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sábado, 16 de maio de 2026

Quem é o patrono misterioso do estádio de Macau? (VI)

Dona Amélia Duarte Machado

PESQUISA COMEÇA A DESVENDAR NÚCLEO FAMILIAR DO PATRONO DO ESTÁDIO WALTER BICHÃO

Entre os dois principais personagens da série o primeiro a aparecer na edição 143 em A Ordem (quinta-feira, 16/1/1936), portanto bem antes da notícia sobre a fundação do "Vasco da Gama" de Macau/RN, é Wilson Bichão, curiosamente na seção "Repartições", em expediente administrativo da Prefeitura da capital e datada de três dias antes.
O documento público esclarece que ele requer da municipalidade a transferência de parte de um terreno de propriedade dele, pela quantia de 2:400$000 (dois contos e quatrocentos réis) mais as despesas para dona Amélia Duarte Machado (1881 - 1981), viúva do comerciante português Manoel Machado.
Depois aparece envolvido em atividades religiosas no município de Macau (na primeira semana de junho e segunda de agosto).

Nas "Sociais" (sábado, 4/12/1943) é registrado o nascimento de Teresa Neumann, filha do casal José/Eline Bichão Concentino, residente na Avenida Deodoro 320, em Natal. Ele chefe do escritório da firma Construções Gerais Limitada.
Na mesma seção (terça-feira, 16/9/1947) é noticiado o falecimento (em Macau) de dona Maria Alves da Silva Bichão, 67, viúva do capitão da Marinha Mercante e depois comerciante Joaquim Francisco Bichão.
Dona Maria deixa os filhos Wilson (funcionário da Prefeitura macauense), Waldemar (almoxarife da Companhia Comércio e Navegação em Areia Branca/RN) e Eline, esposa do contador José Concentino. (JVJ)

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