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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Erros na placa comemorativa do gol de Didi Duarte

América (1985): Júlio César, Jailton, Romildo Freire de Lima, Saraiva, Baltazar Germano de Aguiar, Eugênio Flávio, Sandoval Ferreira Nobre, Zé Neto, Sérgio Cabral, Djair "Didi" Pacheco Duarte e Ramos

TUDO ERRADO NA PLACA OFICIAL EM
HOMENAGEM AO JOGO RECORDISTA

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Não sei se ainda existem e onde estão as quase dez placas comemorativas que existiam no demolido Estádio João Machado inaugurado como "Castelo Branco".

O sumiço ou não das referidas é um assunto que fica para depois. O tema agora é uma delas, considerada a segunda em importância ou a mais lembrada, depois da placa da abertura do estádio.

O alvo: a placa comemorativa ou em homenagem ao gol mais rápido do primeiro e moderno estádio natalense. Aos cinco ou seis segundos de América 1 x 1 ABC (quarta-feira, 15/4/1981), 0 x 0 na prorrogação, e decisão nos tiros livres (4 x 5).

Final do turno da Taça Cidade de Natal, separada do campeonato estadual, competição ganha pelo ABC, também vencedor do returno, mas com empate sem abertura de contagem.

O autor do recorde é o ex-jogador americano Djair Pacheco Duarte. Como coadjuvantes do importante lance o autor do passe, Marinho Apolônio, e o goleiro Caetano.

Aconselho o leitor acessar a reportagem publicada no blog em 24 de julho 2024 para se inteirar de toda a história, relatada por ocasião do falecimento do arqueiro abecedista.

No momento o destaque é para fenomenal coincidência ocorrida entre a noite de ontem e a manhã desta quinta-feira.

Primeiro o pesquisador natalense Arthur Pierre dos Santos Medeiros, especialista em antiguidades sobre o América/RN, pergunta se o redator tinha informações do recorde do gaúcho Didi Duarte.

Respondi que iria procurar os dados ou sites e blogs que falassem do caso, mas de imediato me lembrei que poderia ter feito um artigo.

O incrível: hoje bem cedo verifico que o memorialista José Ribamar Cavalcante posta em rede social a placa comemorativa do gol do Didi.

E para minha surpresa e sem qualquer resquício de dúvida constato três erros crassos: o tempo do gol, o dia e o mês.

Respectivamente: três segundos do gol ao invés de cinco ou seis; dia 31, na verdade foi 15; e mês de agosto, sendo abril de 1981.

Para confirmar consulto as fontes primárias mais uma vez.


FONTES/IMAGENS

Diário de Natal

Revista Placar

Tribuna do Norte

Esporte Amador (Manoel Cirilo)

Futebol 80

Gente Americana 

Jornal da Grande Natal

Kfilosofando

O Gol

Vermelho de Paixão 

Acervo: José Ribamar Cavalcante

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