caicó, tínhamos no Negro Chagas o nosso ídolo maior.

Lembro-me bem de que colecionávamos as revistas de futebol daquele tempo “Esporte Ilustrado” e “Revista do Esporte”, ansiosamente esperadas, pois vinham semanalmente de Natal, nos ônibus de Artur Dias, trazendo as reportagens dos grandes jogos realizados no Rio de Janeiro e São Paulo, bem como as fotos dos bons jogadores daquela época.

Tínhamos certeza de que as jogadas do Negro Chagas e seus inúmeros gols apenas não eram registrados naquelas revistas porque ele jogava na distante Caicó, lá no nosso Seridó.

Particularmente eu sempre achei que aquele moreno humilde, sapateiro de profissão, com um molejo no andar, exímio com uma bola nos pés, seria capaz de jogar em qualquer time do Brasil. E, posteriormente, eu comprovei isto.

Em 1964, eu chegava em São Paulo, pela primeira vez. Fui diversas vezes ao Morumbi e assisti ali a vários jogos com a participação de atletas daquela época. Eu vi o Palmeiras de Ademir da Guia. Eu vi o Santos de Pelé.

Nas frias noites paulistanas, assistindo aos jogos naquele estádio com um gramado impecável e um público que não parava de gritar o nome dos seus ídolos, vinha sempre à minha memória a lembrança do Negro Chagas.

Ele tinha futebol de sobra para jogar ali. E naquele momento, eu dizia para mim mesmo: “Chagas jogaria, sem favor nenhum, em qualquer desses grandes times aqui de São Paulo! ”.

Em 1971, fui para o Rio de Janeiro. O país vivia a euforia de ter sido, merecidamente, Tricampeão Mundial de Futebol, no México. Eu ia ao velho Maracanã, semanalmente. Vi grandes clássicos e grandes jogadas realizadas por jogadores de renome.

Eu vi o Vasco de Brito. Eu vi o Flamengo de Zico. Eu vi o Botafogo de Jairzinho. Mas, infelizmente, também vi muitos jogadores de grandes times bater na bola com a canela.

E sempre falava com meus botões: “O Negro Chagas seria tranquilamente titular absoluto em qualquer desses times cariocas”.

Ultimamente tenho me lembrado daquele craque caicoense do passado, quando vejo, na tevê, as entrevistas de alguns jogadores de futebol de hoje ou de seus treinadores (hoje chamados de professores. Professores de quê?) tentando justificar as “merdas” que fizeram em campo:  

 – Nosso desempenho não foi o esperado porque a grama estava muito alta! – disse um.

E eu comigo: “conheci um cara que no velho e desconfortável campo de futebol do Ginásio Diocesano Seridoense, onde havia mais pedra e areia do que gramado, botava a bola onde ele queria. O que ele não faria numa grama alta?’ 

 – Tivemos problemas porque o clima não nos ajudou! – falou um certo técnico (professor?).

E eu pensei: “vi um craque que fazia jogadas monumentais no sol escaldante do Seridó! ”

Certa feita, um atleta, “perna de pau” milionário, desculpando-se de suas “cagadas”:

 – Eu estava com as chuteiras erradas. Deveria ter posto chuteiras de travas altas”.

Estarrecido, voltei a minha memória, mais uma vez, para Caicó do passado: “calçando um desconfortável e duro par de chuteiras, feito lá mesmo em Caicó, conheci determinado jogador de futebol que fazia jogadas incríveis”.

Para mim esta é a maior de todas as aberrações:

 – Não estávamos acostumados com aquela bola. Ela é mais leve do que...

Esta frase não é uma verdadeira “diarreia mental”? O peso da bola influenciando nas jogadas? E o peso dos dólares no bolso?

Não pude deixar de pensar: “com uma bola (capotão?), que nunca ninguém sabia o peso, que ainda tinha um pito que, muitas vezes, lhe dava um efeito traiçoeiro, eu conheci um craque que ‘comia aquela bola’ sem se importar quanto pesava”.

Recentemente, assisti a uma entrevista inteligente do magistral Rivelino. A certa altura o entrevistador lhe perguntou qual, na opinião dele, seria o diferencial de um craque de futebol para um jogador comum.

Brilhante como ele sempre foi, sintetizou dizendo: “o jogador comum, quando recebe a bola, todo mundo já sabe a jogada que ele irá fazer. O craque, não. Este é imprevisível. Toda vez que ele está com a bola, faz uma jogada diferente”. Seria necessária uma maior explicação? 

Chagas chegou a ir para o Sport Club do Recife e dizem que, com saudade da terrinha, ele voltou para o aconchego de Caicó. Se verdade, eu não o condeno por isto, pois eu também pensei, em várias ocasiões, fazer também meu regresso ao lar.

Para você, eu declaro sem medo de errar, Negro Chagas: daquela geração de jogadores de futebol do seu tempo, seja nos tórridos campos do Seridó ou em outras partes do Brasil, eu vi poucos melhores do que você! 

E lhe digo mais, Chagas: atualmente, desses milionários pernas de pau que acumulam milhões em suas contas bancárias e posam de craques, ninguém joga mais do que você jogou, negro velho!


O caicoense que "fugiu" do Sport Clube Recife (XII)

DANÚBIO (1951): Ferrari, Ernesto Lazzatti (argentino), Alejandro Morales, Julio Maceiras, Segundo González, Urbano Rivera, Domingo Sagastume, Hugo Bagnulo (treinador), Carlos Romero, Juan Burgueño, Raúl Bentancor (com o mascote), Armando Olivera e Spósito

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Na diagramação meio confusa daquele tempo a reportagem principal do jogo interestadual no interior paraibano vem abaixo da metade da página e um pouco acima e de lado a matéria secundária.
- NO AMISTOSO EM PATOS O ESPORTE NÃO FOI ALÉM DE UM EMPATE: 1 x 1. Está feita a confusão com o nome do time de Patos, alvirrubro, que leva o mesmo nome do rubro-negro do Recife.
Acima, a direita, na quina do título acima, a "retranca", complemento também assinado pelo enviado especial do Diário de Pernambuco: "CHAGAS FEZ TESTE E DESAPARECEU".
Jogo dominical (2/9/1962) e telegrama do dia seguinte para a edição da terça-feira com o relato da curta participação do jogador amador caicoense Francisco Cunegundes das CHAGAS, que entra no segundo tempo a pedido do vice-presidente do Sport Recife, o patoense Antonio Alexandrino Palmeira.
- A nota curiosa do jogo foi a solicitação para observação pelo técnico Palmeira do atleta Chagas do Esporte Clube de Caicó, no Rio Grande do Norte. O player demonstrou, apesar do curto tempo, bastante agilidade, predicado que poderia ser confirmado.
E segue: - Mas, para surpresa do técnico, o atleta não mais compareceu para os entendimentos para com a chefia da delegação rubro-negra...
Para confirmar: o repórter Viriato Rodrigues escreve que o gol do Sport, de empate aos 14 do segundo, foi do uruguaio Bentancour, com um forte chute, e não de Elcy, com passe do potiguar.
O jornalista ainda destaca a recepção na casa dos genitores do dirigente rubro-negro, irmão do jogador Zéu Palmeira, do clube local.