"JORNAL DA GRANDE NATAL"
A SERVIÇO DA REGIÃO METROPOLITANA E DO RIO GRANDE DO NORTE
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quinta-feira, 25 de junho de 2026
As duas entrevistas do irmão de "Dequinha" (IV)
quarta-feira, 24 de junho de 2026
As duas entrevistas com o irmão de "Dequinha" (III)
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| O Londrina é fundado em 1956 e conquista o primeiro título no ano seguinte |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
O leitor pode até inicialmente estranhar a maior concentração de informações em cima do personagem Francisco Assis dos Santos, o "Chico", irmão do José Mendonça dos Santos, o "Dequinha".
Mas a explicação e desculpa para tal acontecimento é de uma obviedade estonteante: muito já foi dito na imprensa potiguar sobre o mano mais famoso e quase inexiste dados do parente próximo bem menos conhecido.
Porém sempre citado nas entrevistas e reportagens. E mais uma coincidência ocorre antes do redator encontrar a fala do irmão José Simeão dos Santos no extinto jornal diário "O Mossoroense" em junho de 2013.
No ano seguinte um blog da cidade de Brusque (Santa Catarina) publica detalhes de uma entrevista de Francisco Assis em que ele menciona todos os irmãos e irmãs, discorre sobre a permanência no Londrina e o começo da carreira no Flamengo.
As duas entrevistas com o irmão de "Dequinha" (II)
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| Coritiba (Taça Brasil 1960): Carazzai, Nico, Hamilton, Julinho, Bequinha, Guimarães, Gordinho, Chico (irmão do mossoroense Dequinha), Oda, Duilio e Ronald |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Não é necessário nem transcrever a fala de João Simeão dos Santos, 81, para o radialista mossoroense Jota Nobre, esta semana divulgada em vídeo em rede social por ocasião da Copa do Mundo.
O avançado da idade e os percalços da memória prejudicam a entrevista, mas as curtas frases dá para vislumbrar que a reportagem do jornal O Mossoroense (junho/2013) retrata muito bem a convivência com o irmão famoso.
A entrevista ao, mais uma vez desativado, centenário periódico de Mossoró abrange a família e o irmão de José Mendonça dos Santos, o "Dequinha", que seguiu carreira no futebol: Francisco Assis dos Santos, o "Chico".
"Chico" foi bicampeão pela categoria de aspirantes do Flamengo (1955/56), entrou poucas vezes em amistosos no time principal e em 1957 passar a jogar no futebol paranaense, primeiro no interior e depois na capital.
No alviverde Coritiba, vencedor do grupo sul (diante do Ferroviário), é campeão estadual em 1959, decisão com o Londrina, vencedor da chave norte, com um 2 x 1 (14/2/1960).
E participa da série de empates em três jogos (1 x 1, 3 x 3 e 1 x 1) na segunda fase da Taça Brasil, sendo eliminado no sorteio após a prorrogação no terceiro encontro, em Porto Alegre (setembro/1960).
As duas entrevistas com o irmão de "Dequinha" (I)
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| Coritiba (1959/60): Hamilton, Nico, Carazzai, Julinho, Bequinha, Guimarães, Chico, Miltinho, Ivo, Duílio e Oda |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Pura coincidência. Depois de quase uma década e meia se juntam duas entrevistas de um dos irmãos do jogador e treinador mossoroense José Mendonça dos Santos, o "Dequinha", que fez fama no futebol.
Há alguns meses encontrei na rede a primeira entrevista do irmão do centromédio do ABC, América do Recife e Flamengo, ao desativado jornal O Mossoroense, numa edição dominical (16/6/2013), para o caderno "Universo", assinada pelo repórter Maricelio Almeida.
E agora, esta semana, após 13 anos, vejo o radialista Jota Nobre posta em página social, um vídeo com o mesmo. João Simião dos Santos, com 81 anos, residente em Mossoró, a quem "Dequinha" tentou introduzir no mundo do futebol, sem conseguir a contento.
Dos irmãos, de duas famílias (Simeão é irmão pela parte do pai), somente o Francisco Assis dos Santos, o "Chico", foi levado pelo parente famoso ao Flamengo (1953) e seguiu carreira no futebol parananense (Londrina e Coritiba) e de Santa Catarina (Carlos Renaux), aposentando-se em 1970.
Falece empresário gráfico ex-juvenil do Santa Cruz/RN
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| Ney Bezerra de Andrade no Bahia |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Neste mês andei publicando umas séries de reportagens em que aparece como personagem central ou coadjuvante de importância o antigo zagueiro do ABC, Sport Recife, Bahia e América pernambucano, o norte-rio-grandense Ney Bezerra de Andrade.
É praxe as postagens acabarem repercutidas em rede social e numa delas o internauta comentou, com ar afirmativo e ao mesmo interrogativo, de que Ney, 91, residente em Salvador, seria irmão de Dinarte Bezerra de Andrade. Fiquei quieto.
Mas esta semana veio a confirmação quando li postagem do amigo Cesar Barbosa, torcedor do Alecrim, lamentando o falecimento de Dinarte, empresário aposentado do ramo gráfico, sócio da Gráfica Santo Antônio, no mesmo prédio (térreo) da Travessa Venezuela, no bairro da Ribeira, da Boate Arpege (primeiro andar).
Daí fiquei matutando. E para não ter erro pedi confirmação do parentesco aos amigos de um grupo de rede social, quando a jornalista cultural Eliade Pimentel, sempre pronta a atender aos amigos, entrega um dossiê com dados de antigas reportagens que resultam em livro sobre a indústria gráfica natalense.
Como sou bastante curioso para pesquisar e colher dados complementares sobre qualquer assunto interessante acabo tendo uma enorme surpresa. Dinarte, assim como o irmão, também envolveu-se com o futebol. Não seguiu longa carreira, mas foi juvenil do licenciado tricolor Santa Cruz Esporte Clube.
A prova vem do expediente da Federação de Futebol (20/9/1953) publicado no Diário de Natal (21/10) que concede registro de um ano como atleta amador da categoria juvenil do clube das três cores de Natal, que só muda a nomenclatura complementar para "Esporte e Cultura" a partir de 1963.
Se não bastasse ser jogador amador, logo depois e em 1957, está metido com arbitragem em jogo final do torneio início de juvenis, ganho pelo América, conforme noticiário da página esportiva da Tribuna do Norte (22/6/1954).
Em 1961 é delegado de arbitragem ao lado de Zilson Eduardo Freire (pai do prefeito Paulinho Freire), Odeman Miranda (ex-jogador do América e dono da Confeitaria Atheneu) e Silvino Sinedino de Oliveira, do jornal Associado, nomeados pelo antigo craque e coordenador da FND, Antonio Acácio do Nascimento, pai do depois jogador e treinador Hélio Lopes.
terça-feira, 23 de junho de 2026
O futebol potiguar antigo na imprensa carioca
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| O futebol de antigamente na imprensa do Rio de Janeiro com aval do correspondente no RN, o tenente Aníbal Leite Ribeiro, da Capitania dos Portos |
A revista carioca Vida Esportiva, edição 151 (17/7/1920), publicou (página 14) a imagem acima, do Ceará-Mirim Futebol Clube.
A autoria da fotografia não é identificada. A original foi entregue pelo pesquisador natalense Arthur Pierre dos Santos Medeiros.
A paisagem indica que o campo pode ter sido numa competição em Natal no mês de abril do mesmo ano.
O site Federação Internacional de História e Estatísticas de Futebol registra o "Torneio Imprensa".
Com os seguintes resultados: ABC 3 x 0 Seleção Ceará-Mirim e América 1 x 1 Centro Esportivo Natalense e América 1 x 0 ABC (11/4). O América era azul. Se classifica pelo número de cornes.
O site diz que ocorreu no campo da ARA (Associação Riograndense de Atletismo), mas na época a entidade esportiva ainda não existia e sim uma "liga de esportes terrestres". (JVJ)
O quinteto tricolor contra o América-RN (VII)
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| O redator não lembra a origem da imagem. Na fotografia do Fluminense ver Jair Marinho (segundo em pé), o potiguar Edmilson Piromba (terceiro), o goleiro Carlos José Castilho, Pinheiro e Telê Santana |
JOSÉ VANILSON JULIÃO








