JOSÉ VANILSON JULIÃO
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terça-feira, 30 de junho de 2026
Identificado goleiro do Ferroviário/RN morto a tiros (III)
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Identificado goleiro do Ferroviário/RN morto a tiros (II)
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| Chegada de Fernandes, condenado, após cumprimento do mandado, no complexo da Polícia Civil/Imagem: Janaina Costa |
J. V. J.
Ao ler sobre o caso no dia seguinte me veio a mente que no Riachuelo Atlético Clube, o RAC ou time "Naval", nunca havia vestido a camisa número um atleta com o apelido "Esquerdinha".
Ao dar uma olhada nos jornais da época na ocasião encontrei um jogador com esta alcunha comum aos jogadores da linha de ataque, mas, mesmo assim, continuei em dúvida.
Por uma simples razão. Havia um "Esquerdinha" com a camisa 11 no Ferroviário Esporte Clube de Natal e também como arqueiro no "tricolor da Estrada de Ferro".
A menção do "Esquerdinha" na linha apenas uma vez e a repetição na escalação como goleiro, antes e depois dos jogos, é confirmação dele no Ferroviário.
Na época (1971/73) eram quase titulares absolutos os goleiros Juca e Floriano, que chegam a vestir, respectivamente, as camisas dos grandes América e ABC.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
Identificado goleiro do Ferroviário/RN morto a tiros (I)
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| Reprodução do site "Saiba Mais" |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Minibiografia do único irmão jogador do Dequinha (II)
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| Mais uma imagem rara com o mossoroense Chico no clube alvo e azul do Norte do PR |
Resumo da entrevista para o "A Voz de Brusque" (Santa Catarina, publicada em 14 de março de 2003), de autoria do Luiz Gianesini.
FRANCISCO ASSIS DOS SANTOS: - Filho de Luiz Gonzaga dos Santos e Isaura Freire de Mendonça (Mossoró/RN, 27/31935 - Brusque/SC, 2014).
Irmãos: além dos dois José, Antônio, Margarida, Simão, Lúcia, Anunciação e Carlos. Casou com a catarinense Olga Machado dos Santos em 8 de junho de 1968 Torce pelo Carlos Renaux, Santos e Flamengo.
Começou nos mossoroense Fluminense, Bangu e Ferroviário. Em 1952 Dequinha o viu jogar e o leva ao rubro-negro. Em 1953 está nos aspirantes, sendo bicampeão carioca (1955/56).
Atua na equipe principal. O jogo 1452 (27/3/1955), 4 x 1 Fonseca, amistoso em Niterói/RJ, no Estádio Caio Martins, com o juiz Amilcar Ferreira. E o jogo 1530 (8/7/1956), 6 x 1, Serrano, amistoso, em Petrópolis/RJ.
Em 57 está no Londrina. É campeão do Norte do Paraná. Em 59 Coritiba, ajudando a equipe a levantar o tetra do sul do Paraná e o bi estadual;
de 64 a 67, Guarani de Blumenau; em 67 no Carlos Renaux, permanecendo até 1970, tendo sob a presidência do Ivo Mário Visconti, treinado a equipe por três meses.
Disputa a Taça Brasil: eliminado pelo Palmeiras: 2 x 0, 3 x 1 e 4 x 2 (1959). Em 1960 elimina o Paula Ramos 1 x 1 e 5 x 1 e com o Grêmio é eliminado no sorteio após três empates. Em 16 anos de carreira soma nove títulos.
Minibiografia do único irmão jogador do Dequinha (I)
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| Francisco Assis dos Santos é o primeiro agachado no alvo e azul paranaense |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Depois dos irmãos dos nomes invertidos ou trocados de posição veio o terceiro rebento do casal mossoroense Luiz Gonzaga/Isaura Freire.
Assim a ordem ou sequência da natureza ficou: primeiro os dois José (dos Santos Mendonça e Mendonça dos Santos).
Em seguida o Francisco Assis dos Santos, que, em conjunto com o segundo, viriam a ser os únicos jogadores de futebol da família.
No seio familiar, também naturalmente, com nomes tomados emprestados dos Santos, os apelidos só poderiam surgir de dentro dela.
Como todo José poderia ser chamado de Zé, Zezé, Zezinho, Zeca ou Zequinha coube a alcunha do similar Dequinha ao segundo.
Portanto quem nasceu Francisco seria Chiquinho ou Chico. Foi o que explicou o menos famoso dos Mendonça atletas para a imprensa.
João Simeão dos Santos (o das entrevistas) e os outros cinco, incluindo as meninas (nove ao todo) são da segunda família.
domingo, 28 de junho de 2026
Trechos da entrevista do irmão do médio "Dequinha"

Dequinha soma quatro jogos
pelo Atlético Mineiro entre
novembro/1967 e maio/1968
Curiosamente a Rua João da Escossia, no Bairro Nova Betânia, endereço do demolido Estádio Manoel Leonardo Nogueira e, consequentemente o Largo José Mendonça dos Santos (Dequinha), é o mesmo endereço residencial do irmão do antigo craque mossoroense, João Simeão dos Santos, o entrevistado para a seção "Variedades" do caderno "Universo", do extinto jornal diário O Mossoroense (domingo, 6/6/2013), do qual são extraídos estes dois trechos da entrevista concedida ao repórter Maricelio Almeida.
- Quais as principais lembranças que o senhor tem em relação ao período que conviveu com Dequinha?
Simeão: - Nossa maior convivência foi no Rio de Janeiro, para onde toda a família foi levada em 1955. Ele mandou pegar todo mundo. Na época eu frequentava os treinos do Flamengo na Gávea, ia ao Maracanã, até porque nós morávamos perto do estádio. Dequinha vivia em outra residência, morando com um pessoal italiano, que gostava muito dele. Nós não conversávamos muito. Não havia essa aproximação de conversa, até mesmo pela nossa diferença de idade, Dequinha nasceu em 1929 (sic), eu em 1945. Eu ia para a concentração, mas não puxava conversa. Conheci muitos jogadores...
- São quantos irmãos no total?
Simeão: - Eram duas famílias. Dequinha era da primeira e eu sou da segunda. Somos irmãos por parte de pai. Primeiro veio José dos Santos Mendonça, depois José Mendonça dos Santos, o Dequinha, depois Chico, que foi jogador de futebol e chegou também a atuar pelo Flamengo, na mesma época em que Dequinha fez sucesso, sendo, inclusive, o próprio quem o levou para lá. Na sequência Toinho e Margarida, da primeira família. Depois eu, Lúcia, Carlinhos, Anunciação, nove no total (incluso o entrevistado), dois falecidos.
Tragédia do Baldo vitimou irmão do jogador (III)
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| O norte-rio-grandense Demóstenes César da Silva no "Glorioso" na abertura da temporada |
Para encerrar a abordagem momentânea envolvendo o jogador de futebol potiguar Demóstenes César da Silva e o irmão dele, o trombonista Esdras César da Silva, explico o pormenor da atividade musical comum entre eles.
sábado, 27 de junho de 2026
Tragédia do Baldo vitimou irmão do jogador (II)
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| O centromédio húngaro Bela Sarosi |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Seis brasileiros, quatro argentinos e um húngaro estão na imagem que ilustra o começo desta curta série.
A maioria passou pelo Botafogo de Futebol e Regatas do Rio de Janeiro, entre os quais potiguar Demóstenes César da Silva, irmão do trombonista Esdras César, uma das 19 vítimas do acidente na semana do Carnaval de 1984 em Natal, no Rio Grande do Norte.
Mais o goleiro paranaense Ary Nogueira Cezar, os zagueiros Marinho Rodrigues de Oliveira (genitor do zagueiro flamenguista Fred e pai adotivo de Paulo César Caju), Adão Plínio da Silva e Waldyr do Espírito Santo ("Negrinhão"), além de Norival Pereira da Silva (Flamengo e Fluminense)
Antes deles passaram também pelo Atlético Júnior de Barranquilla (Colômbia) o polêmico atacante Heleno de Freitas e o meia paulista Elba de Pádua Lima, o futuro treinador Tim, chamado "o estrategista".
Um dos destaques da agremiação colombiana é o centromédio húngaro Béla Sárosi (1919 - 1993), que esteve na Copa do Mundo da França (1938) pelo selecionado magiar.
Tragédia do Baldo vitimou músico irmão do jogador (I)
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| Demóstenes César da Silva é o último agachado no clube colombiano Atlético Júnior de Barranquilla em 1950/53 |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
A grande notícia do fim de semana ofusca qualquer surpresa que venha acontecer no futebol neste domingo.
O sábado praticamente começou para a imprensa potiguar com a repercussão da prisão do motorista Aluísio Farias Batista, 69, condenado a 21 anos de prisão.
Ele estava foragido desde a madrugada do sábado, 25 de fevereiro de 1984, data em que o ônibus que dirigia passou por cima de músicos instrumentistas e foliões de um bloco carnavalesco.
19 pessoas morreram, a maioria músicos, 15 ao todo, do Exército, da Polícia Militar e civis que faziam bico.
Um dos músicos, Esdras César da Silva, era irmão do jogador potiguar Demóstenes César da Silva, com passagens pelo América, ABC, Ferroviário/CE, Botafogo/RJ, Canto do Rio e futebol colombiano.
Esdras César é nome de rua no Bairro Potengi, na Zona Norte de Natal, por decreto do então prefeito da capital potiguar, Marcos César Formiga.
FONTES/IMAGEM
Almanaque do Ferroviário
Bologna FC
Datafogo
Mundo Botafogo
O Gol
Diário de Natal
Jornal dos Sports
O Poti
Tribuna do Norte
América/RN e Trem confirmam choque da terceira fase!
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| Alisson Taddei marca/Imagem: Gabriel Leite |
O América confirma a classificação para a terceira fase da Série D, nesta noite, na Arena das Dunas (Natal/RN).
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Falece zagueiro xará do Dequinha norte-rio-grandense
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| CLUBE DE REGATAS FLAMENGO (DÉCADA DE 1970): Rondinelli, Toninho Bahiano, Dequinha, Júnior, Merica, Cantarelli, Osni, Adílio, Cláudio Adão, Zico e Luís Paulo |
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| O mineiro Ademir Nunes Ribeiro recebeu o apelido do antigo centromédio potiguar |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
E para completar somente agora ficar sabendo da indesejável coincidência da morte do zagueiro aposentado Ademir Nunes Ribeiro, o "Dequinha", o segundo, dia 23, aos 71, justamente durante a série de reportagens sobre o primeiro Dequinha, alcunha familiar de infância do mossoroense José Mendonça dos Santos.
O Dequinha II defendeu Flamengo, Antuérpia (Bélgica), Mogi-Mirim, o Taubaté e o Centro Sportivo Alagoano. Ele residia no Rio de Janeiro, no bairro Campo Grande (Zona Oeste), e trabalhava com escolinhas de futebol. A causa da morte não foi divulgada.
- Mineiro de Montes Claros, nasceu em 27 de março de 1955, era irmão de Cacau, que jogou no Bangu, XV de Novembro (Piracicaba) e América-MG. A irmã deles, a Dona Nica, era chamada de "Zico de saias", tão craque que era Zenilda Ribeiro da Silva, caçula da família. Mas, à época, o futebol feminino era ainda menos prestigiado.
A mãe dos três chamava-se Laudivina Gonçalves Ribeiro, conhecida em Montes Claros, como Dona Cheiro. Dequinha chegou ao Flamengo em 1973, aprovado em teste como volante. O treinador do juvenil era Walter Miraglia. Dequinha destacou-se ao lado de Tita, Adílio e Júnior.
A versatilildade o credenciou a subir para o profissional. Fez a maioria dos jogos como zagueiro, embora atuasse também como volante e lateral. Ao todo defendeu o Fla em 134 jogos (85 vitórias, 35 empates e 14 derrotas) e marcou apenas um gol, conforme o Almanaque de Roberto Assaf e Clóvis Martins. A primeira partida em junho de 1975 contra o Fluminense.
Em e-mail para a seção "Que Fim Levou" (outubro de 2008) o ex-jogador fala da carreira para: "Eu era reserva de Jaime. Durante o jogo ele se contundiu e eu entrei em seu lugar. Perdemos a partida por 3 a 1. O treinador do Flamengo era Carlos Froner.
No mesmo ano fui convocado para a seleção brasileira de novos para um torneio no Canadá. Cheguei a treinar dois meses pela seleção, mas como Jaime havia sido convocado para a seleção principal, o Flamengo decidiu não me liberar, conta.
Em 1976 o São Paulo queria comprar o passe de Dequinha, mas o Flamengo não vende. E libera Jaime. Com isso assume a titularidade e forma dupla com Rondinelli. A partir daí se destaca e é vice-campeão carioca. O Fla perdeu a final para o Vasco nos pênaltis. Zico desperdiçou penalidade. No ano seguinte, o Flamengo volta a disputar uma final com o mesmo Vasco, mas desta vez foi Tita que não converteu. O Vasco de Dinamite venceu a disputa por 5 a 4.
Em 1980 deixa a Gávea e segue pela Europa. "Foi difícil me adaptar, principalmente, pelo frio. Lá, machuquei o joelho. Fiquei até o final de 1983", diz, retornou ao Brasil para defender o CSA. E pelo time foi tricampeão estadual (1984/86) e campeão da Taça de Prata 1985.
Em 1987 defendeu a Desportiva Ferroviária (ES). No ano seguinte o Fast de Manaus. Em 1989 defendeu o Mogi-Mirim. Taubaté e encerrou a carreira.
O "Terceiro Tempo" recebeu (sábado, 24/4/2010) o e-mail de Paulo Henrique R. da Silva: - Há algum tempo mandei mais algumas fotos e curiosidades sobre o tio. Só que ele é um "Excluído Digital".
Só agora a filha mostra a homenagem que o Site presta, ele ficou emocionado e lisonjeado. Se declarou fã do Milton Neves, atleticano convicto assim como minha avó, Dona Cheiro, a atleticana mais Ilustre de Montes Claro, já falecida.
Daí ele me pediu que lhes enviasse essa foto que segue anexo, mostrando os orgulhos da vida dele. Essa foto foi tirada no niver dele de 55 anos.
Na ordem: Aretha, Andrezza e Amanda, as filhas. E no colo um quadro que minha avó mandou fazer pra colocar na sala e que ele pegou de volta após seu falecimento pra guardar como uma lembrança...
FONTES/IMAGENS
Almanaque do Flamengo
Diário do Estado
Futebol do Interior
Rede Gazeta Norte Mineiro
Terceiro Tempo
As duas entrevistas com o irmão do "Dequinha" (VI)
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| Lá no alto, a direita na imagem, o que restou do Largo em homenagem ao Dequinha |
Diante da lembrança ao legendário jogador mossoroense, pelas entrevistas do irmão João Simeão dos Santos, não tem como deixar de perguntar:
- Como ficou o "monumento" em homenagem ao antigo craque do Potiguar local, ABC e Flamengo?
A estátua estilizada em forma de um atleta conduzindo a bola foi guardada em algum lugar para ser reinstalada nas imediações da futura arena esportiva?
Fato é que o "Manoel Leonardo Nogueira" foi totalmente demolido na última semana de abril e o Largo José Mendonça dos Santos ao lado do estádio também foi abaixo.
O conjunto da obra foi inaugurado (21/5/2000) pela prefeita Rosalba Ciarlini Rosado, enquanto a homenagem foi proposta do vereador João Newton da Escóssia Júnior (Lei 1.345, 8/11/1999). (JVJ)
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Jornalista, escritor e torcedor entre os homenageados
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| Sessão solene é conduzida pelo vereador Kleber Fernandes |
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| Paiva Torres, J. R. Cavalcante e o ex-deputado e ex-presidente do ABC e também ex-presidente da FNF, Rui Barbosa |
HOMENAGEM ALVINEGRA
O jornalista e escritor Kolberg Luna Freire e o ex-jogador Álvaro Soares de Brito (vice-presidente da Associação de Garantia aos Atletas Profissionais/AGAP-RN) e outras 15 personalidades, torcedores do ABC, foram agraciados com a medalha Maria Lamas Farache (nome do estádio alvinegro).
A entrega ocorreu na tarde/noite desta quinta-feira no Palácio Padre Miguelinho (Rua Jundiai), sede do Poder Legislativo Municipal.
A solenidade na Câmara de Vereadores (bairro do Tirol) foi bem prestigiada com a presença de uma das barulhentas torcidas organizadas, nas galerias, assim confidenciou uma testemunha ocular da história.
O ano passado, o retrasado e desde 2022 a comenda foi entregue nesta mesma época pela passagem do aniversário do clube (29 de junho). Foi criada pelo ex-vereador Anderson Lopes da Silva, eleito pelo PSDB (2020), e depois secretário municipal.
Ainda na lista dos homenageados: o jogador profissional João Paulo, cria do ABC; o vice presidente de financas, Marconi Brasil, e o assessor de relações institucionais da Fecomércio, Fernando Virgílio.
AMÉRICA OU ABC
É muita coincidência. A mesma pergunta: - Qual torcida vai lotar a Arena das Dunas?
Para três blogs: Pedro Neto (Agora RN), Mallyk Nagib (96 FM) e Marcos Lopes (98 FM e ML TV).
Quem fez primeiro? Ou foi geração espontânea?
Só sei que não passa da capacidade, oficial de 31 mil, inferior mais de dez mil diante do demolido Machadão. (JVJ)
As duas entrevistas com o irmão de "Dequinha" (V)
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| SERGIPE/1971; José Mendonça dos Santos/Dequinha (treinador), Toinho, Raimundo, Mizinho, Joel, Ailton, Zé Raimundo, Duda, Fernando, Cipo, Maninho e Rocha |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
As duas entrevistas com o irmão de "Dequinha" (IV)
quarta-feira, 24 de junho de 2026
As duas entrevistas com o irmão de "Dequinha" (III)
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| O Londrina é fundado em 1956 e conquista o primeiro título no ano seguinte |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
O leitor pode até inicialmente estranhar a maior concentração de informações em cima do personagem Francisco Assis dos Santos, o "Chico", irmão do José Mendonça dos Santos, o "Dequinha".
Mas a explicação e desculpa para tal acontecimento é de uma obviedade estonteante: muito já foi dito na imprensa potiguar sobre o mano mais famoso e quase inexiste dados do parente próximo bem menos conhecido.
Porém sempre citado nas entrevistas e reportagens. E mais uma coincidência ocorre antes do redator encontrar a fala do irmão José Simeão dos Santos no extinto jornal diário "O Mossoroense" em junho de 2013.
No ano seguinte um blog da cidade de Brusque (Santa Catarina) publica detalhes de uma entrevista de Francisco Assis em que ele menciona todos os irmãos e irmãs, discorre sobre a permanência no Londrina e o começo da carreira no Flamengo.
As duas entrevistas com o irmão de "Dequinha" (II)
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| Coritiba (Taça Brasil 1960): Carazzai, Nico, Hamilton, Julinho, Bequinha, Guimarães, Gordinho, Chico (irmão do mossoroense Dequinha), Oda, Duilio e Ronald |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Não é necessário nem transcrever a fala de João Simeão dos Santos, 81, para o radialista mossoroense Jota Nobre, esta semana divulgada em vídeo em rede social por ocasião da Copa do Mundo.
O avançado da idade e os percalços da memória prejudicam a entrevista, mas as curtas frases dá para vislumbrar que a reportagem do jornal O Mossoroense (junho/2013) retrata muito bem a convivência com o irmão famoso.
A entrevista ao, mais uma vez desativado, centenário periódico de Mossoró abrange a família e o irmão de José Mendonça dos Santos, o "Dequinha", que seguiu carreira no futebol: Francisco Assis dos Santos, o "Chico".
"Chico" foi bicampeão pela categoria de aspirantes do Flamengo (1955/56), entrou poucas vezes em amistosos no time principal e em 1957 passar a jogar no futebol paranaense, primeiro no interior e depois na capital.
No alviverde Coritiba, vencedor do grupo sul (diante do Ferroviário), é campeão estadual em 1959, decisão com o Londrina, vencedor da chave norte, com um 2 x 1 (14/2/1960).
E participa da série de empates em três jogos (1 x 1, 3 x 3 e 1 x 1) na segunda fase da Taça Brasil, sendo eliminado no sorteio após a prorrogação no terceiro encontro, em Porto Alegre (setembro/1960).
As duas entrevistas com o irmão de "Dequinha" (I)
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| Coritiba (1959/60): Hamilton, Nico, Carazzai, Julinho, Bequinha, Guimarães, Chico, Miltinho, Ivo, Duílio e Oda |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Pura coincidência. Depois de quase uma década e meia se juntam duas entrevistas de um dos irmãos do jogador e treinador mossoroense José Mendonça dos Santos, o "Dequinha", que fez fama no futebol.
Há alguns meses encontrei na rede a primeira entrevista do irmão do centromédio do ABC, América do Recife e Flamengo, ao desativado jornal O Mossoroense, numa edição dominical (16/6/2013), para o caderno "Universo", assinada pelo repórter Maricelio Almeida.
E agora, esta semana, após 13 anos, vejo o radialista Jota Nobre posta em página social, um vídeo com o mesmo. João Simião dos Santos, com 81 anos, residente em Mossoró, a quem "Dequinha" tentou introduzir no mundo do futebol, sem conseguir a contento.
Dos irmãos, de duas famílias (Simeão é irmão pela parte do pai), somente o Francisco Assis dos Santos, o "Chico", foi levado pelo parente famoso ao Flamengo (1953) e seguiu carreira no futebol parananense (Londrina e Coritiba) e de Santa Catarina (Carlos Renaux), aposentando-se em 1970.
Falece empresário gráfico ex-juvenil do Santa Cruz/RN
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| Ney Bezerra de Andrade no Bahia |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Neste mês andei publicando umas séries de reportagens em que aparece como personagem central ou coadjuvante de importância o antigo zagueiro do ABC, Sport Recife, Bahia e América pernambucano, o norte-rio-grandense Ney Bezerra de Andrade.
É praxe as postagens acabarem repercutidas em rede social e numa delas o internauta comentou, com ar afirmativo e ao mesmo interrogativo, de que Ney, 91, residente em Salvador, seria irmão de Dinarte Bezerra de Andrade. Fiquei quieto.
Mas esta semana veio a confirmação quando li postagem do amigo Cesar Barbosa, torcedor do Alecrim, lamentando o falecimento de Dinarte, empresário aposentado do ramo gráfico, sócio da Gráfica Santo Antônio, no mesmo prédio (térreo) da Travessa Venezuela, no bairro da Ribeira, da Boate Arpege (primeiro andar).
Daí fiquei matutando. E para não ter erro pedi confirmação do parentesco aos amigos de um grupo de rede social, quando a jornalista cultural Eliade Pimentel, sempre pronta a atender aos amigos, entrega um dossiê com dados de antigas reportagens que resultam em livro sobre a indústria gráfica natalense.
Como sou bastante curioso para pesquisar e colher dados complementares sobre qualquer assunto interessante acabo tendo uma enorme surpresa. Dinarte, assim como o irmão, também envolveu-se com o futebol. Não seguiu longa carreira, mas foi juvenil do licenciado tricolor Santa Cruz Esporte Clube.
A prova vem do expediente da Federação de Futebol (20/9/1953) publicado no Diário de Natal (21/10) que concede registro de um ano como atleta amador da categoria juvenil do clube das três cores de Natal, que só muda a nomenclatura complementar para "Esporte e Cultura" a partir de 1963.
Se não bastasse ser jogador amador, logo depois e em 1957, está metido com arbitragem em jogo final do torneio início de juvenis, ganho pelo América, conforme noticiário da página esportiva da Tribuna do Norte (22/6/1954).
Em 1961 é delegado de arbitragem ao lado de Zilson Eduardo Freire (pai do prefeito Paulinho Freire), Odeman Miranda (ex-jogador do América e dono da Confeitaria Atheneu) e Silvino Sinedino de Oliveira, do jornal Associado, nomeados pelo antigo craque e coordenador da FND, Antonio Acácio do Nascimento, pai do depois jogador e treinador Hélio Lopes.
terça-feira, 23 de junho de 2026
O futebol potiguar antigo na imprensa carioca
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| O futebol de antigamente na imprensa do Rio de Janeiro com aval do correspondente no RN, o tenente Aníbal Leite Ribeiro, da Capitania dos Portos |
A revista carioca Vida Esportiva, edição 151 (17/7/1920), publicou (página 14) a imagem acima, do Ceará-Mirim Futebol Clube.
A autoria da fotografia não é identificada. A original foi entregue pelo pesquisador natalense Arthur Pierre dos Santos Medeiros.
A paisagem indica que o campo pode ter sido numa competição em Natal no mês de abril do mesmo ano.
O site Federação Internacional de História e Estatísticas de Futebol registra o "Torneio Imprensa".
Com os seguintes resultados: ABC 3 x 0 Seleção Ceará-Mirim e América 1 x 1 Centro Esportivo Natalense e América 1 x 0 ABC (11/4). O América era azul. Se classifica pelo número de cornes.
O site diz que ocorreu no campo da ARA (Associação Riograndense de Atletismo), mas na época a entidade esportiva ainda não existia e sim uma "liga de esportes terrestres". (JVJ)
O quinteto tricolor contra o América-RN (VII)
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| O redator não lembra a origem da imagem. Na fotografia do Fluminense ver Jair Marinho (segundo em pé), o potiguar Edmilson Piromba (terceiro), o goleiro Carlos José Castilho, Pinheiro e Telê Santana |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
O quinteto tricolor contra o América-RN (VI)
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| Arte: Adeilson Alves/Gino Escudos |
NÚMEROS DO FLUMINENSE DE NATAL
segunda-feira, 22 de junho de 2026
O quinteto tricolor contra o América de Natal (V)
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| E. Martins visita o projeto então em andamento |
O JORNAL DA GRANDE NATAL não encontra, como dito, histórico do Fluminense Futebol Clube da época do amadorismo (1994) e filiação para competir com aval da Federação Norte-rio-grandense de Futebol.
Porém havia encontrado um blog destinado ao "FLUMINENSE DE NATAL", mas inicialmente não deu muita atenção. Agora há pouco o redator resolve averiguar melhor e ver ligação com o tricolor das temporadas oficiais (1996/97).
Ao que parece o blog do clube supostamente licenciado está inativo momentaneamente, pois registra apenas três postagens com atividades de base no centro de treinamento do ABC, no complexo do SESI e no campo do Grupamento de Fuzileiros Navais (Quintas).
O começo coincide com a nota do blog de Marcos Avelino Trindade (2013) com o blog do FLU do ano anterior mencionando afazeres desde 2007, pois, inclusive, põe fotos da meninada e de um dos apoiadores e incentivadores na ocasião, o jornalista e vereador Edvan Martins, um "quintense".
A sede provisória na Rua Rio Potengi (Quintas). Na época eram beneficiadas 132 crianças e jovens na faixa etária de dez a 23 anos nas seguintes categorias: pré-mirim, mirim, infantil, juvenil, juniores e sub-23.
Como presidente de honra o citado empresário Edilson Menezes. Cyrillo Fernandes como responsável pelo blog. Mas ao que parece o projeto estancou. (JVJ)
O quinteto tricolor contra o América de Natal (IV)
| Raridade a imagem do Fluminense Futebol Clube/RN (1997). É provável que a fotografia tenha sido um "flagrante" no Estádio Tenente Luiz Gonzaga em Parnamirim (Grande Natal)/Acervo: Futebol Retrô |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Tentei obter maiores detalhes sobre a pré-história geral do licenciado Fluminense Futebol Clube de Natal.
O máximo que consegui de 2013 em diante. Primeiro com o pesquisador e plantão esportivo (87 FM) Marcos Avelino Trindade.
Trindade anunciou no blog: - Outro que volta ao cenário do futebol potiguar. Tem político ajudando... Ficou nisso.
Um site esportivo informa duas datas de fundações para o mesmo dia e ano: 11 e 1949. Mudam os meses: outubro e novembro.
Na ficha consta licenciamento, CNPJ, endereço (Rua Manoel Miranda, 1402, Quintas) e dois telefones celulares.
E ainda corre o boato de que seria de Lagoa Seca. Informalmente pode ter se virado em vários endereços. Conforme o gosto ou necessidade do dirigente do momento.
E relaciona três presidentes: Armando Neves Viana (2005), Edilson Menezes Dantas (2006), e José Venâncio de Souza (2019). Mas nada da época do Estadual.
O professor Armando Viana foi preparador físico do Alecrim e do ABC nos anos 70/80. No alvinegro também foi treinador interino (primeiro semestre/1985). O segundo é empresário.
A seguir um balanço número das partidas oficiais e colocações com as duas participações no campeonato estadual no começo da segunda metade da década de 90.
FONTES/IMAGEM
Datatrindade
Federação Internacional de História e Estatísticas de Futebol
Futebol Nacional
Futebol Retrô
O quinteto tricolor contra o América de Natal (III)
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| Uma visão do complexo esportivo do SESI na Avenida Capitão-mor Gouveia em Natal/RN |
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| Panorama do complexo esportivo no bairro de Lagoa Nova, entre as zonas Sul/Oeste |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Existe uma particularidade entre o profissional do rádio, o América, o Fluminense natalense, precisamente do Bairro Dix-Sept Rosado (Zona Oeste da capital potiguar) e um jogo em particular, o único americano fora dos estádios tradicionais da cidade.
Esta curiosidade foi um dos temas abordados na reportagem "Narrador Marcos Lopes abre o jogo em entrevista" (sexta-feira, 3 de maio de 2024). Reproduzida novamente com adaptações para o assunto do título desta série.
- A fala do gaúcho foi concedida ao jornalista Rubens Manoel Lemos Filho para o programa "Tirando a Limpo".
Sugiro que o leitor assista o "podcast" (foi ao ar na noite da quinta-feira 2) no "youtuber" para se inteirar dos pormenores.
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| Marcos Lopes estreia em Natal na locução do jogo do América x Fluminense/RN no estadinho do complexo do SESI/RN |
O entrevistado relata pela primeira vez como chegou em Natal para trabalhar na Rádio Cabugi. E da enfermidade da qual está curado.
Uma revelação foi a motivação que o levou a criar o canal "do Barba" na internet (agora parceiro da 95 FM) com o sócio, o jornalista uruguaio Dionísio Outeda, declarado torcedor do Penarol e do ABC (com classe).
Na entrevista anuncia que a primeira narração foi em jogo do campeonato estadual no estadinho do Serviço Social da Indústria, no complexo de lazer da Avenida Capitão-mor Gouveia, 2770, no bairro de Lagoa Nova.
O campinho do SESI foi o único a sediar, além do "Juvenal Lamartine", "Castelão/Machadão", "Maria Lamas Farache" e Arena das Dunas, uma exibição do América/RN na capital potiguar.
Para curiosidade dos leitores segue a ficha técnica do jogo (gentileza do radialista, blogueiro e pesquisador Marcos Avelino Trindade).
FONTE FIDEDIGNA
O uso do campo do SESI é confirmado pelo blog do excelente repórter esportivo Rogério Torquato, que na época era do Diário de Natal.
O "João Machado" encontrava-se em reforma para no segundo semestre sediar jogos do América na Série A após a subida de divisão no ano anterior.
SÚMULA
América 8 – 1 Fluminense
Data: quinta-feira, 15/5/1997
Árbitro: Alberto Batista de Carvalho
Público: 612
Gols: Joãozinho (2), Wanderley (2), Sérgio (2), Carlos Mota e Carioca
América: Emerson, Lelo, Carlos Mota, Gito, Malhado, Washington Lobo, Carioca, Moura (Zé Ivaldo), Biro-Biro (Mingo), Joãozinho (Sérgio) e Wanderley. Treinador: Péricles Chamusca
O quinteto tricolor contra o América de Natal (II)
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| Neinha, penúltimo agachado, no Fluminense/75 |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
O América vai a Mossoró (5 e 6/11/1971). Perde para o amador Fluminense (3 x 2), gols alvirrubro do centroavante Petinha (Ilson Peres) e do ponta-esquerda pernambucano Tóia (Severino Fortunato da Silva).
E ainda é derrotado pelo selecionado da Liga, que, segundo o correspondente do Diário de Natal, era o tricolor com "outra camisa".
O elenco participa de uma "maratona": na quarta-feira
(3) enfrenta o Alecrim (2 x 2) pelo II Torneio Presidente Médice. O vermelhão e o verdão terminam empatados e a decisão acaba não acontecendo.Já o tricolor de Feira de Santana/BA é adversário pela primeira vez em amistoso e vence: 1 x 3 (quarta-feira, 8/2/1956). Na noite seguinte o clube feirense joga com o ABC.
Dez anos depois América 1 x 0 Fluminense (Jangada aos 83 minutos), no Castelão, pela fase de classificação do II Torneio José Américo de Almeida Filho (24/11/1976).
Depois se torna comum nas preliminares ou eliminatórias da Copa do Nordeste: 1 x 1 Fluminense/BA (26/2/1998), 0 x 1 Fluminense/BA (5/3/1998), 2 x 1 Fluminense/BA (1/2/2001) e 2 x 1 Fluminense/BA (30/1/2002).
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| Neinha perambulou por vários clubes, entre os quais o Auto Esporte/PB, Treze, Santa Cruz/PE, Fluminense do Rio de Janeiro, ABC, Alecrim, pelo continente africano e encerra a carreira em 1985 |
FONTES/IMAGENS
Diário de Natal
O Poti
Tribuna do Norte
Federação Internacional de História e Estatísticas de Futebol
Futebol Nacional
Futebol 80
O Gol
Zadir Marques Porto
Zé Duarte
Wikipedia


































