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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Tio do fenomenal Ronaldo fez carreira na Colômbia (II)

Union Magdalena (1967): Héctor Ávila Charales, Pablo Hugueth, Pedro Vázquez, Aurélio Palácios, Jaime De Luque, Wilson Garcés, Pipico (primeiro agachado) Geninho, Manuel Manjarrez e Alfredo Arango


O "olho", o título e o subtítulo, tudo isso, para a Agência Estado repercutir dois dias depois a atuação da então revelação do selecionado, na segunda rodada primeira fase da Copa da França (1998):

"Estrela - Luz, Câmera, ação. É Ronaldinho chegando". Seguindo: "O jogador número 1 do mundo teve dia complicado após comandar a vitória contra o Marrocos. Foi muito assediado."

Para o momento o que interessa é o que vem a seguir na reportagem assinada pelo jornalista Sebastião Reis desde uma cidadezinha de nome complicado, Ozoir-la-Ferriére.

No primeiro parágrafo o repórter dá a dimensão do craque no campeonato mundial: "... O atacante perdeu de vez o sossego após marcar o primeiro gol numa Copa do Mundo..."

O repórter da agência do jornal O Estado de São Paulo dá um detalhe atrás do outro e lembra a estadia no banco de suplentes na competição nos Estados Unidos da América (1994).

No dia de folga foi assistir uma pelada. Em campo os procuradores Alexandre Martins e Reinaldo Pita, Sebastião Lazaroni, Fagner, Galvão Bueno, o prefeito e um jogador especial, o pai, Nélio.

Ronaldinho ver o genitor fazer dois gols. E "seu" Nélio até comenta para o repórter: - O craque da família mesmo era o Pipico, que começou no Fluminense e mora na Colômbia...!

Esta talvez tenha sido a primeira vez em que aparece na imprensa, na época, o nome do personagem, registrado na reportagem reproduzida pelo Diário de Cuiabá.

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