Consulta

terça-feira, 2 de setembro de 2025

Historiador picota informações no centenário do "Galo"

Zé Rodolfo na terceira linha dos
"santinhos" na campanha dos dois
títulos municipais seguidos

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Na semana que antecede o domingo (7 de setembro), histórica data em que o "Galo da Borborema" completa dez décadas de fundação, o professor Mário Vinícius Carneiro Medeiros – autor do livro "80 anos do Treze" (2006) – divulga pílulas informativas sobre o clube em rede social.

As principais informações referentes ao alvinegro de Campina Grande têm como espaço no tempo os quatro primeiros anos de atividades.

Inclusive com a conquista do tricampeonato municipal (1925/27) com as participações de dois jogadores norte-rio-grandenses.

Como atestam as postagens, desde segunda-feira (1/9), numa página do Facebook. No caso primeiro o atacante do ABC, José Rodolfo de Lima (Pedro Velho/RN, 1903 – Natal, 1989).

Zé Rodolfo é sepultado no cemitério público da Vila de Ponta Negra, conhecida praia da urbana na Zona Sul de Natal (informações repassadas pelo historiador paraibano Mário Vinícius Carneiro Medeiros ao torcedor abecedista Carlos Magno Oliveira).

Como também o atleta da linha de frente com passagem pelo América de Natal, apelidado de "Poty", um dos participantes do considerado segundo campeonato oficial na capital potiguar e o primeiro encerrado com a regularidade do turno e returno e o alvirrubro levantando o primeiro "caneco".

As imagens divulgadas reforçam e não deixam qualquer margem para dúvidas: Zé de Castro, Osmundo Lima, Olívio Barreto (goleiro), Zé Eloy Filho, Zacarias Oliveira do Ó, Zé Casado de Oliveira, Mario, Plácido Veras (“Guiné”), Alberto Santos, Zacarias “Cotó”, Índio Brasileiro Borba e Zé Rodolfo de Lima.

"Professor busca homenagear os 13 fundadores do Treze"

Professor e historiador Mário Vinícius Carneiro Medeiros é um especialista no "Galo da Borborema"

O título acima é da reportagem publicada no site "Paraíba Online" (11 de dezembro de 2024).
O blog reproduz textualmente pela atualidade do tema: o centenário do "Galo da Borborema".
O detalhe: ele não menciona a família do potiguar José Rodolfo de Lima entre as que faltam localizar.
Em janeiro do ano seguinte depois de contato com o escritor paraibano o conselheiro do ABC, Carlos Magno de Oliveira, anuncia novidades sobre Zé Rodolfo.

- O professor Mário Vinícius Carneiro Medeiros, autor do livro "Treze: 80 anos de história", participou do "Jornal da Manhã" (Rádio Caturité FM) para falar do mais novo projeto: a homenagem aos 13 fundadores do Treze.

A iniciativa faz parte das comemorações rumo centenário do clube. Mário destacou a importância de resgatar a memória dos fundadores, ressaltando que ainda não foi feita uma biografia completa dos pioneiros.

“Durante todo esse tempo não foi elaborado um registro biográfico dos fundadores. Nesse trabalho, que já inicia pensando nos cem anos, estamos procurando localizar os familiares e descendentes dos 13.

Desses, temos informações sobre dez, mas ainda estamos em busca de dados sobre Osmindo Lima, Olívio Barreto e Luiz Gomes de Souza". Apontou os desafios na busca por informações desses três fundadores.

“Osmindo Lima deixou descendentes. Cheguei a falar com um neto rapidamente há alguns anos. Olívio Barreto, filho de Gasparino Barreto, faleceu jovem, e os descendentes são mais difíceis de localizar.

Quanto a Luiz Gomes de Souza, temos poucos indícios, exceto que esteve ligado à cultura e à política em Campina Grande no início do século passado. Estamos buscando qualquer ajuda para reunir dados e completar essa homenagem”.

Mário apelou aos ouvintes. “Quem tiver informações sobre Osmindo, Olívio ou Luiz entre em contato pelas redes sociais, no Instagram ou Facebook. Qualquer dado pode ser fundamental para completar a história”.

Lançamento de novo livro

O objetivo é lançar uma atualização da obra original, publicada em 2006, além de um material especial para marcar o centenário do clube.

“A intenção é lançar algo simples, mas marcante, que homenageie os 13 fundadores e suas histórias.

Para que esse registro seja uma forma de manter viva a memória daqueles que deram início ao Treze”.

Pesquisa inédita confirma potiguar na fundação do Treze

Outra formação do "Galo" na segunda metade dos anos 20 e sem a adequada identificação dos atletas

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Não tenho confirmação se apareceu mais alguma novidade sobre a participação do norte-rio-grandense e jogador do ABC, José Rodolfo Lima, na reunião dos 13 jovens que resultou no surgimento do Treze Futebol Clube, que, no próximo domingo (7/9), completa 100 anos de fundação em Campina Grande/PB.

Mas o redator afirma que as primeiras provas concretas para a inclusão do atacante abecedista Zé Rodolfo foram relatadas em série inédita deste JORNAL DA GRANDE NATAL, a primeira com 34 postagens, uma das mais longas deste espaço midiático, e a segunda, com reforço de informações, somando outras seis e totalizando 40!

O furo de reportagem começou com a visualização do nome de Zé Rodolfo como envolvido com o "Galo da Borborema" em depoimento exclusivo dele para o então diário vespertino "Diário de Natal", jornal Associado natalense ao lado do então matutino "O Poti", transformado em semanário dominical na virada de 1959/60.

A carta aberta, datada de 24 de julho, que provoca a descoberta é publicada na edição da terça-feira (27/8/1959) com o título “INGRATIDÃO” e a explicação "Escreve José Rodolfo de Lima, ex-crack do A.B.C. de 1922 a 1934", seguida do enunciado “À valorosa e incentiva torcida do Alvinegro e ao povo esportivo da minha Terra..."

O primeiro parágrafo: - É revoltante, triste e doloroso, o desprezo dado pela atual diretoria aos seus velhos craques, aqueles com que amor, desprendimento e sacrifício de corpo e alma, se empenhavam nas lutas pebolísticas do passado (quando não se jogava por dinheiro nem era mascarado), mantendo as tradições do velho e querido ABC...

No texto de dez parágrafos menciona personagens históricos dos dois alvinegros, o paraibano e o potiguar, como o idealizador do Treze, Antônio Fernandes Bióca, e os futebolistas natalenses NEZINHO, XIXICO, DORCELINO, MIGAS, ADALBERTO, PÉ DE OURO.

O desabafo é uma consequência de acontecimentos seguidos na segunda metade dos anos 50: o loteamento do antigo estádio “Maria Lamas Farache” e a inauguração da nova sede do clube no que restou do terreno, no bairro de Petrópolis.

 

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Jogador abecedista no centenário do "Galo da Borborema"

Treze (1926): Zé Rodolfo, Zé Casado, Alberto Santos, Zacarias Ribeiro, Plácido Veras, Eurico, Zacarias do Ó, Zé Eloy, Olívio Barreto, Osmundo Lima e Zé de Castro

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Foram 13 os fundadores, incluindo o líder da turma, Antônio Fernandes Bióca (1894 - 1996), em 7 de setembro 1925, numa simples residência, no bairro São José, em Campina Grande.

Pelo número dos envolvidos surge o nome clube, sugestão do participante da reunião, José Casado de Oliveira, da qual participa José Rodolfo de Lima, jogador do ABC.

Assinam a ata: Alberto Santos, Amélio Leite, José de Castro, José Eloy Júnior, José Sodré, Luiz Gomes, Olívio Barreto, Osmindo Lima, Plácido Véras ("Guiné") e Zacarias Ribeiro.

O professor e hstoriador Mário Vinicius Carneiro Medeiros prepara o livro do centenário do "Galo da Borborema", e já tem uma excelente base, a obra dos 80 anos da agremiação.

Ele, inclusive, anunciou recentemente detalhes exclusivos sobre o antigo jogador do ABC de Natal, Zé Rodolfo, que, em final de carreira, defende o alvirrubro América/RN.

São 23 títulos, 17 estaduais, o primeiro bi 1940/41, o invicto de 1966, e o último em 2023, sendo o terceiro maior campeão, abaixo do Botafogo/PB e Campinense.

Além do Treze completam 100 anos em 2025 o alvo e azul Dom Bosco de Cuiabá, capital do Mato Grosso (Região Centro-Oeste) e o Mirassol, do interior do Estado de São Paulo.


FONTES/IMAGENS

Diário de Natal

O Poti

Arena Correio

Campinense Clube

Museu Virtual do Esporte de Campina Grande

PB Esportes

Portal Correio

Retalhos Históricos de Campina Grande

Rede Paraíba

Sistema Nordeste de Notícias

Treze FC

Última Divisão

Acervo: Jobedis Magno de Brito Neves

"Afonsinho, o craque que a sorte não acompanhou"

América: Luiz Carlos Scala, Ivan Silva, Djalma Linhares, Paúra, Ubirajara, Cosme, Bagadão, João Daniel, Élcio Xavier, Afonsinho e Gilson Porto

Everaldo Lopes Cardoso

TRIBUNA DO NORTE (2/3/2008)

“A quem trabalha, Deus ajuda”, um antigo provérbio popular, serviu apenas de consolo e alívio espiritual para o craque baiano e ídolo do América de Natal, Afonsinho (Afonso Souza da Cunha, Salvador/BA 1941 - Natal/RN 2025).

Eleito várias vezes o melhor jogador da partida, campeão da Taça Almir no Campeonato Brasileiro de 1973, Afonsinho não conseguiu acumular dinheiro suficiente para construir um futuro financeiramente tranquilo.

Tinha um estilo elegante de jogar, na carreira acumulou raros cartões e um batalhão de admiradores do seu estilo clássico de jogar.

Na opinião dos torcedores que acompanharam a trajetória desse bom baiano defendendo o clube rubro, ele era um dos raros jogadores de meio de campo que sabiam a fórmula de parar Alberi sem ter de apelar para a violência.

Um dos grandes admiradores do meio-campista americano, o servidor público aposentado, Elias de Melo, quando era jogo ABC x América o famoso camisa 10 alvinegro tinha que se desdobrar e mostrar todo seu imenso talento para fugir da marcação e não ser parado por Afonsinho. Que também tinha muita bola.

O baiano Afonso jogou no América toda a temporada de 1973, inicialmente o Estadual e, a seguir o Campeonato Brasileiro.

Mas, antes de vir defender o clube rubro passou por quase todos os clubes baianos, até chegar ao Bahia, a grande força do futebol da Boa Terra, diz Afonsinho.

Pela ordem: São Cristóvão, Colo Colo, Galícia, Leônico, Confiança, Ypiranga, Botafogo, Vitória e, finalmente, no mais popular de todos, o Esporte Clube Bahia, e ainda o América Mineiro, e os norte-rio-grandenses América/RN e Potiguar de Mossoró.

Seus grandes momentos na curta carreira, já que parou com 32 anos ainda em plena forma, foram no Tricolor de Aço (o Bahia) e no América, titular absoluto em toda a temporada 73.

Nas primeiras participações defendendo o clube rubro o time base escalado pelo técnico Maurílio José (Velha) era formado por Ubirajara, Mário Braga, Cláudio, Djalma e Chico (Cosme), Afonsinho, Paúra e Hélcio Jacaré, Bagadão, Santa Cruz e Gilson Porto, que era o outro baiano no elenco rubro.

Mais adiante, o time foi ganhando novos contratados, tendo já na direção técnica o badalado treinador Sebastião Leônidas, com esta a formação base: Ubirajara, Mário Braga, Scala, Emídio e Cosme, Afonsinho, Careca e Hélcio, Almir, Santa Cruz e Gilson Porto.

Afonsinho tem grandes recordações da campanha dos rubros no Brasileirão de 73, quando não havia ainda a Série “A”, mas a CBF mantinha as melhores equipes do grupo de elite. O América ficou na colocação 25 entre 40 clubes.

Não foi uma grande campanha, mas o fato de não haver perdido para nenhum clube do Nordeste acabou fazendo jús ao título de campeão do Nordeste, ganhando da revista Placar a Taça Almir, com esta campanha: 0 x 0 Rio Negro, 2 × 0 Ceará, 2 × 0 Sergipe, 2 × 2 Santa Cruz, 2 × 0 Náutico, 2 × 1 Remo e 1 × 1 Vitória.

Almir Albuquerque foi um famoso atacante pernambucano que fez sucesso no Vasco e no Flamengo, jogador temperamental, acabou morrendo assassinado com um tiro na nuca, num bar de Copacabana, dia 6 de fevereiro de 73.

Em homenagem ao controvertido jogador, a Placar criou a Taça Almir, ganha pelo time potiguar do América.

Afonsinho participou da inesquecível melhor de três contra o ABC que deu ao América o direito de representar o RN no Brasileirão de 73, o jogo em que um gol de David decidiu a parada na prorrogação do terceiro jogo: Ubirajara, Ivan Silva, Scala, Mário Braga e Cosme, Afonsinho, Romualdo e David, João Daniel, Washington, Ronaldinho (Santa Cruz) e Gilson Porto. Árbitro, Valquir Pimentel/RJ. (colaborou o pesquisador Newton Alves).

 


Bate-Bola

Afonsinho – Ex-jogador de futebol

Você teve um sério desentendimento com o treinador Sebastião Leônidas. Como começou essa confusão?

Embora reconheça que Leônidas era um grande treinador, como comprovam os seguidos jogos invictos, não sei qual o motivo pelo qual não ia muito com minha cara. Nos aprontos, eu “engolia a bola”, mas na hora de distribuição das camisas do time titular, entrava Paúra no meu lugar. Certa vez, o amigo Hélcio me disse que viu quando Paúra (já falecido) presenteou Leônidas com um relógio. Certo dia, indaguei a Leônidas se Paúra era seu preferido porque lhe havia presenteado um relógio. Ele ficou uma fera comigo, e aí é que fiquei barrado mesmo.

Você extravasou toda a sua mágoa em cima do Léo. Como foi?

Eu havia deixado o América chateado com o “gelo” de Leônidas, e fui para o Potiguar de Mossoró. Depois de Potiguar 2×1 América, eu tinha feito o gol da vitória dos mossoroenses em Mossoró, tive uma ótima atuação, quando a partida acabou me dirigi ao banco do América, e fiz que ia cumprimentar Leônidas. Joguei minha camisa, pesada de suor, na cara dele. Formou-se a confusão, chegou a turma do deixa disso…

Você não acha que parou cedo?

Acho, mas também eu comecei muito cedo. Tenho certeza de que, fosse nos dias atuais, modéstia à parte, hoje não estaria ganhando menos de R$ 30 mil…

Cite os melhores do seu tempo:

Alberi e Hélcio “Jacaré”, os melhores dirigentes foram Dilermando Machado, Ruy Barreto, Henrique Gaspar e Manoel Barreto.

Homenagem ao volante baiano Afonsinho do América/RN

América (1973): Luiz Carlos Scala, Ubirajara, Mário Braga, Zé Emídio, Afonsinho, Cosme, Macarrão (massagista), Almir, Careca, Santa Cruz, Hélcio e Gerásio Nunes

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O meio-de-campo Afonso Souza da Cunha (Salvador, 17/11/1941 – Natal, 1/9/2025) estreia no amistoso interestadual América 1 x 1 Botafogo de Futebol e Regatas.

Na partida noturna do Estádio Castelo Branco (quarta-feira – 31 de janeiro de 1973) o alvinegro carioca se apresenta com um elenco misto de juvenis ou reservas.

Dos titulares, acompanhado pelo cantor mineiro Agnaldo Timóteo, atuam Nei Conceição, Carlos Roberto e o argentino Rodolfo Fischer, o “El Lobo”.

Pelo clube da “Estrela Solitária” marca o desconhecido Josias (25 do primeiro tempo) e pelo alvirrubro potiguar o meia Washington (15 da etapa complementar).

Afonsinho entra em campo com a camisa vermelha pela última vez em jogo do campeonato nacional (domingo – 19 de maio de 1974).

América 0 x 0 Desportiva Ferroviária do Espírito Santo. A foto ilustrativa da reportagem é de um jogo entre o América e a Portuguesa de Desportos ou Flamengo.

Únicos jogos do Brasileiro de 1972 em que Afonsinho e o pernambucano Gerásio Nunes (jogou em duas oportunidades e no ABC) entram de saída em conjunto.

Foi um dos contratados no começo da temporada de 1973 pelo treinador carioca Maurílio José, o "Velha", para o Estadual.

Permaneceu no elenco com a chegada de Sebastião Leônidas para o Nacional. Ao todo foram 44 aparições com a camisola rubra.

CARREIRA

Passa por clubes baianos (interior e da capital Salvador): São Cristovão (1965/66), Colo-Colo (67/68), Ypiranga (68), Ideal (70), Vitória (71), Bahia (71/72), Botafogo (72) e Palestra (72), América-RN (73/74) e Potiguar de Mossoró (74/75).

 

FONTES/IMAGEM

Diário de Natal

Tribuna do Norte

Súmulas Tchê

Acervo: José Ribamar Cavalcante

A entrevista com Mota da charanga do Potiguar (III)

Equipe com uma das formações do primeiro semestre. Na mesma semana do jogo Potiguar 0 x 1 ABC, no returno do Estadual, o antigo atacante do São Paulo, Coritiba, Corinthians e Grêmio Maringá, o polêmico Zé Roberto, é contratado pelo alvinegro indicado pelo treinador paulista João Avelino Gomes, o "71"

Curiosidades e detalhes da histórica partida do acompanhamento ao líder de torcida

JOSÉ VANILSON JULIÃO

O meia-atacante pernambucano Drailton José Lopes e os treinadores Dario de Souza (Potiguar) – antigo centromédio do América pernambucano, Sport Recife e Vitória (Salvador) – e o polêmico e falastrão paulista João Avelino Gomes (ABC), conhecido como “71”, são os principais personagens da partida.

O recifense Drailton, de 1,97 metros, marca o gol de cabeça em cobrança de escanteio, inclusive com gráfico explicativo do designer Moacir Oliveira na edição da terça-feira (1 de setembro) do diário matutino “Tribuna do Norte”. Em todo o campeonato Drailton fez quatro gols.

O alvinegro e o alvirrubro mossoroenses estão no Grupo B: ABC, Potiguar, RAC, Ferroviário e Força e Luz. Seis, cinco, três e um pontos a classificação sequencial da chave. Com os dois últimos encangados na busca da classificação para a segunda fase. Naquele tempo vitória valia dois pontos e não três como hoje.

Como o blog não conseguiu as cinco fotografias do jogo – usadas como abertura, no meio da reportagem e, por último, três em sequência como rodapé da página, são transcritas as legendas explicativas de todas as imagens:

1 – “Reco-reco às mãos, comanda a torcida do potiguar”; 2 – “A preocupação com o resultado”; 3 – “A música e a cerveja ajudam a levar o time à frente”; 4 – “A garotada de Mossoró aprende com Mota a torcer pelo Potiguar” e 5 – “Com dificuldades e sacrifícios a charanga do Mota está em campo”.

Na súmula do jogo uma outra fonte coloca Berico no lugar do zagueiro Vildomar, também conhecido pelo apelido de “Paitabom”.

 

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Gilberto Ferreira

Gol: Drailton 26/2 (cabeça)

Renda: Cr$ 57.120,00

Potiguar: Itamar, Vildomar “Paitabom”, Elói, Nivaldo, Gonzaga, Batista, Luizinho, Chico Alves, Maranhão, Ibsen (Djalma) e Romildo. Treinador: Dario Souza

ABC: Hélio, Fidélis, Pedro Pradera, Vagner, Vuca, Drailton, Danilo Menezes (Raimundinho), Noé Silva, Zé Carlos Henrique (Zé Carlos Olímpico), Reinaldo e Noé Soares. Treinador: João Avelino Gomes

 

FONTES

Blog do Marcão

Blog do Mequinha

Futebol 80

O Gol

Súmulas Tchê

Terceiro Tempo

Diário de Natal

O Poti

Placar

Tribuna do Norte