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domingo, 5 de abril de 2026

"A maldição dos goleiros NEGROS"* (I)

O jornalista Carlos Maranhão exibe diploma na
Câmara de Vereadores de São Paulo do título
de cidadania paulistana em maio de 2014

*NÊGO, o BOLETIM INFORMATIVO DO MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO, de julho de 1981, com endereço na Rua do Paraíso, 83, Salvador, reproduz a reportagem da revista semanal PLACAR, assinada pelo jornalista paranaense Carlos Maranhão.

Em 14 parágrafos o repórter curitibano Carlos Roberto de Souza Maranhão faz um paralelo entre os goleiros "brancos" do selecionado nacional (Marcos Carneiro de Mendonça, Gilmar dos Santos Neves, José Carlos Castilho, Ailton Corrêa de Arruda, o "Manga", Franz e outros bem menos conhecidos) e os negros.

A reportagem é distribuída em duas das oito páginas do jornal alternativo da capital baiano, que veicula entrevista com a atriz Zezé Mota e uma reportagem explicativa sobre o MNU (Movimento Negro Unificado).

O artigo do C. Maranhão é ilustrado com fotografias dos goleiros negros Jaguaré Bezerra de Vasconcelos (Vasco da Gama), Caetano da Silva Nascimento, o "Veludo" (Fluminense), e Jairo do Nascimento (Fluminense, Coritiba e Corinthians).

A reportagem com o título acima também destaca nos subtítulos mais dois arqueiros negros: "Conceição, mulato com cara de macaco" e Luiz "Borracha" Gonzaga de Moura.

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