![]() |
| Capa da autobiografia |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
A pesquisa em fontes primárias, ou seja, jornais das décadas de 40/70, para configurar o perfil do dirigente alecrinense Braz Nunes de Farias, confirma o que já se sabia: o envolvimento profissional com a família Motta, controladora de um conhecido curtume potiguar.
O que o redator não tinha conhecimento, é bom repetir, era a naturalidade do personagem, revelada pela filha, a jornalista Nadja Farias, e divulgada pela primeira vez na imprensa ou em uma mídia eletrônica da capital do Rio Grande do Norte.
Nascido no município do Recôncavo baiano, com o poético e religioso nome de Nazaré das Farinhas, o que a revelação ainda possibilitou também com ineditismo foi o encontro da relação dos membros da família de empresários com Braz Nunes e a cidadezinha natal.
Ele não cai de paraquedas, como visto, no relacionamento com os paraibanos da família Motta, fato este indicativo da vinda do Braz para Natal nos idos dos anos 40.
O conhecimento do rapazinho e os Motta é provocado por outro detalhe importante: o suposto parentesco deles com um político que tinha negócios em Nazaré das Farinhas.
Este novo personagem paralelo é o senador, deputado federal, industrial e médico Drault Ernnany, paraibano radicado no Rio de Janeiro. Daí vem o provável motivo da visita de um deles a urbe.

Nenhum comentário:
Postar um comentário