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sábado, 19 de janeiro de 2019

A outra faceta do radialista Hélio Câmara de Castro


Adeus, Dr. Rô!

Walter Medeiros*
Jornalista

A vida nos reserva momentos marcantes, cujas lembranças se tornam um reviver feliz. Não se trata de achar que seria feliz sem saber. Era felicidade mesmo. O que não se sabia, era se depois existiriam momentos tão felizes quanto aqueles. Quero resgatar aqui lembranças dos anos setenta do século passado, quando a Rádio Cabugi levava ao ar um programa humorístico de excelente qualidade, produzido pelo jornalista José de Sousa. Eram cinco minutos diários, de uma discussão sensacional, entre um abecedista chamado Frasqueirino e um americano chamado Dr. Rô.
Frasquerino era um engraxate, cuja cadeira recebia diariamente o cliente importante, que sempre puxava conversa sobre o ABC Futebol Clube, procurando desqualificar o adversário. Muito esperto, Frasqueirino sempre tinha uma resposta, uma explicação e uma provocação, que deixavam o Dr. Rô nervoso, a ponto de querer partir para as vias de fato, e saía correndo atrás do adversário. As torcidas paravam tudo, prá escutar aquele programa, que ia ao ar por volta do meio-dia.
Apesar de ser tido como pedante, pela sua posição social, o Dr. Rô conseguia cativar o público e merecia o respeito de todas as torcidas. Não, somente, pela polidez do texto primoroso de José de Sousa, mas pela interpretação impecável, responsável e super profissional do famoso torcedor do América. Essa interpretação era feita pelo narrador, comentarista e cronista esportivo Hélio Câmara. Depois, tive a sorte de conviver com o Super-Hélio em outros órgãos e nos Sindicatos.
Pois nesta manhã de sábado recebemos a triste notícia da passagem de Hélio Câmara para outra vida. Foi – conforme cita Franklin Machado, fazer companhia a Assis de Paula, Ailson Bonifácio, José Augusto, Rubens Lemos e – acrescento – Wellington Carvalho e Adiodato Reis, entre tantos outros. Hélio Câmara, uma estrela que já brilhava por cá, e deixa um legado exemplar, de homem pacífico, vibrante, amável. Que ele tenha paz em sua nova vida.

*Do Facebook do autor

A estréia de Hélio Câmara de Castro no rádio


Nascido no então distrito de Touros e atual município de Rio de Fogo, em 10/10/1940 – mesmo mês e ano do Rei Pelé (dia 23) – Hélio Câmara de Castro empunha pela primeira vez o microfone famoso da Rádio, outra coincidência, em outubro!

Em 1962 o Alecrim enfrenta o ABC três vezes. Dois jogos pelo campeonato estadual e um amistoso. A primeira partida acontece em janeiro. As demais em outubro.

São três vitórias abecedistas: 1 x 3 (quarta-feira, 10/1), 0 x 2 (domingo, 21/10) e 1 x 2 (28/10).
18 dias após completar 22 anos Hélio estréia no reservado destinado a imprensa na antiga arquibancada do Estádio Juvenal Lamartine.

A ficha do prélio:

Alecrim 1 – 2 ABC
Árbitro: Djalma Alves de Oliveira/RN
Gols: Mano (2) e Zeca
Alecrim: Manoel (Edilson), Monteiro, Orlando, Berilo, Cadinha, Manoel Carlos, Edilson II, Dedé, Zeca e Chiquinho (Paulo). Treinador: Geraldo Pereira da Silva (Geléia)
ABC: Ribamar, Maurício, Tidão, Cadinha, Mauro, Danilo, Jorge Tavares, Guedes, Cocó (Amâncio), Mano e Jorge II (Rômulo). Treinador: Tarcísio Aquino de Carvalho



Hélio Câmara de Castro, de zagueiro a locutor esportivo


Quando o campeonato estadual tinha como palco o tradicional e acanhado estadinho Juvenal Lamartine, encravado no elitista bairro do Tirol, o Potiguar de Parnamirim participa da competição entre 62 e 64.

Na época um endiabrado atacante dava as primeiras corridas em direção ao gol, Ilson Peres, o Petinha, posteriormente com passagens pelo Alecrim, ABC e América. Lá atrás um vigoroso zagueiro rebatia a pelota: Hélio Câmara de Castro.

Um garoto vindo do litoral norte, das bandas de Touros, que se torna parnamirinense de alma e coração.

Enquanto corre pelos ralos gramados do JL e do “Tenente Luiz Gonzaga de Andrade”, oficial da Aeronáutica que dá nome ao estadinho do time azul e branco e posteriormente alvirrubro Potiguar Esporte Clube (PEC) – fundado em 45 – o zagueiro Hélio, torcedor do Clube de Regatas Vasco da Gama, escuta as emissoras cariocas e provavelmente é influenciado pelos famosos narradores ou locutores esportivos de então.

Certamente ele burila o vozeirão ao escutar Oduvaldo Cozzi, Jorge Curi e Waldir Amaral. Ou os paulistas Edson Leite, Pedro Luis e Fiori Gigliotti.

Com isso ele tem duas atividades paralelas no esporte e ligadas ao futebol, o preferido. Jogador e locutor. No final dos anos 50 e começo de 60 a Paróquia de Nossa Senhora de Santana controlava o time representante da comunidade católica, o Paroquial, e foi nele que nosso personagem desfila no retângulo futebolístico antes de atuar pelo PEC em competição oficial.

A Igreja também mantinha um serviço de alto-falantes, as chamadas bocas de ferro, instaladas no centro da cidade. Foi nele que Hélio exercitou e aprimorou a narração.

Entretanto o responsável pela iniciante carreira real no rádio foi o falecido locutor Roberval Pinheiro Borges, que concorria com o também desaparecido Aloísio Menezes de Melo (Nordeste) e Vicente de Almeida Filho (da Associada Poti), professor universitário aposentada.

Numa ida a Parnamirim, para cobertura esportiva, o titular de esportes da Rádio Cabugi (atual Globo), ouviu Hélio segurando a latinha da difusora local, gostou e o convidou para começar logo nos dias seguintes na emissora do então governador Aluizio Alves.

Em 2002, se a memória não falha, o redator do blog furou a grande imprensa e o rádio potiguar ao entrevistar para um perfil o famoso e respeitado Hélio Câmara de Castro. Foi no semanário O GRANDE NATAL – do jornalista Paulo Tarcísio de Albuquerque Cavalcanti em que ele revela, pela primeira vez, que deixaria a narração para ser comentarista, como o fizera na passagem de 50 para 60 o gaúcho Luiz Mendes, o da “palavra fácil”, na Rádio Globo carioca.

Na entrevista Hélio diz que imediatamente assinaram a carteira de trabalho.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

O carioca do elenco anterior ao primeiro título americano


Artigo repara dois erros históricos repetidos a exaustão pelos pesquisadores potiguares: o tio é o pai e ‘player’ não participa da primeira conquista oficial do clube alvirrubro da capital
José Vanilson Julião
Ao contrário do que é alardeado o jogador Nilo Murtinho Braga (3/4/1903 – 5/2/75) é filho e não sobrinho do capitão de Corveta Emanuel Gomes Braga, comandante da Capitania dos Portos em Natal entre 17/4/1915 e 2/10/1918.
Após sair do Rio Grande do Norte e de transferência em transferência o oficial da Marinha de Guerra chega a comandante da flotilha do Amazonas (1925).

Um dos sucessores na capitania é Antonio Augusto Monteiro Chaves (1921 a 1922), outra figurinha carimbada na história do futebol potiguar.
Gomes Braga está na lista dos 90 comandantes da Força de Submarinos até hoje, cujo posto ocupou como capitão de mar e guerra, sendo o 17º no cargo (22/1/27 – 17/2/28).
A mãe, Madalena, era filha do senador por três mandatos e ministro da Fazenda (1898/1902), o engenheiro civil Joaquim Duarte Murtinho (Cuiabá/MT, 7/12/1848 – 18/11/1911). Que, por sua vez, era filho do coronel-médico do Exército, o baiano José Murtinho.
O único tio paterno, o engenheiro agrônomo Frederico Murtinho Braga, esteve em Belém do Pará no primeiro qüinqüênio dos anos 20, portanto bem depois que o irmão deixou o RN. Foi lá que conheceu a esposa, mãe da atriz Rosa Maria Pereira Murtinho (24/10/35).
Pelo período que o genitor permanece no Estado é certo que Nilo participa do primeiro jogo oficial entre o América e o ABC (15/9/1918), com vitória alvirrubra (3 x 0) e gols de Arnaldo, dele e Pinheiro (contra).

A partida valeu pelo primeiro campeonato citadino, pelo qual o elenco americano ainda perdeu para o Centro Esportivo Natalense (0 x 3).

A competição, encerrada prematuramente devido à epidemia mundial da gripe espanhola (Influenza), era liderada pelo CEN – que raros pesquisadores o reconhecem como campeão de fato e de direito – tinha esta formação base: Nicolau, J. Carneiro, Souza, Albuquerque, Agripino, Ricardo, Oliveira, Gentil, Sérgio, Leite e Nobre.

A depender desta controversa situação o centenário da primeira competição oficial deveria ter sido lembrado ano passado, ao lado dos cem anos da Federação, fundada dois meses antes do campeonato inacabado.

Mas é real a comemoração atual pelos registros, preto no branco, que o clube América pode comemorar o centenário do primeiro título ganho em campo. Com esta formação: Oscar Siqueira, Benfica, Canela de Ferro, Aguinaldo, Lopes, Ricardo, Aminadab, Gallo, Nilo (Chico), Lauro e Lustosa.

Jogaram ainda: Barroca, Petró, Arari de Brito, Alberto Nesi, Mário, Juca e Américo. O time fora campeão antecipado, sendo notícia na coluna “Vida Social” do jornal “A República”, fundado 30 anos antes pelo médico e político macaíbense Pedro Velho de Albuquerque Maranhão, que chega ao poder com a queda da Monarquia.

Os resultados do team campeão em 1919: 3 – 0 ABC (domingo, 22/6), 0 – 0 CEN (domingo, 6/7), 1 – 0 CEN (domingo, 27/7) e 0 – 2 ABC (domingo, 10/8). Na preliminar os rubros perderam de 1 a 2 (segundos quadros). Ganha a Taça Ítala Roselli. No mesmo ano é campeão do primeiro torneio início.

Ele começa a carreira como amador no “Curupaity” – alusão a conhecida batalha na Guerra do Paraguai – em 1915, um clube sem filiação, conforme declara o player para boletim interno d’O Glorioso. Aos 16 está no infantil do Fluminense (1916), o vencedor do certame.
No final de 1918 está no clube de coração. Estréia no Botafogo em 7/12/1919 (2 x 0 Bangu). Após desentendimentos transfere-se para o Sport Club Brasil (Série A da 2ª Divisão Carioca) para não enfrentar O Glorioso (1922).
Retorna no ano seguinte e permanece até agosto. Foi o jogador que mais fez gols pelo Botafogo na competição estadual. Entre 14/8 e dezembro novamente atua pelo Brasil.
Com a saída do tio materno Oldemar Amaral Murtinho do Botafogo ingressa mais uma vez no Tricolor. Fica por três anos. No período foi campeão e artilheiro do Carioca (1924).
Retorna ao Botafogo (1927). Marca 30 dos 67 gols da equipe no Carioca, sendo artilheiro pela segunda vez. Nesse mesmo torneio fez quatro dos nove gols na goleado de 9 a 2 sobre o Flamengo (a maior em entre os dois times).
Foi campeão carioca em 1930 e de 1932 a 1935. Na campanha do tetra fez 69 nos quatro torneios, sendo o artilheiro do clube (33/34) e da competição de 1933 (19 gols).
Pela Seleção vai a primeira Copa do Mundo no Uruguai (1930). Joga na estréia: 1 a 2 Iugoslávia. No segundo fica fora: 4 x 0 Bolívia, não sendo suficiente para ir à semifinal.
Os iugoslavos haviam vencido os bolivianos três dias antes pelo mesmo placar. O Brasil evita ficar em último na chave. Entre 23 e 31, pelo Brasil, atua 19 vezes (11 vitórias, seis derrotas e dois empates) e marca em 15 oportunidades.
Com a Seleção Carioca é campeão brasileiro cinco vezes. Encerra a carreira em 16/5/1938 (Botafogo 2 x 2 Olaria). Antes do Futebol e Regatas (42) pelo Botafogo contabiliza 190 gols em 201 jogos, sendo o quinto maior artilheiro do clube. 360 gols na carreira.
No currículo ainda constam os títulos: Torneio Interestadual: 1931 (Botafogo) e Copa Rio Branco 1931 (Brasil).
O Jornal publica sobre a estréia do atacante Nilo na equipe principal do Botafogo a 4 de Abril de 1920, no Torneio Início do Campeonato Carioca, disputado no estádio do Fluminense.
Começa a gostar do clube porque acompanha o tio aos jogos da Rua São Clemente, onde o clube realizava os jogos no campeonato (1912). Nilo estreou-se no alvinegro no terceiro quadro, no Carioca de 1919, com vitória de 1x0 sobre o Flamengo, em General Severiano.

Nilo realizou 176 jogos e assinalou 184 gols, sendo o maior artilheiro do Botafogo até a saída e o sexto maior artilheiro. Detém o recorde de média de gols por jogo (0,91) e o recorde de média de gols numa temporada ao assinalar 42 gols em 28 jogos em 1927, à média de 1,5.
De qualquer forma a imprensa passou batido em outro centenário. Na primeira semana de janeiro/17 larga a Taça Campeonato, torneio não oficial patrocinado pelo jornal A Imprensa, do coronel Francisco, pai do escritor Luís da Câmara Cascudo. A organização cabe a Cícero Aranha e José Potiguar Pinheiro.

O torneio tem conflito com a festa dos Santos Reis (6/1). Registros indicariam decisão com o ABC, ganha pelos americanos. Na primeira partida zero a zero com o eleven do Humaitá, no campo da igreja nova (Praça Pio X), atual catedral metropolitana.

A essa altura do campeonato pode-se contabilizar, até então, o total de dez partidas no que viria a ser o Clássico Rei. Inicialmente o América, que começa azul e branco, na primeira partida logo após a fundação (14/7/15), vence a garotada do Ateneu (22 x 0), no ground da praça Pedro Velho, no bairro de Petrópolis.

Napoleão Soares, um dos fundadores, marca 11 gols. O futuro presidente da Republica, o potiguar João Fernandes Campos Café Filho, foi substituído no sexto gol. Atua emprestado pelo Cruz Vermelha e depois joga pelo Alecrim. Em 1920 chega a secretário do  Santa Cruz do Recife, capital pernambucana.

Contra a equipe do colégio surgido no Século XIX, antes do Pedro II, no Rio, uma das 25 maiores do mundial e quinta goleada brasileira. A maior: Botafogo 24 x 0 Mangueira (campeonato carioca – 30/5/1909). Seguida de Grêmio 23 x 0 Nacional/Porto Alegre (25/8/1912), Centro Sportivo Alagoano 22 x 0 Maceió (28/1/45) e Ulbra 21 x 0 Shallom (campeonato rondoniense – 14/5/2006).

América 1 – 4 ABC (26/9) na Vila Cincinato, atua Colégio Anísio Teixeira. Árbitro: Júlio Meira e Sá. Gols: Mousinho (2), Mandú, Baluá e Neco. América: Oscar Siqueira, Lélio, Gato, Carvalho, Galo, Antônio, Barros, Carlos Siqueira, Neco, Garcia e Pipio. ABC: Avelino (Lili), Batalha, Borges, Cabral (Tarugo), Paraguay, Freire, Bigois, Moacyr, Mandu, Nóbrega e Mousinho.

O alvinegro atua com o segundo quadro (reservas: Baluá, Elissozio e Bill). O rubro com o primeiro (reservas: Revoredo, Lopes e Tupi). Juízes de linha Manoel Gomes e Aguinaldo Fernandes; de gol Sérgio Severo e Arari Brito.


Fontes
Adoro Cinema
Dabase
Datafogo
Futebol 80
Futebol e Cia
Geni
Marinha
Mundo Botafogo
Submarino

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Rádio Feliz FM passa a “Agora” em Natal

A primeira nota que li sobre a Agora FM foi no blog Jornal do RN, do jornalista Paulo Tarcísio Cavalcanti, ocasião em que informava a aquisição, pelo grupo de mídia – site e impresso – do jornalista Roberto Guedes da Fonseca.

Para o cast também foram contratados o jornalista Genésio Pitanga – ex-jogador e especialista na cobertura de segurança pública - e o humorista potiguar Mafaldo Pinto.


O canal de freqüência modulada em questão pertencia a Feliz FM, do conferencista, publicitário, escritor, teólogo, advogado e pastor paulista Juanribe Pagliarin, 68 anos, fundador da comunidade cristã Paz e Vida.

Nascido em Piracicaba ou Capivari, com cinco anos passa morar em São Caetano do Sul. Aos 14 anos trabalha na General Motors. Cursa contabilidade. Com 21 anos é convertido pelo sermão do tio e pastor Jayme Pagliarin, na Igreja Evangelho Quadrangular.
Cria a própria agência publicitária. Mudar-se para Manaus. Em 1982 abre a comunidade. Hoje conta com 221 igrejas, inclusive em Portugal.
Fica conhecido a partir de 2013, quando escreveu uma carta aberta ao papa Francisco sobre a desaprovação do uso de verbas públicas para a realização do evento católico Jornada Mundial da Juventude.
Livros: O Evangelho Reunido (2005) Jesus A Vida Completa (2006), Quando Não dá Mais (2014) e Parakletos (2018).
Cadeia
A rede gospel Feliz FM tem sede na capital paulista com afiliadas nacionais e portuguesas.  Começa em 19/3/2014 como sucessora da Vida FM. É controlada pela comunidade.
Atualmente são sete emissoras. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Salvador e Teresina.
Fizeram parte da rede rádios de seis capitais nordestinas (Natal, João Pessoa, Aracaju, Recife, Maceió e Fortaleza).
Além de outra na capital federal, Goiânia, Londrina, Porto Alegre e Rio Branco (Acre), no Norte.


A primeira participação do Alecrim na Taça Brasil


O Alecrim participa pela primeira vez da Taça Brasil em 1964. Como representante devido o título de campeão potiguar no ano anterior. Sofre duas derrotas para o Campinense.

No estádio Juvenal Lamartine (2 x 3), 27/7, e no Plínio Lemos (4 x 1), 2/8. Em Campina Grande/PB. Na campanha são inscritos 16 atletas:

José Ribamar Ferreira, José da Rocha Bezerra (Zezé), Manoel Martins de Oliveira (goleiro), Milton Zeferino da Silva, Paulo Frutuoso da Silva (Geladeira), Raimundo Guedes de Araújo (Papagaio), Valdomiro Pereira de Melo (Miro Cara de Jaca), Berilo de Castro, Creso Guanabara de Souza, Francisco Galdino Rosa, Hilo Rodrigues de Lima, João de Deus Benício de Castro (o arqueiro Sansão), João Paulo Filho, Orlando Guedes de Paula, Oziel Lago de Souza, Severino Damasceno Câmara (Caranguejo) e Sileno Lins de Barros.

Eles atuaram, também, no ABC, América (seis), no licenciado tricolor Santa Cruz e no extinto e alvirrubro Globo Sport Club. Antes ou depois da participação esmeraldina na então principal competição nacional pelo clube esmeraldino.

O Alecrim, bi estadual no mesmo ano, retorna ao torneio em 65. Com partidas em fases eliminatórias, indicava o representante brasileiro para a “Taça Libertadora da América”. Até 68.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Colunista do "Agora" confirma notícia exclusiva do blog


O publicitário e colunista Alex Medeiros anuncia, na edição 461 do impresso Agora (segunda-feira 31/12), que a partir desde mês passa a operar a rotativo offset adquirido pelo grupo de mídia, gerado pelo site do mesmo nome.

Com máquina própria o jornal vespertino diário, de distribuição gratuita, aumenta o formato. Passa do ofício para tamanho “berliner”, conhecido por alguns pela adaptação brasileira: “tablóide germânico”.

O formato é bem maior que o tablóide tradicional, metade do standard, cujo exemplo local é o cinqüentenário diário matutino “Tribuna do Norte”.

A impressora está montada em prédio que abrigará também o setor de distribuição. A administração e redação continuam na Avenida Hermes da Fonseca (Petrópolis).

A informação confirma furo de reportagem deste blog em 9 de outubro do ano passado. Reproduzido a seguir:

- Depois de completar o número 400 da versão impressa o grupo de mídia capitaneado pelo site “Agora” acaba de adquirir uma impressora offset, comprada na cidade de Bauru, no interior paulista.

A máquina rotativa está sendo montada em um galpão localizado na Avenida dos Caicós (antiga Sete), no bairro de Nazaré. Próximo ao terminal rodoviário da Cidade da Esperança (Zona Oeste).

O gráfico José Meira é o responsável pela montagem do equipamento, com capacidade para rodar entre dez e 15 mil exemplares diariamente e em poucas horas.

Atualmente a redação fica no centro da cidade, mas poderá ser deslocada, por economia do aluguel, para instalações do prédio de dois pavimentos nos fundos do parque gráfico.

O “Agora”, atualmente, é impresso em gráfica local depois usar o serviço de uma empresa de João Pessoa, capital paraibana.

Antes de comprar impressora e deixar de terceirizar a impressão, o manager do “Agora”, jornalista Alex Viana, tentou viabilizar a máquina do desativado diário vespertino “O Jornal de Hoje”.