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| Luiz Gonzaga Cortez transformou a série inédita em livro/Imagem: "Tribuna do Norte" |
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| Alzira Teixeira Soriano |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
A nona reportagem desta sequência inédita coincide com o mesmo número da sequência domingueira assinada pelo jornalista currais-novense Luiz Gonzaga Cortez Gomes de Melo, "O comunismo e as lutas políticas do RN na década de 30", publicada no semanário "O Poti" (21/7/1985), com o título "Giocondo quase morre com 17 facadas".
Com fotografias do repórter fotográfico Carlos Silva e do acervo pessoal de Fátima Cabral, filha do empresário do ramo de algodão Genésio Cabral de Macedo, com atividades na usina do atual município de Fernando Pedrosa, o repórter Luiz Gonzaga Cortez entrevista outras testemunhas oculares da história.
Depois do parágrafo de abertura o texto é dividido nas seguintes sessões: PARTICIPAÇÃO DOS PRESOS, A PRISÃO VIROU ACADEMIA, NAVIOS MEXICANOS E AS FACADAS NO GIOCONDO. Sendo esta última a mais importante por impor um antigo jogador do América/RN como coadjuvante dos acontecimentos.
O então cabo baiano Giocondo Dias ficou preso na Casa de Detenção do Recife. O entrevistado potiguar João Wanderley disse que viu o personagem pela última vez na Revolução abortada de 1935 e confirma que ele recebeu o número de golpes de arma branca descrito acima, desferidos pelo fazendeiro Paulo Teixeira, residente no município de Itaretama.
É aí que o Gonzaga Cortez retifica a informação da reportagem anterior no extinto jornal (número VIII), quando erra o nome do salvador do cabo Giocondo, na verdade o citado Genésio Cabral (28/8/1905 - 26/1/1976), sócio do industrial e senador João Severiano da Câmara.
O estranho nesta história é que, segundo Fátima Cabral, Giocondo era amigo do Paulo Teixeira, e por este fora escondido na Fazenda Primavera, que foi propriedade da prefeita de Lages, Luiza Alzira Teixeira Soriano (1896 - 1963), primeira a ser eleita para tal cargo público na América do Sul.


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