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terça-feira, 28 de julho de 2026

Saiu do América para ser campeão no rival ABC (III)

Francisco Amorim Chaves é o terceiro em pé...

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Até agora a dupla série inédita de reportagens se concentra em três jogadores como reforços do ABC no primeiro semestre de 1974.

Os dois primeiros o atacante baiano Luiz Rodrigo dos Santos (dispensado do América/RN) e o sergipano José Aélio Pinto Lobão, volante, do grupo inicial de cinco indicados em janeiro.

Em seguida o segundo vindo do rival alvirrubro, também natural da Bahia, o lateral-esquerdo Francisco Amorim Chaves, o "Chico".

Mas quem eram os demais chegados em janeiro: Nilo (atacante), Roberto (lateral-direito), Hipólito (quarto-zagueiro) e o goleiro Adalberto?

Sem contar Selmo e Paulo Gilberto (avançado) em testes por conta própria. Esta é a pergunta que se tentará responder satisfatoriamente para atender o torcedor-leitor.

Fernandópolis Futebol Clube (1979): Zé Roberto, Donda, Bebeto, Chico Amorim, Durval, Nelsinho, Jorginho, Tato, Carlos Silva, Ari e Da Silva



Saiu do América para ser campeão no rival ABC (II)

Fernandópolis Futebol Clube campeão Paulista da Segundona na temporada 1979

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O Fernandópolis Futebol Clube, chamado pela imprensa de "Fefece", é campeão Paulista da segunda divisão (1979) com o lateral-esquerdo baiano Francisco Amorim Chaves, o "Chico", titular da camisa número seis.

Com o título, o primeiro desta divisão intermediária, sendo repetido pelo FFC (1994), o ex-jogador do América, ABC e Alecrim, o trio histórico da capital potiguar, é sempre lembrado pelo torcedor do interior paulista.

Na primeira conquista foram 30 jogos: 21 vitórias, seis empates e três derrotas. Ficou invicto 16 partidas e perdeu a virgindade para a Matonense (2 x 1).

"A Águia", como é também denominado o clube, marcou 64 gols e sofreu 21. O atacante Tato (autor dos dois gols na decisão contra o Guacuano) e artilheiro da competição (25 gols).


FONTES

Futebol do Interior

O Gol

Rádio Nova Era News

Região Noroeste.com

Súmulas Tchê

Última Divisão

Saiu do América para ser campeão no rival ABC (I)

Fernandópolis (1979): Chico, Bereco, Betinho, Noronha, Carlúcio, Donda, Zé Roberto, Beto Rocha, Tato, Xisté e Wilson Luís/Poster Show Soccers

JOSÉ VANILSON JULIÃO

A pesquisa para compor as três últimas reportagens com alvo nos reforços do alvinegro para o primeiro semestre de 1974 também encontra a curiosidade do jogador americano campeão pelo ABC no I Torneio Estadual.

O levantamento para a série inédita tem como origem raras fotografias do elenco abecedista em três situações diferentes, duas delas pelo uniforme, branco e listrado, dos 11 titulares do momento, e mais uma na temporada seguinte.

As imagens são importantes por contarem com jogadores poucos lembrados hoje, talvez pelo fato de chegarem no momento do clube ausente do campeonato brasileiro em duas temporadas seguidas após a excursão internacional.

Entre eles, também, o lateral-esquerdo baiano Francisco Amorim Chaves (Salvador, 17/6/1948), que, ao final da competição, no começo do segundo semestre segue para o Alecrim como reforço para o campeonato estadual.

Currículo do Chico: Botafogo (1968), Redenção (1970), ambos da capital baiana, Atlético de Alagoinhas (1971), Confiança (1972), América (1973), ABC (1974), Alecrim (1974), Goiatuba (1975), Goiânia (1976), Araguari/MG, Uberlândia (1977),  Votuporanguense/SP (1978), Fernandopolis (1979/81) e Bandeirante (1982).




segunda-feira, 27 de julho de 2026

A segunda fotografia rara do "lusitano" no ABC (III)

O zagueiro Roberto e Hipólito (na imagem abaixo) são os remanescentes do primeiro semestre de 1974

ABC (1974): Floriano, Roberto, Hipólito, Walter
Cardoso, Maranhão, Gonzaguinha, Nilo, Danilo
Menezes, Luiz Rodrigo, Aélio e Jorge Calaça
JOSÉ VANILSON JULIÃO

Ainda vamos pesquisar informações pessoais ou das carreiras dos demais reforços no primeiro semestre de 1974: o zagueiro Hipólito, o lateral-direito Roberto e o atacante Nilo.

Na pauta continua o centroavante baiano Luiz Rodrigo dos Santos, com o possível total de jogos pelo ABC no ano, já que a soma dos gols marcados em seis meses, oito, é conhecida.

Por enquanto o alvo maior da curiosidade do repórter é  médio-volante sergipano José Aélio Pinto Lobão (Aracaju/SE, 5/12/1951), que teria passagem pelo juvenil do Vasco da Gama (RJ) e pela Portuguesa carioca (Ilha do Governador).

Dois sites especializados em carreira e transferência de jogadores apontam Aélio nos goianos Anápolis (1972), Goiatuba (1973), ABC (1974) e Potiguar/Mossoró (1974/76). A grade curricular ainda contaria com o Itabuna, da cidade do mesmo nome no interior baiano, e o Ipiranga, um time de Anápolis.

Pode-se notar Floriano (goleiro) e abaixo o Nilo,
Danilo Menezes, Luiz Rodrigo e Jorge Calaça 

Além de passagem pelo futebol europeu, precisamente o português, como atleta do Acadêmico de Viseu.

O atento jornalista Rubens Lemos Filho, um dos especialistas em ABC que conheço, fez uma importante retificação numa fotografia da série inédita, a do meio da reportagem.

"No ABC só jogaram dois Ivo, um nos anos 50, outro em 1968, ambos pela ponta-esquerda", explicou, com autoridade de quem pesquisa com exatidão, exclusivo ao blog, Rubens Lemos Filho.

Disse ele: "Na ponta-direita Nilo", nas imagens de baixo, um dos reforços para o primeiro semestre de 1974, ao lado dos já citados.


FONTES/IMAGENS

Diário de Natal

Tribuna do Norte

Anotando Futebol

História do Futebol

Museu da Pelada

O Gol

Súmulas Tchê

Zé Duarte





A segunda fotografia rara do "lusitano" no ABC (II)

O  zagueiro Hipólito é um dos novatos remanescentes do primeiro semestre do ano anterior. A terceira imagem rara do ABC do biênio 1974/75. Acervo jornalista Rubens Lemos Filho/Museu da Pelada

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Como aconteceu com outra rara fotografia do ABC, mas do segundo semestre de 1975, quando o alvinegro ficou de fora pela terceira vez consecutiva do campeonato brasileiro, e ocupou o período com amistosos (locais e interestaduais), além do I Torneio José Américo de Almeida Filho, a segunda imagem com o centroavante Luiz Rodrigo dos Santos também chama a atenção pelas presenças de novatos poucos lembrados hoje em dia (ver no post anterior).

Esta foto do primeiro semestre de 1974 pode-se considerar que, por motivações diversas, inclusive para o repórter, ficaram mais fixados na memória das gerações mais antigas dos torcedores alvinegros: o goleiro Floriano, o meia uruguaio Danilo Nuñes Menezes, o volante Maranhão (José Ribamar Celestino), o zagueiro Walter Cardoso (ex-Riachuelo Atlético Clube), o centroavante Luiz Rodrigo e o ponta-esquerda Jorge Calaça (meu amigo de rede social).

O redator, como acompanhante do futebol potiguar nos jornais da época e resenhas esportivas, também tem a curiosidade de saber detalhes de jogadores dos quais passou cinquenta década sabendo apenas de um dos nomes próprios ou os apelidos, citados nas reportagens e nas transmissões esportivas, principalmente as partidas das competições locais.

Por exemplo: sempre teve a curiosidade, aguçada com a chegada da internet, para saber quem era aquele "Aelio" que passou rapidamente, primeiro no ABC, e depois se mandou para o Potiguar de Mossoró, no mesmo ano em que chegou, janeiro de 1974, como um dos reforços do alvinegro, portanto antes mesmo da realização do torneio seletivo para o campeonato nacional em fevereiro do mesmo ano.

Além do meia José Aélio Pinto Lobão haviam sido indicados o zagueiro Hipólito, o lateral-direito Roberto, o atacante Nilo e o goleiro Adalberto. Apesar de não recomendados aportaram para testes na concentração de Morro Branco os desconhecidos Selmo e Paulo Gilberto (atacante). Um bom público curioso esteve no primeiro treinamento no tradicional e acanhado "Juvenal Lamartine".


A segunda fotografia rara do "lusitano" no ABC (I)

ABC (1974): Floriano, Roberto, Hipólito, Walter Cardoso, Maranhão, Gonzaguinha, Nilo, Danilo Menezes, Luiz Rodrigo, Aélio e Jorge Calaça 

Nesta foto dá para reconhecer o goleiro
Floriano, e abaixo Nilo, Danilo (segundo)
depois Rodrigo e na ponta-esquerda
currais-novense Jorge Calaça 

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Do "baú" do memorialista sempre aparece alguma novidade que estava escondida a sete chaves e o ex-jogador José Ribamar Cavalcante (biografado pelo jornalista Kolberg Luna Freire) vai soltando as poucos nas redes sociais.

O redator pensava em não mais encontrar ou ver nenhuma fotografia do baiano de Porto Seguro (6/5/1949), Luiz Rodrigo dos Santos, filho de português, com passagens pelo América (1973), ABC (1974) e Alecrim (1975), além da foto (ao lado e abaixo da principal) divulgada pelo ex-jogador juvenil do alvinegro e do Potyguar de Currais Novos, Jorge Calaça.

Tanto a primeira quanto a segunda são, provavelmente, do primeiro semestre de 1974, quando o ABC perdeu o seletivo (fevereiro) para o campeonato nacional, vencido pelo América (uma vitória, um empate e o 2 a 2 com 1 a 0 na prorrogação).

Nos cinco primeiros meses do ano o ABC faz amistosos locais e interestaduais e participa do primeiro I Torneio Estadual para ocupar os clubes natalenses, com a participação do Potiguar e Baraúnas (ambos de Mossoró), durante o campeonato brasileiro, realizado no período devido a Copa do Mundo na Alemanha.

Inclusive o torneio tapa-buraco foi vencido pelo ABC e objeto de série inédita neste semestre. O leitor também revisitar as seguintes reportagens para saber mais sobre o personagem com passagens no futebol baiano e pernambucano:

1) "O "lusitano" que jogou pelo América e ABC" (domingo, 2/5/2021); 2) "Conheça o "esquecido" e único "Torneio estadual" (sexta-feira, 15/8/2025).


FONTES

Diário de Natal

Diário da Manhã

Diário de Pernambuco

Tribuna do Norte

Futebol 80

Jornal da Grande Natal

O Gol

Súmulas Tchê


domingo, 26 de julho de 2026

América eliminado pelo Gama nos tiros livres

Charles e Balotelli (foto) perdem as cobranças

Muita emoção na cidade satélite no entorno de Brasília. América e Gama se enfrentaram pelas oitavas de finais da Série D.

O primeiro tempo se desenvolveu com o jogo aberto com predominância dos ataques. Os gols saíram de jogadas com lances fortuitos. O Gama colocou uma bola no travessão depois do desempate americano.

No segundo tempo a partida continuou em aberto. Na metade do tempo cobrança de falta bate na zaga, dificulta para o goleiro americano e ganha a rede.

Decisão nos tiros livres: Gama 4 x 3. O time brasiliense começa as cobranças e Wagner Balotelli põe na trave na última cobrança.

O América participa da Série D do próximo ano sem precisar da conquista da vaga via campeonato estadual.

O Potiguar de Mossoró aguarda a classificação do ABC para as semifinais com o fim de ganhar a uma das três vagas do Rio Grande do Norte.

América na Série D: 2017/18/19/20/21/22 (campeão) e 24/25/26/27. Fecha a conta em dez participações (inclusa, é claro, a futura).


FICHA TÉCNICA

América 2 x 3 Gama

Estádio: Valmir Campelo Bezerra/DF

Árbitro: João Vitor Gobi/SP

Público: 15 mil (estimado)

Gol: Renato 16, Matheus Regis 22, Luiz Thiago 33, Ramon 47'51 e Henrique Almeida 20'55/2

América: Renan Bragança, Ricardo Luz, Lucas Rodrigues, Guilherme Paraíba, Evandro (Charles), Balotelli, Alexandre Aruá, Alisson Taddei (Coppetti), Galvan (Antônio Villa), Matheus Régis (Cassiano) e Luiz Thiago (Wellington Tanque). Treinador: Ranielle Ribeiro

Gama: Renan Rinaldi, Michel Henrique (Iranilson), Darlan, Wellington (Lucão), Gabriel Lima, Moisés (Henrique Almeida), David Lucas (Gabriel Galhardo), Willian Júnior, Ramon, Felipe Clemente e Renato (Kennedy Lucas). Treinador: Luís Carlos Souza