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| O vaqueiro "Belchior", alusão ao primeiro presidente do clube do Estado do Piauí, é o mascote/Foto: Neyla do Rego Monteiro |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
O Fluminense de Teresina, capital piauiense, já entrou como ator coadjuvante para a história do alvirrubro.
Simplesmente por ser o terceiro clube com este nome bem conhecido a enfrentar pela primeira vez o América da capital potiguar.
Caso se repita a vitória americana pela segunda fase da Série D passa a ser o segundo freguês de carteirinha.
O segundo clube das três cores a não vencer nenhuma partida oficial contra o América-RN é o Fluminense do Bairro de Dix-Sept Rosado.
O clube da Zona Oeste de Natal participou de dois campeonatos Estadual (1996/97) e soma quatro derrotas: 1 x 0, 3 x 1, 2 x 1 e 8 x 1.
O leitor inteligente e atento já percebeu que os dois FLU, o do Piauí e o do RGN, tomam emprestado e não devolveram, como homenagem, o nome do mais famoso: o grêmio do bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro.
O carioca tem vantagem mínima sobre o América em partidas oficiais (campeonato nacional) e Copa do Brasil (duas vitórias e duas derrotas) e dois amistosos em 1968 (uma derrota: 1 x 3) e 1974 (uma vitória: 1 x 0).
Ao todo o retrospecto aponta 14 jogos (oito pela competição nacional hoje Série A) com sete vitórias do Fluminense/RJ, seis derrotas e um empate (campeonato brasileiro).
EXTRA: faltou relacionar o segundo mais conhecido: o Fluminense de Feira de Santana (Bahia) e um amador de Mossoró/RN. Detalhes na próxima reportagem.
FONTES/IMAGENS
Diário de Natal
Tribuna do Norte
Extra Online
Federação Internacional de História e Estatísticas de Futebol
Flunomeno
Fluzão
Futebol 80
Jornalheiros
O Gol

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