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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Caso "Caveirinha" semelhante ao do potiguar "Dequinha"

Dequinha, penúltimo em pé, no selecionado carioca/Terceiro Tempo

JOSÉ VANILSON JULIÃO

A primeira vez que o apelido do ponta-direita alagoano aparece na imprensa do Recife é no jornal "Diário de Pernambuco" (quinta-feira, 28/4/1949).

A não assinada coluna "Nos Bastidores Esportivos" abre naquela edição com a seguinte nota:

- Caveirinha veio do interior para o Great Western e ficou esquecido como Dequinha no Esporte. O Moinho o levou, fez um treino, marcou dois gols e o contratou...

Em junho Lourival Clemente Barreto, nome de batismo do novato, entra em campo com a camisa alviverde na vitória diante do alvinegro Flamengo recifense: 3 x 0 (quinta-feira, 9/6).

A notinha é um dos detalhes da principal reportagem da página, a segunda que que trata da ida dos mossoroenses José Mendonça dos Santos (Dequinha) e Francisco Valeriano de Almeida para o América verde e branco do Recife.

Somente pouco mais de dois meses e meio depois o atrasadinho DP, na edição da sabatina (16/7) informa que "Caveirinha" veio das Alagoas.

Em nota com o título "Contrastes" na coluna "Tijolada", de responsabilidade de um "O Demolidor", colaborador do jornal, quando faz blague com o apelido do atleta vinculando-o ao "cemitério".


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