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| Atlético: Lolô, Claudianor, Assis, Cidão, Adeildo, Galego, Jurandi, Santos, Arandir, Ribamar e Lia |
JOSÉ VANILSON JULIÃOMês passado e nestes 15 dias andei publicando fotografias do juvenil americano dos anos 70 e do titular do Alecrim do final da década começo de 80.
Foi um desfile de revelações que chegaram a titularidade do América e do alviverde: Luizinho (filho do antigo jogador Artêmio), Newton Lima do Nascimento, Sandoval Ferreira Nobre, Sérgio Francisco de Melo, Luiz David de Souza, Gilton Ribeiro de Souza, Ronaldo Ferreira Cruz...
Com isso me pego relembrando destes atletas, cujos nomes ouvia nas resenhas e transmissões esportivas, nas vozes dos repórteres José Augusto (irmão de Santos Neto), Francisco de Souza Silva ("Chico Telefone"), Laerte Marinho, José Jorge da Pascoa Menezes, Givaldo Batista (Rádio Nordeste e "A República")...
Rapazes que vestiram as camisas não só do rubro, do esmeraldino e do ABC, mas também dos "pequenos" Clube Atlético Potiguar, Riachuelo Atlético Potiguar, dos sonoros "CAP" e "RAC" dos pistas e dos repórteres de fundo de gol, além do tricolor Ferroviário e Força e Luz, seja aurinegro ou tricolor (Cosern).
São os casos dos amigos, o empresário Roberto Amorim, do ABC para o clube naval; o memorialista José Ribamar Cavalcanti, no rubro-negro de João Machado (presidente da FNF).
E os inconfundíveis "Marreco", "Pompila" (de Currais Novos) e "Mossoró". Sem esquecer o caicoense Polidório, do RAC, alvo de reportagem mais particular.
Na lista o "Romão", de São Gonçalo do Amarante, do vice-campeonato do RAC diante do América, cujo nome de batismo é diferente: Francisco!
Revela na exclusiva entrevista em formato "ping-pong" (perguntas e respostas) do artilheiro nas três partidas finais de 1967 para o perfil "Nossos craques" na "Tribuna do Norte".