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| Alexandria de Alagoas com o treinador Temístocles Marinho (primeiro em pé) e o presidente Cleto Marques Luz (antepenúltimo com chapéu escuro). O ponta-direita Caveirinha primeiro agachado. |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
O noticiário do inédito amistoso interestadual continua na imprensa natalense. Uma "Várias Esportivas" tem confirmação dos entendimentos em poucas linhas (Diário de Natal, 21/2/1948).
São anunciados os preços dos ingressos (arquibancadas, cadeiras numeradas, populares e geral), o mais caro Cr$ 25 e o mais barato 5 cruzeiros, e s venda: Casa Lamas (Ribeira) e Casa Vesúvio (Cidade Alta).
A chegada dos alagoanos, no aeroporto fluvial da praia da Limpa (Rio Potengi), sofre atraso de 24 horas e os jogos são adiados.
O do América em um dia: do sábado para o domingo (14). O do ABC para dois dias depois: terça-feira (16).
Coincidência ou não o representante da fábrica têxtil alagoana que dá nome ao clube de Maceió, Sebastião Correia de Melo, tem a vida empresarial dissecada pelo colunista social "Danilo".
O repórter do codinome é o veterano jornalista Aderbal de França, aquele da revista Cigarra (1928) e um dos quatro fundadores de O Diário em 1939.
A estreia do Alexandria com vitória sobre o América (2 x 1) rende na bilheteria Cr$ 10.836 (preliminar: Alecrim 5x 1 Juventus).
E retorna invicto para Maceió com o empate em um gol, no "Juvenal Lamartine, diante do ABC, com arrecadação superior a 11 mil cruzeiros (preliminar: Atlético 2 x 0 Combinado Suburbano).
FONTES/IMAGENS
A Ordem
Diário de Natal
História do Futebol

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