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domingo, 24 de maio de 2026

Goleiro artilheiro Carlos Pedra Filho no Tricolor paulista

Operário/Várzea Grande (1975): Carlos Pedra, Carlos Victor, Zezinho, Joilson, Lulinha, Formigão, Zé Pulula, Nélio Ramos, Juquinha, Jair Ventura Filho e Vandinho 

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O goleiro mineiro Carlos Pedra Filho permaneceu no São Paulo em quase um ano de contrato.

Na época ele veio do alvirrubro Noroeste de Bauru.

Foram quatro jogos em 1964 e três partidas em 1965.

Com três vitórias, igual número de empates e uma derrota.

A primeira partida São Paulo 3 x 3 Fluminense (10/5/1964).

Último jogo: São Paulo 1 x 2 Vasco da Gama (7/4/1965).

A estreia e a despedida foram pelo tradicional Torneio Rio-São Paulo.

Carlos, como consta em todas as fontes do tricolor, é um dos 93 goleiros são-paulinos.

Formiga: João Batista, Gilson, Zé Horta, Zé Emílio, Hale, Carlos Pedra, Valdez; Henrique Frade (treinador), Coutinnho, Adnan, Cristóvão, Sudaco e Canhoto


FONTES/IMAGEM

Almanaque do São Paulo

Almanaque do Futebol Brasiliense

Blog do Marcão

Futebol 80

São Paulo FC

Stadium Varginhense

Súmulas Tchê

Terceiro Tempo


Goleiro artilheiro da Caldense seria Carlos Pedra Filho?

O reserva do gaúcho Suli pode ser o mesmo Carlos mencionados pelos jornalistas Renan Muniz, historiador da Caldense, e Luiz Nassif, filho de um antigo dirigente 

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Há a suspeita, suposição ou indício de que o goleiro artilheiro da Associação Atlética Caldense, de Poços de Caldas/MG, tenha sido Carlos Pedra Filho (Raul Soares/MG, 22/8/1940 - Belo Horizonte/MG, 13/7/2017).

Embora o repórter não tenha informação oficial, ao menos do Almanaque da Caldense, o cruzamento de dados em algumas fontes secundárias da rede leva a crer que se trata do mesmo personagem identificado apenas como Carlos em artigo e citações diversas.

A maioria dos sites e blogs são pródigos em enumerar os clubes por onde o tal do Carlos passou e alguns são coincidentes, inclusive a curta permanência no alviverde do interior mineiro, assim como o Carlos Pedra Filho, salvo algumas lacunas detectadas pelo repórter e provavelmente fáceis de preenchimentos.

A época de atuação dos dois personagens do futebol também são coincidentes, em especial o período do final dos anos 50 começo da década seguinte.

Em vários clubes existem os anos da trajetória e em outros não, mas nada que prejudique esta avaliação.

Assim podem ser enumerados manipuladas as peças do xadrez, ou seja, as idas e vindas do cavaleiro andante do futebol:

Bela Vista/MG (1959), Pontenovense, Caldense, Barretos, Noroeste, América/MG, Formiga, Independente/Uberaba, Uberaba, Fluminense/Araguari, Guarani/Campinas, Paulista, São Paulo (1964), Valeriodoce/Itabira e Operário de Várzea Grande/Mato Grosso (onde encerra a carreira aos 46, em 1977, e passa a ser treinador de goleiros).


FONTES/IMAGENS

Almanaque do São Paulo

Caldense

Futebol do Interior

La Insignia

Nilton Junqueira

Súmulas Tchê 

Terceiro Tempo


Dois Wellington são personagens do clássico potiguar

Wellington Tanque faz de cabeça o terceiro gol
pelo América e desencanta de vez na temporada

Em andamento um mini tabu no clássico América x ABC.

Agora na temporada são seis jogos de invencibilidade do alvinegro. No total são 566 jogos na história.

Foram cinco jogos na Arena das Dunas e um no Estádio Maria Lamas Farache, justamente a partida deste domingo.

São quatro empates (três no campeonato estadual e o quarto na Série D) e duas vitórias (uma pela Copa do Nordeste e uma pela Série D).

Com o resultado desta tarde o time abecedista continua na liderança isolada da fase de classificação da Série D faltando dois jogos para encerramento da fase. E o alvirrubro mantém a segunda posição.

Decepção foi o comparecimento do público. A "Frasqueira", dona da casa, ficou devendo, diante do retrospecto recente favorável.

Maguary e Laguna jogam nesta segunda-feira no "Frasqueirão", em Natal, para complementar a rodada. (JVJ)


FICHA TÉCNICA

América 1 x 1 ABC

Árbitro: Roger Goulart/RS

Público: 3.268 (5.283

Renda: R$ 110.407,00

Gol: Wellington Carvalho 38'43 e Wellington Tanque 21/2

América: Renan Bragança, Ricardo Luz, Lucas Rodrigues, Guilherme Paraíba, Evandro (Charles), Carlos Coppetti (Cassiano), Alexandre Aruá, Wagner Balottelli, Augusto Galvan (Matheus Régis), Alisson Taddei (Antônio Villa) e Luiz Thiago (Wellington Tanque). Treinador: Ranielle Ribeiro

ABC: Matheus Alves, Lucas Marques, Wellington Carvalho, Edson, Dudu Mandai (Jefferson Vinicius), Jonathan (Esquerdinha), Geilson, João Pedro (Rikelmi), Luiz Fernando (Bruno Leite), Igor Bahia (Wellington Reis) e Wallyson. Treinador: Wagner Dias


CLASSIFICAÇÃO

ABC: 17 pontos

América: 15 pontos

Souza: 10 pontos

Central: 10 pontos

Maguary: 9 pontos

Laguna: 1 ponto


"Goleiros artilheiros" tem representante da Caldense

Caldense: Décio Alves de Morais (jornalista), Miguel, Cuca, Zoe, Fuba, Lorena, Dusca, Belmiro Fanelli (A Gazeta Esportiva), Walter Pereira (diretor); Vacarelli, Alfredinho, Pedrinho, Marquinhos e Eurípides/"Botões para Sempre"

"Em 1960 a alviverde Associação Atlética Caldense teve no elenco o goleiro Carlos. Ele ficou conhecido por inovar e se tornar o cobrador oficial de pênaltis da equipe. No total fez sete gols pela "Veterana" nas cobranças das penalidades máximas.

Ele era canhoto e foi peça fundamental da série de 57 partidas invictas da equipe entre 1960 e 1961. A cada tiro livre a favor do time de Poços de Caldas (Minas Gerais) a torcida gritava o nome dele e pedia que cobrasse a penalidade."

Foi o que o repórter recolheu em rede social no começo da tarde. A partir de pesquisa do jornalista Renan Muniz (alvo de reportagens deste blog), para o Almanaque da Caldense, lançado em novembro/2025.

O redator até pensou que não mais apareceria um exemplo de goleiro artilheiro, além dos sete mencionados nesta série inédita, mas suspeitava de que algo novo poderia surgir.

E surgiu com a postagem no Instagram, em 15 de dezembro do ano passado, justamente o período que Renan Muniz acaba de concluir o levantamento do rigoroso almanaque da Veterana.

O personagem é alvo de um artigo (certamente ponto de partida para a pesquisa do Muniz) do jornalista mineiro Luís Nassif: "Carlos, o goleiro trágico da Caldense" (Fonte: La Insignia, 3/7/2007).

A invencibilidade da Caldense foi quebrada pelo Esporte Clube Circulista, de Araras, interior paulista, ao vencer em Poços de Caldas pela contagem mínima (28/5/1961), no Estádio Municipal Ronaldo Junqueira. (José Vanilson Julião)


FONTES/IMAGEM

Almanaque da Caldense

AA Caldense

História do Futebol

La Insignia

Medium

Tribuna do Povo

Colorização "confirma" goleiro artilheiro no Ferroviário

Fisionomia do arqueiro Floro bate com as outras imagens disponíveis no blog


Na dúvida e para conferir se realmente o goleiro artilheiro do Ferroviário Esporte Clube (FEC) de Natal/RN, o macauense Florio Felipe Raposo (1940 - 2010), é o mesmo da fotografia em preto e branco publicada no blog como reprodução do Diário de Natal (1964), e publicada no excelente site Histórias de Futebol, o JORNAL DA GRANDE NATAL resolve "colorir" uma das raras imagens do atleta em formação no tricolor da capital potiguar, e confirma que a fisionomia é a mesma de outras fotos ilustrativas desta série inédita.
A imagem colorizada por meio de IA (inteligência artificial) refere-se a quinta temporada seguida do Ferroviário no campeonato estadual deste a estreia, em 1961, na principal competição potiguar.
O 'História do Futebol" também publicou uma reprodução de uma formação desta época (retirada do semanário "O Poti"), a qual deve ser "colorida" por IA para se verificar as feições e comparar com as melhores três imagens de Floro no ABC.
Ele chegou para o alvinegro no segundo semestre de 1968 após a última aparição oficial no campeonato há dois jogos do fim, justamente contra o Alecrim, o campeão invicto pela primeira vez na competição.
Na sequência ainda detalhes do primeiro e último jogo oficial pelo Ferroviário; as duas temporadas no ABC; a permanência no Ferroviário do Recife/PE em 1970; a curta passagem pelo América/RN no campeão brasileiro ou nacional da Divisão Especial no segundo semestre de 1972. (José Vanilson Julião)
Uma das primeiras formações do Ferroviário na primeira temporada no campeonato estadual em 1961


FONTES
Diário de Natal
O Poti
Tribuna do Norte
Family Search
História do Futebol
J. Batista Esportes
No Ataque

sábado, 23 de maio de 2026

Biografia do goleiro artilheiro do Baraúnas de Mossoró

Duas fontes consultadas asseguram a minibiografia do goleiro José Xavier de Oliveira

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O repórter não tinha nada de substancial sobre a carreira esportiva, dados pessoais e atividades extra futebol do goleiro artilheiro do Baraúnas de Mossoró, José Xavier de Oliveira (18/3/1939 - 2013), mas encontra tudo, novamente, em duas fontes já conhecidas, do dedicado soldado PM Jota Maria e do falecido comentarista Olismar de Medeiros Lima.

O goleiro Xavier começou no esporte aos 13 anos no Atlético do Bairro 12 anos, em seguida indicado pelo "olheiro" Getúlio Vital para o União, e no final de 1953 passa a jogar pelo Ipiranga da Rua Doutor Mário Negócio.

No Ipiranga é campeão (1958) e convocado para o selecionado mossoroense para disputar o torneio intermunicipal "Cid Rosado" (1959). Dois anos depois joga futebol de salão no ABC em Natal. Em 1959 atua pela seleção do município cearense de Limoeiro do Norte.

No ano de fundação defende o tricolor mossoroense, mas ainda em 1960 presta o serviço militar na capital do RN e veste a camisa número um do rubro-negro Clube Atlético Potiguar (CAP). De retorno a cidade natal é tricampeão municipal pelo Baraúnas (1961/63).

Época em que faz de cobrança de tiro de meta o terceiro gol sobre o rival Potiguar (3 x 0) no antigo estádio da Rua Benjamim Constant (antigo campo da Limitada), onde hoje fica o SESI, como costuma dizer o radialista Dantas Júnior nas divulgações das históricas fichas de partidas na FM Santa Clara.

Xavier ainda jogou pelo Ferroviário mossoroense (1967) e encerra a carreira no ano seguinte pelo alvirrubro Potiguar. Ele foi casado por mais de quatro décadas com Maria Vilma Morais de Oliveira. Deixou dois filhos e três netos. Foi aposentado da Secretaria Estadual de Tributação.


FONTES

Blog Jota Maria

Instituto de Pesquisas Olivar Monte (IPOM)

Oeste News

Patu Esportes

Terceira rara imagem do goleiro artilheiro no ABC

ABC: Batista, Floro, Piaba, Babau, Arandir, Otávio, Babá, Izulamar, Alberi, Edmilson (não é o "Piromba") e Burunga

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Nas últimas 24 horas a insistência do repórter localiza duas raras fotografias do goleiro artilheiro macauense Florio Felipe Raposo (1940 - 2010).

A primeira publicada no artigo anterior como indicação da rede social do memorialista José Ribamar Cavalcante, guardião do maior acervo de fotos sobre times de futebol do Rio Grande do Norte.

A segunda imagem pouco conhecida do arqueiro do Ferroviário de Natal, entre 1961 e 1968, quando foi contratado no segundo semestre da última temporada tricolor pelo ABC.

O repórter lembrou e encontrou a fotografia, também de 1969, no blog No Ataque, o antigo do jornalista Edmo Sinedino de Oliveira, posteriormente disponibilizado para Ribamar Cavalcante.

A foto foi inserida na referida fonte em 26 de abril de 2015 em comemoração, dia seguinte, ao então aniversário de 67 anos do zagueiro abecedista Babau, que começou a carreira no Racing do bairro das Rocas e depois passou pelo ABC, Ferroviário e Cosern (Força e Luz).