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| Sport Clube Recife (1961): Bria, Alemão, Manga (ex-Santos), Tomires, Nenzinho, Laxixa, Traçaia, Djalma Freitas, Osvaldo, Bentancor e Newton Adrião |
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| Zéu Palmeira entrevistado em Patos/PB |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Pela identificação do nome completo e com o histórico no futebol é claro que o antigo atleta amador, árbitro e treinador pernambucano José Mariano Carneiro Pessoa, coincidência, apelidado de "Palmeira", não tinha parentesco com o vice-presidente administrativo do SC Recife, Antônio Alexandrino Palmeira e o jogador do Esporte de Patos, Zé Palmeira.
O apressadinho do redator não leu toda a reportagem de uma das fontes secundárias locais encontradas na rede e deixou de averiguar no começo da série inédita que o Antônio e o Zéu, aí sim, eram parentes bem próximos; irmãos de carne, osso e sangue, como diz o sertanejo.
Além disso o aloprado pesquisador não prestou atenção que ao digitar os nomes no buscador o primeiro deles provavelmente aparece como nome de rua na cidade paraibana de Patos, mais um "Manoel Alexandrino Palmeira", certamente outro irmão ou familiar com proximidade.
Desta forma pode se explicar a presença do rubro-negro pernambucano na cidade para o amistoso Sport 1 x 1 Esportes/PB (domingo, 2/9/1962), depois de vencer o Treze em Campina Grande, 2 x 0, na quinta-feira (30//8). O dirigente e presidente da delegação era natural de Patos.
E foi o empresário Antônio Palmeira quem imprensou o treinador para colocar no segundo tempo o arredio caicoense Francisco Cunegundes das CHAGAS no ataque do Sport, que desaparece sem entendimento para um teste definitivo no Recife.
A seguir os jogadores rubro-negros de importância na partida: o uruguaio Raul Higino Bentancor Ferraro (autor do gol), o gaúcho Olavo de Souza Flores ("Sarará"), saiu para entrar Chagas, e o ponta-esquerda Elcy Goulart de Freitas.
FONTES/IMAGENS
Diário da Manhã
Diário de Pernambuco
Esporte do Vale
Folha Patoense
Jordan Bezerra
Zé Duarte


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