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| Zé Neto chega no ABC no começo do segundo semestre de 1985 e permanece para 1986 |
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| Baraúnas: Esmerino, Miranda, Nonato, Eduardo (chamado "Joel Bangu"), Zé Neto, Batista, Magno, Adson, Carlinhos, Silva e Gaúcho |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
A SERVIÇO DA REGIÃO METROPOLITANA E DO RIO GRANDE DO NORTE
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| Zé Neto chega no ABC no começo do segundo semestre de 1985 e permanece para 1986 |
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| Baraúnas: Esmerino, Miranda, Nonato, Eduardo (chamado "Joel Bangu"), Zé Neto, Batista, Magno, Adson, Carlinhos, Silva e Gaúcho |
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| ITABUNA ESPORTE CLUBE (1971): Luiz Carlos, Ailton, Americano, Neném, Piaba, Paulo, Santa Cruz (Adilson Ribeiro da Silva), Hélcio Batista Xavier ("Jacaré"), Bel, Zezinho e Jairo |
José Vanilson Julião
Mês passado foram publicadas uma série numérica e reportagens alternadas envolvendo jogadores de fora e do Rio Grande do Norte com o apelido "Jacaré" adicionado ao nome de batismo.
Primeiro o atacante potiguar Marcos Gomes de Medeiros, que começou no infantil-juvenil e aspirante do ABC, chegando a titular, com carreira também no futebol cearense, primeiro no Calouros do Ar encerrando no Usina Ceará e pelo interior.
Também foi mencionado o mais famoso deles, o atacante Hélcio Batista Xavier, nascido na Baixada Fluminense (Estado do Rio de Janeiro), que começou no Bangu, passou pelo futebol baiano e cearense antes de chega em Natal, em 1973, indicado ao América pelo treinador Maurílio José da Silva, o "Velha".
E o norte-rio-grandense José Roberto do Nascimento Viana, que começou no Alecrim em 2007, rodou o Nordeste, passou por outros estados e, depois de pendurar as chuteiras, estaria morando no Ceará, onde foi ídolo com passagens pelo Icasa de Juazeiro do Norte.
Na conta também o catarinense Érmison José Leopoldo, com passagem curta no segundo semestre de 1998, pelo América de Natal, como reforço na Série A na tentativa de escapar do rebaixamento após o acesso de divisão em 1997. O atleta tinha como atração ser amigo do tenista "Barriga Verde" Gustavo Kuerten", o "Guga", campeão em "Roland Garros" (Paris).
"Santa Cruz" - Ainda interessante na fotografia ("Futebol Anos 70") a presença do atacante do Rio de Janeiro, Adilson Ribeiro da Silva, que chegou no primeiro semestre de 1973, indicação do mesmo "Velha", vindo da metrópole carioca no segundo semestre de 1972, a tempo de treinar o clube no campeonato brasileiro da Divisão Especial, equivalente a Série B.
JOGO-TREINO AMERICANO
Neste sábado 28, no Centro de Treinamento Abílio Medeiros (Parnamirim), América 6 x 1 Riachuelo. Gols: Antônio Villa (dois), Salatiel, Gustavo, Ricardo Lopes e Allan.
Para o "amistoso" na arena alvirrubra (Estádio José Vasconcelos da Rocha), o técnico Ranielle Ribeiro mandou a campo:
Renan Bragança (Lucas Araújo) Lucas Mendes (Ricardo Luz), Lucas Rodrigues (Gustavo), Renzo (Jadson), Evandro (Charles), Coppetti (Judson), Antônio Villa (Allan), Souza (Galvan), Alisson Taddei (Iarley) (Ricardo Lopes), Cassiano (Joãozinho) (Nycollas Lopo) e Salatiel (Wellington Tanque) (Caio).
| Wallyson e o presidente do ABC Eduardo Machado |
"Tribuna do Norte" (14/2/2026)
O "Frasqueirão" viveu uma tarde especial no sábado 7/2, dia do último confronto da primeira fase do Campeonato Potiguar entre ABC e QFC. O corredor humano formado pelos jogadores, o aplauso compassado da Frasqueira e a entrega da camisa emoldurada pelas mãos do presidente Eduardo Machado compuseram o cenário perfeito para celebrar o que o ABC anunciava como o centésimo gol de Wallyson com a camisa alvinegra — marcado na partida anterior, contra o Potyguar Seridoense. A festa estava pronta, o roteiro impecável e o ídolo, emocionado. Mas, enquanto o clube comemorava, uma descoberta silenciosa — e extremamente bem documentada — já havia colocado em xeque a contagem oficial.
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| Kolberg entrega um dos livros autorais ao memorialista José Ribamar Cavalcante |
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| JVJ levantou o questionamento para Kolberg ratificar em artigo exclusivo para o blog |
A origem da divergência remonta ao início da carreira do atacante. Em 16 de abril de 2006, jovem, desconhecido e ainda tendo o nome grafado como “Wallynson” pela imprensa da época, o jogador marcou seu primeiro gol pelo ABC em um amistoso contra o Corinthians de Caicó, no estádio Maria Lamas Farache. Esse gol, por não ter caráter oficial, foi ignorado pelo clube nas contagens posteriores. Para Julião e Luna, porém, a história não pode ser escrita com lacunas: se a bola entrou, se há registro, se há súmula, então o gol existe — e deve ser contabilizado.
A partir dessa premissa, a dupla recontou a trajetória do atacante e chegou ao ponto chave da polêmica: a partida América 1 x 1 ABC, válida pela ida da final do Campeonato Potiguar de 2025. Diante de 12.955 torcedores e sob arbitragem de Tarcísio Flores da Silva, Wallyson abriu o placar aos 21 minutos do primeiro tempo. O América empataria apenas no fim, com Souza, mas o que importa para a história é o que veio antes: aquele gol, registrado oficialmente, seria o verdadeiro 100º da carreira do Mago pelo ABC.
A ficha técnica reforça a solidez da descoberta. O ABC, comandado por Evaristo Piza, entrou em campo com Felipe Garcia, Ezequiel, Windson, Bruno Bispo, Manoel, Wellington Reis, Randerson, Adeílson, Joãozinho, Danilo Alves e Wallyson. O América, treinado por Moacir Júnior, tinha Renan Bragança, Ricardo Luz, Iran, Guilherme Paraíba, Rennan Siqueira, Ferreira, Davi Gabriel, Souza, Ítalo, Henrique e Giva. Nada ali é fruto de memória oral ou suposição: tudo está documentado, registrado e preservado.
Com isso, a linha do tempo ganha novos contornos. O gol de 2006 passa a ser o primeiro e, assim, o gol contra o América, em 2025, se transformou no centésimo da carreira do maior ídolo dos abecedistas na era Frasqueirão. E o gol celebrado agora, contra o Potyguar, assume o papel de 101º — ainda que oficialmente o clube mantenha a marca redonda para fins de uma justa homenagem.
A descoberta, longe de diminuir a festa, acrescenta profundidade à causa e reforça uma lição: todos os registros no futebol devem ser levados em conta, amistosos ou não. Importa o que está escrito na súmula. Para um jogador que sempre encarnou o espírito do Clássico Rei, há algo ainda mais poético no fato de que o centésimo gol de um ídolo abecedista tenha acontecido justamente em um duelo contra o maior rival, em uma final. É como se a história, mesmo ignorada por um tempo, tivesse encontrado uma forma de homenagear Wallyson da maneira como ele mais desejaria.
No fim, a homenagem prestada pelo ABC permanece justa e merecida. Wallyson alcançou um patamar raríssimo no futebol moderno, e a celebração no Frasqueirão traduz o carinho de uma torcida que o viu crescer, partir, voltar e se eternizar. Mas, graças ao trabalho rigoroso de José Vanilson Julião e Kolberg Luna, a história agora entrou no rumo correto.
A matemática pode ser questionada. A idolatria daqueles que conseguem marcar época, jamais.
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| Marcelo Petrovich é sobrinho-neto do antigo jogador do América de Natal Petrovich |
Especial
Bastante conhecido em rede social o torcedor Marcelo Antonio Iorio é filho de Enelio Antônio Galvão Petrovich, que vem a ser filho do falecido advogado e escritor Enelio Lima Petrivich, "eterno" presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte.
A família é descendente do imigrante Matheus Petrovich, comerciante instalado no bairro da Ribeira no começo do século passado.
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| O trisavô austríaco Nicolau Bigois e família |
O casal Matheus/Ana gera Célio, bisavô de Marcelo, portanto sobrinho-Neto de Luiz Gonzaga Petrovich, antigo atacante, geralmente de posição ponta-esquerda, no Santa Cruz e no América, nos anos 30/40.
MAIS DETALHES NA REPORTAGEM "Imagem rara conta história do amistoso intermunicipal - VI" (domingo, 14/9/2025)
FONTES/IMAGENS
Agora RN
Almanaque Laemmert
A Ordem
Diário de Natal
Tribuna do Norte
Novo Jornal
Family Search
Jornal da Grande Natal
A LNF Silver é a nova divisão criada pela Liga Nacional de Futsal (LNF). Como campeonato de acesso à elite da agora chamada de LNF Gold.
A mudança está sendo implementada e representa um marco no calendário nacional, criando um sistema de promoção e rebaixamento.
A ideia é estimular a profissionalização de times menores ou emergentes; fortalecer o futsal com times de diferentes regiões.
Formato da competição
A disputa tem fase de pontos corridos e playoffs eliminatórios com os times classificados entre os melhores avançando às fases decisivas.
Os finalistas garantem acesso direto à "Gold" e o terceiro colocado disputa vaga extra em confronto de acesso/descenso com um time da elite.
Além disso a Copa LNF, torneio eliminatório que reúne clubes das duas divisões em confrontos únicos.
Os participantes vêm de 10 estados do Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste. E dobra o número de estados em comparação ao formato anterior.
Fonte: "Blog Um Grande Escudeiro"

Advogado Milton de Freitas Jordão
Pinheiro Gomes: o especialista
NOTA OFICIAL
O América Futebol Clube SAF recebe com serenidade a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, que acolheu os argumentos apresentados por nossa defesa e reafirmou princípios fundamentais do direito desportivo, como proporcionalidade, razoabilidade e equilíbrio na análise dos fatos.
O resultado reflete o trabalho técnico, criterioso e incansável conduzido pelo Dr. Milton Jordão, à frente da estratégia jurídica, em conjunto com os advogados e escritórios que atuaram de forma integrada na defesa dos interesses do América.
O América sempre pautou sua atuação pela transparência, pelo respeito às normas e pela confiança nas instituições, mantendo uma postura responsável, serena e firme ao longo de todo o processo.
Seguimos focados em nossos objetivos esportivos, certos de que nunca perdemos de vista o essencial: a confiança no trabalho do elenco, a gestão sólida que conduz o clube por meio da SAF, a força de uma torcida que compreende que lutar por justiça é um direito e, sobretudo, a união e a parceria institucional com a Associação, reforçadas pelo trabalho do presidente Hermano Morais, com agradecimento também ao vice-presidente do América, Francisco Sobrinho, que fortalecem a solidez e a coesão do América dentro e fora de campo.
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| América: Mingo, Valério, Gito, Tiê, Eugenio, Lico, Bebeto, Biro-Biro, Baica, Casquinha e Paloma |
Na temporada de 1992 o América desiste do campeonato brasileiro no primeiro semestre devido a uma crise administrativa e financeira.
Nos seis primeiros meses do ano se envolve apenas em 15 amistosos domésticos contra times e selecionais municipais amadoras do interior potiguar.
Ainda joga amistosos interestaduais (Campinense e Guarabira) e contra os domésticos Desportiva do Vale e o rival ABC.
No segundo semestre enfrenta o Corinthians pela Copa do Brasil, e perde duas vezes pelo mesmo placar: 3 x 0.
O Torneio Início do campeonato potiguar ocorre no domingo (5/7) e em dezembro o alvirrubro termina como o bicampeão potiguar.
A fotografia original que encima a postagem é a mesma publicada pela revista esportiva paulista "Placar", em circulação deste 1970.