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sábado, 4 de julho de 2026

O persistente presidente esmeraldino veio de longe (V)

Alecrim (1954): Monteiro, Miguel Ferreira de Lima, Petit Carvalho, Mangueira, Petita (Francisco Paiva), Baracho, Chiquinho, Driblador, Biro II, Miltinho e Índio/Anotando Futebol 

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Os primeiros envolvimentos do baiano Braz Nunes de Farias com o alviverde são testemunhados por duas reportagens com assuntos distintos na segunda metade dos anos 50.

A primeira com o matutino "O Poti" (terça-feira,  1/5/1956), surgido dois anos antes, trata da excursão do Alecrim Futebol Clube a cidade paraibana de Rio Tinto, perto da capital João Pessoa.

A delegação do alviverde natalense é composta pelo seguintes dirigentes: presidente João Bastos de Santana, diretor de futebol João Antônio Coutinho da Motta e secretário Braz Nunes de Farias.

Com orientação do elenco pelo ex-zagueiro dos anos 40 do esmeraldino (com passagem também no América) e longevo treinador "Geleia" (Geraldo Pereira) entre 1951/60.

Acompanha a delegação como representante da Associação dos Cronistas Esportivos (ACE) o repórter Marcino Dias de Oliveira, comerciante, rádio-telegrafista de "A República", e ex-diretor do América, falecido em setembro/1971.

A segunda da "Tribuna do Norte" (sábado, 24/8/1957) corrobora com a reportagem "Luiz Medeiros para a presidência do Alecrim", cujo sobrenome não deixa dúvida do parentesco vem próximo com o fundador Lauro Medeiros.

Com entendimentos passando pelos dirigentes citados acima, entre eles nosso principal personagem da série inédita, Braz Nunes, além do deputado federal Clóvis Coutinho da Motta.

Quatro anos depois a TN o classifica em outra campanha, agora como companheiro na chapa de João Bastos de Santana, de um alecrinense "de quatro costados..."




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