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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Desaparecimento de jornalista potiguar surpreende

Ainda me recuperando de duas cirurgias e um posterior procedimento, aos poucos vou me inteirando do mundo exterior ao leito hospitalar.
Para isso tenho acessado os blogs e sites que costumava ler, quase que diariamente, há 3 meses e 15 dias.
No final desta noite resolvi acessar o blog de Rubens Lemos Filho, sendo surpreendido pelo texto sobre o desaparecimento do jornalista Luciano Herbert, ocorrido dia 16 de outubro, quando já fazia pouco mais de 30 dias do meu internamento.
Testemunho que fiquei contente, meses antes do desaparecimento de Luciano, e percebi que ele estava em um bom momento profissional e se sentia feliz ao enveredar pelo mundo dos blogueiros na grande rede.
Que Deus o tenha.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O menino, a tia, os personagens das histórias em quadrinhos e do cinema

Nestes quase quatro meses de estaleiro (ver post anterior), de papo para cima na cama de um hospital, com o fim de passar o tempo, li livros e permaneci pensando na minha faceta de jornalista, sempre fixando na memória algum assunto quer, por ventura, surgisse ao meu redor.
Ao meu lado, a dedicada tia Maria Aldenora Cavalcante. Era a ela a quem Luiz Guilherme, 3 anos, aproveitando telefonemas e a deixa do pai, José Maria Júnior (filho da prima Maria Lúcia Soares), cobrava um boneco de plástico do Homem de Ferro. Já tinha o Homem Aranha e o Capitão América.
Luiz Guilherme ganhou o personagem. E na minha chegada em Açu, no interior do RN, para recuperação, o menino, agora, cobra mais um personagem para a coleção.
É certo que o garoto nunca ouviu falar na EBAL, a Editora Brasil América Limitada, fundada por Adolfo Aizen no Rio de Janeiro, que, nos anos 60,  ficou famosa publicando histórias em quadrinhos. Certamente ouviu falar dos personagens pela televisão.
Os citados personagens foram criados pelo americano Stanley Martin Lieber, o Stan Lee, nascido em Nova York (1922), em parceria com o desenhista Jack Kirby, o mais conhecido e da primeira parceria.
Lee criou super-heróis complexos e problemáticos, dando ao gênero um tom mais "humano", na contramão da principal editora de HQs da época, DC Comics, detentora dos direitos de personagens famosos como Superman, e Mulher-Maravilha, que seguiam no tom de super-heróis "invencíveis", "insuperáveis", revolucionando o gênero[ .
O sucesso foi fundamental para transformar a Marvel, de uma pequena editora, para uma das maiores corporações multimídia de entretenimento do mundo.
Entre as criações Huik, X Men, Demolidor, Pantera Negra, Thor, Os oVingadores, Quarteto oFantástico e Doutor Estranho

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Titular do blog se recupera de acidente doméstico

Aos amigos, leitores, fontes, assessorias, profissionais da imprensa, rádio, televisão e blogueiros.
Sem qualquer postagem em setembro, outubro, novembro e começo de dezembro, esclareço a falta de notícias e comentários neste espaço.
Neste período de 3 meses e 15 dias permaneci fora do ar para tratamento médico, devido um acidente doméstico (uma queda com deslocamento da coxa e virilha).
Ainda sem poder postar com assiduidade, o farei  na medida do possível até o final do tratamento e restabelecimento total.
A última postagem aconteceu no final de agosto, quando o blog completou seis meses e ultrapassava pouco mais de sete mil acessos e, certamente, chegaria aos 11 mil, sem o inesperado do acidente. Havia uma média de 1.100 acessos mensalmente.
Mesmo assim, com este longo intervalo, foram registrados acima de 600 acessos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Alecrim é freguês dos times de Campina Grande/PB

Em postagem anterior o blog JORNAL DA GRANDE NATAL publicou com exclusividade, em homenagem ao centenário do Alecrim Futebol Clube, todos os jogos do time “Esmeraldino” contra o Treze de Campina Grande (PB).

Entre 1960 e 2009 foram 23 partidas, com 19 vitórias o alvinegro paraibano, tres vitórias do alviverde potiguar e seis empates (Fonte: blog Trezegalo).

Agora publica, também de forma inédita, os jogos contra o rubro-negro Campinense Clube. São 12 jogos, com oito vitórias da “Raposa”, uma vitória alecrinense e tres empates (Fonte: Campinensepedia).

A maioria dos embates com os dois representantes da segunda maior cidade paraibana foram amistosos. Em minoria disputas oficiais por torneios e competições organizadas pela CBF.

Campinense 1 – 0 Alecrim
19/11/1960
Campinense 2 – 0 Alecrim
1/9/1963
Campinense 4 – 1 Alecrim
4/10/1963
Campinense 3 – 2 Alecrim
26/7/1964
Campinense 4 – 0 Alecrim
2/8/1964
Campinense 4 – 0 Alecrim
18/7/1965
Campinense 1 – 1 Alecrim
25/7/1965
Campinense 1 – 1 Alecrim
21/5/1980
Campinense 2 – 2 Alecrim
30/1/1983
Campinense 0 – 1 Alecrim
25/7/2010
Campinense 2 – 1 Alecrim
12/9/2010
Campinense 1 – 0 Alecrim
29/12/2013


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Sede do América de Natal é tese de pós-graduação de arquiteto potiguar sete anos antes do centenário

José Vanilson Julião
Jornalista-

No ano do centenário do ‘Alvirrubro’, uma das grandes agremiações da capital potiguar, pouca gente sabe que a sede da Rua Rodrigues Alves, no bairro do Tirol (Zona Sul), consta fotografia da mesma na enciclopédia Delta Larousse, assim como foi alvo de tese de mestrado ou pós graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte pelo artista plástico Isaías da Silva Ribeiro, morador da Rua Açuí, Conjunto Boa Vista - Bairro Nordeste (Zona Oeste). O título da obra acadêmica: “América Futebol Clube (Natal/RN) – Existe uma integração das artes?”
Isaías Ribeiro faz um diagnóstico da arquitetura moderna na cidade, citando diversos prédios ou edificações, entre elas a sede social americana, tendo incluso reportagem do jornalista esportivo Everaldo Lopes, com passagens pelo DIÁRIO DE NATAL e TRIBUNA DO NORTE.
Eis o texto: - O bairro do Tirol teve duas fases: antes e depois da majestosa sede do América na Avenida Rodrigues Alves. Até o final dos anos 50 havia a pequena sede social localizada no mesmo terreno, porém com a frente para a Rua Maxaranguape (...).
As festas na “Babilônia” praticamente fechavam as ruas próximas ao clube e, no Carnaval, virava um pandemônio. As grandes noitadas de Momo reuniam cinco mil pessoas, que ninguém sabe como cabiam ali dentro.
A partir daí, o bairro virou zona nobre da cidade, o preço [dos imóveis] foi para as alturas. Diziam até, que ser presidente do América seu prestígio só ficava abaixo do governador e do prefeito.

HISTÓRICO
O terreno da nova sede foi adquirido em 1929 junto ao Estado, pelo presidente do clube, José Gomes da Costa (auxiliado por Orestes Silva, tenente Júlio Perouse Pontes, Clóvis Fernandes Barros e Osmar Lopes Cardoso, parente de Everaldo), com recursos próprios.
A área foi então doada ao América, abrangendo todo o quarteirão onde hoje está plantado o seu maior patrimônio, a imponente sede foi inauguração no dia 14 de julho de 1966. Com painel, no salão principal, pintado pelo norte-rio-grandense Newton Navarro
O projeto de arquitetura data do ano de 1959, de autoria do arquiteto Delfim Fernandes Amorim (1917, Póvoa do Varzim, no Porto, Portugal), professor do curso de arquitetura da Escola de Belas Artes de Recife.
Em 1947 terminou o curso de arquitetura na escola de Belas Artes da cidade do Porto. Teve importante atuação na produção arquitetônica de Portugal e foi professor assistente na cadeira de Grandes Composições na mesma escola que se formou, durante os anos de 1950 e 1951.

Chegou ao Brasil no final do ano de 1951, fixando-se no Recife, onde residiam familiares e amigos. Faleceu em 1972, na capital pernambucana.

Um ‘desconhecido’ time lusitano na liga principal

José Vanilson Julião
Jornalista
Nas leituras da antiga semanal REVISTA DO ESPORTE (1959 – 1969), fundada pelo carioca Anselmo Domingos no Rio, e da revista PLACAR (surgida em março de 1970), pela paulistana Editora Abril e recentemente comprada por um empresário argentino (Editora Caras), passo a conhecer a maioria dos nomes dos principais e tradicionais clubes europeus, principalmente de países como Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Itália, Holanda, Alemanha, Suécia, Bélgica, etc.
Assim como existem clubes brasileiros não muito famosos, nunca lera algo sobre um “desconhecido” time luso, do qual soube, recentemente, pelo acesso ao blog MUNDO BOTAFOGO, do lusitano Rui Moura, torcedor botafoguense e do lisboeta e alviverde Sporting, um dos mais famosos times de Lisboa, ao lado do Benfica e Belenenses, além do Porto e do Boa Vista, estes da segunda principal cidade portuguesa.
Trata-se do Clube Desportivo Tondela, da cidade do mesmo nome, no distrito de Vizeu, cuja capital do mesmo nome, no centro do país, tem 50 mil habitantes. O time mais conhecido da região é o Academico de Vizeu, porém muito mais novo, criado em 1974.
O CDT atualmente disputa a Primeira Liga Profissional, depois de três épocas consecutivas na II Liga (2012/2013, 2013/2014 e 2014/2015). Foi promovido na temporada 2014/2015. Na estréia consuma um 10º lugar.
O clube dispõe do Estádio João Cardoso (2.600 lugares), sendo fundado em 6 de junho de 1933 com a fusão de dois clubes da então vila de Tondela: o Tondela Futebol Club (1925) e o Operário Atlético Clube (1932).
Havia na época um clima de rivalidade entre os dois clubes, mas, após algumas conversações, as duas direções se entenderam e promoverão a fusão dos emblemas para dar origem a nova agremiação, que adota as cores verde e amarela do Município.
A comemorar em 2015 o 82º aniversário o Tondela é recheado de títulos distritais e regionais. Em 2011-2012, o CDT escreve talvez a mais bonita página da sua história, ao conseguir o inédito acesso ao futebol profissional e, especificamente, à Segunda Liga.
O Tondela conta com três títulos de campeão de juniores (1974/1975, 1982/1983 e 2012/2013), dois de juvenis (1993/1994 e 2013/2014) e um de Iniciados (2013/2014).
O jogador Luís Alberto fez história ao marcar o primeiro “golo” na liga principal, na derrota frente ao Sporting (1 – 2), mesmo irregular, na rodada inaugural da competição, no sábado (15).
Até então participara da segunda e terceira ligas, além de competições distritais.


sábado, 15 de agosto de 2015

Nos anos 60 o Alecrim era o convidado especial para amistosos contra o Treze de Campina Grande/PB

José Vanilson Julião
Jornalista

Houve um tempo em que os principais clubes da capital potiguar, até o começo da década de 70, eram fregueses nos amistosos ou jogos oficiais com o Treze de Campina Grande (PB), dentro e fora de casa.

Os jogos eram realizados nos estádios Presidente Vargas (casa do time alvinegro paraibano), Plínio Lemos (Campinense Clube) e Juvenal Lamartine, o tradicional estadinho da Avenida Hermes da Fonseca, no bairro do Tirol.

A época o alviazulino Riachuelo Atlético Clube (RAC) era quem dificultava para o clube trezeano. Até o tricolor Santa Cruz (licenciado em 66), Globo (o alvirrubro dos anos 60), Força e Luz (Cosern), Atlético Mossoronse, Centro Esportivo Mossoroense (CEM) e Salinista ((Mossoró), Brejuí e Potiguar de Currais Novos eram convidados.

Dois anos e meio depois da fundação do Treze (7 de setembro de 1925), porém o primeiro clube norte-rio-grandense a enfrentar o Treze foi o Paysandu (tido como “filial” do ABC, em 11 de junho de 1928, em disputa a Taça Paysandu. O elenco local venceu de 3 a 1.

Os primeiros amistosos com o América e o ABC, em Natal, aconteceram em janeiro de 1946. Dias 12 e 14. O time americano jogou primeiro e venceu: 3 a 1. O time abecedista foi goleado: 1 a 4. Neste mesmo ano, dia 19 de maio, o Treze ganha do Atlético Mossoroense em casa (4 a 2)

A freguesia começa a mudar a partir dos anos 80 e se consolida na década seguinte. Entretanto o páreo continua duro. No período o Periquito tinha o calendário cheio. Em homenagem ao centenário do Alecrim relacionamos todas as partidas do clube esmeraldino contra o Galo da Borborema.

Treze 3 x 0 Alecrim
20/11/60
Treze 1 x 0 Alecrim
6/10/63
Treze 3 x 1 Alecrim
3/2/66
Alecrim 1 x 1 Treze
13/2/66
Treze 2 x 2 Alecrim
8/5/66
Alecrim 3 x 1 Treze
28/5/67
*No dia anterior o time de Campina Grande vence o América pela contagem mínima
Treze 1 x 0 Alecrim
14/4/68
Treze 5 x 2 Alecrim
23/5/68
Treze 3 x 0 Alecrim
20/4/69
Treze 1 x 1 Alecrim
6/2/70
Treze 4 x 1 Alecrim
Dezembro/70
Treze 3 x 0 Alecrim
1/8/71
Treze 3 x 1 Alecrim
12/9/72
Treze 0 x 1 Alecrim
27/7/75
Treze 3 x 0 Alecrim
1/8/75
**Há um resultado não encontrado de um jogo em 14 de abril de 1976
Treze 1 x 0 Alecrim
23/3/78
Treze 0 x 2 Alecrim
1979
***Data não encontrada
Alecrim 1 x 0 Treze
4/5/80
****Primeiro jogo no Estádio Castelo Branco (Torneio RN/PB)
Treze 4 x 0 Alecrim
10/8/80
*****Torneio RN/PB
Treze 3 x 0 Alecrim
26/2/81
Treze 0 x 0 Alecrim
30/8/84
Treze 1 x 1 Alecrim
19/7/09
******Série D
Alecrim 2 x 0 Treze
26/7/09
*******Estádio João Machado (Série D)
Treze 4 x 1 Alecrim
6/1/10