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| O jogador apelidado de "Isqueiro" é um dos citados por um internauta caicoense |
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| Ciduca Barros em lançamento de um dos seus livros com o amigo Lenilson Antunes |
O bancário aposentado e escritor caicoense Francisco de Assis Barros, o "Ciduca", veio a falecer na pandemia da Covid-19, em 2020, dois dias depois do vírus vitimar, fatalmente, a esposa.
Os internautas comentaram em rede social a morte do memorialista, fundamental para o resgate do astro do futebol amador local, em artigo no blog do "Ferreirinha" e republicado na página do Facebook.
Além das fontes primárias impressas, potiguares e pernambucana, o jogador Francisco Cunegundes das CHAGAS é retratado fielmente pelo comentário postado neste JORNAL DA GRANDE NATAL.
Por ocasião da republicação na rede destacamos alguns comentários daqueles que viram o personagem em campo pelo selecionado municipal ou pelo rubro-negro Caicó Esporte Clube na primeira metade dos anos 60.
JOSÉ BRILHANTE
Tive a oportunidade de jogar contra ele diversas vezes - Caicó x Corinthians e pude ver de perto toda a magia de seu futebol, mesmo já em fim de carreira. Era um jogador fantástico.
GILDO TEIXEIRA DE ARAÚJO
Chagas foi um craque inesquecível. Em 1962 assisti ele jogar pelo Sport Club do Recife em Patos-PB. Foi a partir deste jogo que tornei-me torcedor do Sport.
JANDI SOUZA
Nunca trabalhei em Caicó, mas estudei entre 53 e 59 e vi, muitas vezes, esse monstro sagrado do futebol jogar. Quando Currais Novos e Caicó jogavam era o jogador que temia. Gênio.
PAULO RICARDO OLIVEIRA
Eu era pequeno e meu pai, Inácio Gomes de Oliveira, me levava a todos os jogos no velho campo do Colégio Diocesano Seridoense.
E aprendi a apreciar o vistoso futebol de Chagas, diferente naquela época de muitos outros.
O Alecrim tinha sido campeão em Natal e foi a Caicó fazer um jogo das faixas.
Chagas bateu uma falta da intermediária e a bola foi no ângulo - o goleiro está procurando até hoje. O Caicó venceu de 4 a 1.
Chagas era muito simples mesmo, tanto que não quis ficar no Sport (jogou 15 minutos nesse jogo em Patos e foi um dos melhores). Na madrugada fugiu de volta para Caicó.
FRANKS PANDA COSTA
Nasci e me criei na vizinhança do craque Chagas, Veinho, Inaldo (Isqueiro), Arlindo, Antonio Silva, por isso não poderia ser diferente, aprendi a torcer e a amar o Caicó Esporte Clube.
TEMILSON COSTA
Lembro de Chagas desde a minha infância, pois, além de ter sido "mascote" do Caicó Esporte Clube, meu pai, o "Gago Tercino" - Diretor de Esporte do Caicó na década de 60, sempre foi um grande amigo do "Nego Chagas" e sua sapataria era ponto de encontro quando vínhamos em Caicó depois da primeira transferência do meu pai junto com o BEC...
Depois de tempos, idas e vindas, em 1977 vim estudar em Caicó e painho ficou em Picos e quem frequentava a sapataria era eu levando para Chagas notícias do meu pai...
Tenho excelentes lembranças desse grande amigo do meu pai...


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