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domingo, 28 de junho de 2026

Trechos da entrevista do irmão do médio "Dequinha"

Dequinha soma quatro jogos
pelo Atlético Mineiro entre
novembro/1967 e maio/1968

Curiosamente a Rua João da Escossia, no Bairro Nova Betânia, endereço do demolido Estádio Manoel Leonardo Nogueira e, consequentemente o Largo José Mendonça dos Santos (Dequinha), é o mesmo endereço residencial do irmão do antigo craque mossoroense, João Simeão dos Santos, o entrevistado para a seção "Variedades" do caderno "Universo", do extinto jornal diário O Mossoroense (domingo, 6/6/2013), do qual são extraídos estes dois trechos da entrevista concedida ao repórter Maricelio Almeida.

- Quais as principais lembranças que o senhor tem em relação ao período que conviveu com Dequinha?

Simeão: - Nossa maior convivência foi no Rio de Janeiro, para onde toda a família foi levada em 1955. Ele mandou pegar todo mundo. Na época eu frequentava os treinos do Flamengo na Gávea, ia ao Maracanã, até porque nós morávamos perto do estádio. Dequinha vivia em outra residência, morando com um pessoal italiano, que gostava muito dele. Nós não conversávamos muito. Não havia essa aproximação de conversa, até mesmo pela nossa diferença de idade, Dequinha nasceu em 1929 (sic), eu em 1945. Eu ia para a concentração, mas não puxava conversa. Conheci muitos jogadores...

- São quantos irmãos no total?

Simeão: - Eram duas famílias. Dequinha era da primeira e eu sou da segunda. Somos irmãos por parte de pai. Primeiro veio José dos Santos Mendonça, depois José Mendonça dos Santos, o Dequinha, depois Chico, que foi jogador de futebol e chegou também a atuar pelo Flamengo, na mesma época em que Dequinha fez sucesso, sendo, inclusive, o próprio quem o levou para lá. Na sequência Toinho e Margarida, da primeira família. Depois eu, Lúcia, Carlinhos, Anunciação, nove no total (incluso o entrevistado), dois falecidos. 





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