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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

UFRN lança livro sobre a Faculdade de Jornalismo Eloy de Souza

No dia 15 de dezembro, a partir das 18 horas, no Clube do Radioamador, Av. Rodrigues Alves, no Tirol (vizinho à Cidade da Criança), haverá o lançamento do livro Memórias,  Faculdade de Jornalismo Eloy de Souza, organizado pelos professores da UFRN Geraldo Queiroz, Nicolau Frederico, Rejane Lordão e Tarcísio Gurgel.

O professor Geraldo Queiroz, ex reitor da UFRN, esclarece que em março deste ano completou 50 anos da graduação da primeira turma, da qual ele fez parte com muito orgulho, e também 40 anos da regulamentação que consolidou o Curso de Comunicação da UFRN, criado no final de 1975 e que a sucedeu.

"Em nome dos organizadores, convido todos a participar do lançamento, especialmente aqueles que deram e dão continuidade à missão da antiga Faculdade, marco na história do Rio Grande do Norte. O livro demonstra isso, através das várias narrativas de seus autores."

Com essa obra, o leitor terá elementos para ajuizar a importância do legado da Faculdade de Jornalismo Eloy de Souza para a história, a educação e a cultura do Rio Grande do Norte. (Assessoria de Imprensa)

O gol que o rei Pelé tentou, mas não fez...

O assunto pode ser considerado batido. Mas é sempre lembrado pelos profissionais da imprensa na cobertura do futebol. Principalmente no calor do momento. Pelos locutores de rádio e televisão.

No jogo Gremio 1 x 1  Atlético Mineiro (Copa do Brasil) o gol de empate do representante de Belo Horizonte (46/2), feito pelo equatoriano Cazares, do meio campo, encobrindo goleiro Marcelo Grohe, suscitou o narrador Galvão Bueno (Rede Globo), a lembrar o lance ocorrido na Copa do Mundo do México (1970).

Aconteceu na primeira partida do selecionado brasileiro, nas oitavas de finais do campeonato mundial, contra a Tchecoslováquia. Pelé chutou de primeira, encobriu o arqueiro Victor e a bola passou rente ao poste esquerdo no Estádio Jalisco (Guadalajara).

De uma distancia de 60 metros. Velocidade de 105 quilometros por hora (30 metros por segundo). Gerou crônica de Nelson Rodrigues. E questão de prova do vestibular. Quem quiser rever acesse o Youtube. Eu vi este lance, em preto e branco, pela Televisão Tupi, narração de Walter Abraão.

De lá para cá pelo menos uma dezena de gols semelhantes ao histórico lance aconteceram em tres continentes: América do Sul, Europa e Ásia. Em 2015 o zagueiro polaco Jaroslaw Fojut fez na vitória do clube dele de 3 a 1 (13/9).

Um ano antes, dia 9 de setembro, Marlon, do sub-17 do São Paulo, marcou aos tres minutos de jogo numa vitória sobre o São Carlos. Mais recentemente Jorge Henrique fez o terceiro do Vasco na vitória sobre o Santa Cruz/PE (Copa do Brasil) em 20 de julho de 2016. 3 a 2 em Recife.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O canal ‘especializado’ em faroeste italiano

Durante o dia e grande parte da noite o segmentado Canal do Boi tem a programação totalmente preenchida com o agronegócio, principalmente sobre leilões de animais de raça, como gado bovino, cabras e cavalos.
A emissora de sinal fechado tem os programas transmitidos via satélite, por antena parabólica ou pelo sistema a cabo ou pela internet. Ela faz parte da rede SBA (Sistema Brasileiro de Agronegócio).
Ainda tem o Agro Canal, o Novo Canal e o Conexão BR. A empresa foi fundada em 1995, com sede em Campo Grande, capital do Estado do Mato Grosso do Sul (Região Centro-Oeste).
Feito o intróito explicativo e esclarecedor, digo que é durante a insone madrugada, vez ou outra, que sintonizo o canal da turma do relincho. É lá que tenho assistido, novamente, os antigos filmes da linha western spaghetti.
Estas fitas de cinema, realizadas nos famosos estúdios da Cinecittá (“Cidade do Cinema”), nos arredores de Roma, a “Cidade Eterna” do país da bota, foram sucesso nos anos 60/70.
Nesta terça revejo Os Companheiros (1970), do diretor Sergio Corbucci (1927 – 1990), um dos ícones do cinema macarrônico, ao lado de Sergio Leone. Atuam o ator norte-americano Jack Palance, Franco Nero, Fernando Rey e Eduardo Fajardo.
O italiano Franco Nero, por sinal, é o protagonista principal da clássica película Django (1966), do mesmo diretor, obra que detonou a fama do Spaghetti de celulóide pelo mundo, inclusive no antigo Cine Canário, em Cerro-Corá (RN).
A semana passada fora a vez de um filme com outro ator vinculado ao gênero cinematográfico, Terence Hill, de brilhante olho azul, da série com o personagem Trinity. Foi Trinity ainda é meu nome (1971). Com o parceiro Bud Spencer, o reconchudo.
E antes assistira Meu nome é ninguém (1973). Com Hill e o ator americano Henry Fonda.
Em todas as fitas o destaque para a trilha sonora. Geralmente a cargo de Ennio Morricone.

Mas é sensacional a música de Luis Enriques Bacalov para Django, o personagem que esconde uma metralhadora escondida em um caixão de defunto e o arrasta, ora a cavalo, ora a pé, pelo deserto.

sábado, 3 de dezembro de 2016

‘Somos todos alviverdes’ pelo Brasil e o mundo

Blog homenageia Chapecoense com a relação de alguns dos principais clubes com as mesmas cores (verde e branco) do time do interior catarinense.
Em parênteses a localidades. A lista não é por ordem alfabética, tempo de fundação, importância, tradição, número de títulos ou devido poder econômico e financeiro.
O rol começa pelo Brasil, com as cinco regiões (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul) e respectivos 26 estados e o Distrito Federal.
Segue pela América do Sul. Depois o México (América do Norte), Europa (principais campeonatos).
Na lista dos brasileiros somente times em atividades, pelo menos, nas últimas duas temporadas.
Ficaram de fora clubes licenciados, desativados temporariamente ou extintos, como o Metropol de Criciúma (Santa Catarina), campeão estadual cinco vezes.
BRASIL
Independente (Santana/AC)
Tocantinópolis (Tocantinópolis/TO)
Guaraí (Guaraí/TO)
Auto Esporte (Teresina/PI)
Alecrim FC (Natal/RN)
Palmeira (Goianinha/RN)
Murici (Alagoas)
Amadense (Tobias Barreto/SE)
Boquinhense (Boquim/SE)
Lagarto (Lagarto/SE)
Coritiba (Itabaiana/SE)
Icasa (Juazeiro do Norte/CE)
Nacional (Patos/PB)
Miramar (Cabedelo/PB)
América (Recife/PE)
Vitória (Conquista/BA)
Gama (Brasília/DF)
Goiás (Goiania/GO)
Luverdense (Lucas do Rio Verde/MT)
América (Belo Horizonte/MG)
Caldense (Poços de Caldas/MG)
Uberlândia (Minas Gerais)
Palmeiras (São Paulo/SP)
Guarani (Campinas/SP)
Coritiba (Curitiba/PR)
Juventude (Caxias do Sul/RS)
EXTERIOR
Banfield (Argentina)
Racing (Uruguai)
Atlético Nacional (Medellin/Colombia)
Sporting (Lisboa/Portugal)
Celtic (Escócia)
Hibernian (Escócia)
Ferencvaros (Hungria)
Werden Bremen (Alemanha)
Wolfsburg (Alemanha)
Betis (Espanha)
Saint Etienne (França)
Sete (França)
Volewijckers (Holanda)
Groningen (Holanda)

Transvaal (Suriname)

terça-feira, 29 de novembro de 2016

As coincidências da cor verde no ‘caso’ Chapecoense

Dos quatro times que subiram da Série B para a A, em 2013, o campeão (Palmeiras), e o vice (Chapecoense), são alviverdes

O último jogo foi contra o mesmo clube paulistano, que acabou confirmando o título de campeão deste ano.

A primeira partida da decisão da Copa Sul-Americana, que seria nesta quarta-feira, teria como adversário outro alviverde, o Atlético Nacional, da cidade colombiana de Medellin.


O segundo jogo seria em Curitiba, a capital paranaense, sede do alviverde Coritiba. A cidade também é chamada de “capital ecológica”.

Alecrim faz a homenagem mais original e criativa para a Chapecoense

A maioria dos clubes brasileiros homenageia a Chapecoense colocando nos sites oficiais, ao lado do escudo, o do time do interior catarinense com a frase “Força Chape”.

Entre eles o Botafogo carioca e o Atlético Mineiro. Da mesma forma os dois principais clubes da capital potiguar, América e ABC.

Todos com as cores originais do clube e do representante de Chapecó. O Alecrim, o terceiro grande de Natal, foi muito mais original.

Também alviverde, como o time do Estado de Santa Catarina (Região Sul), divulgou pela internet a seguinte frase: “Verde somos, porém, agora, com preto de luto estamos”.


E foi além na mensagem: os escudos de negro!

Acidentes aéreos com delegação de futebol

4/5/1949 – Torino
O avião Fiat G.212 da Avio Linee Italiane retornava de Lisboa para Turim após um amistoso do Torino contra o Benfica. O acidente ocorreu durante a aproximação e a aeronave se chocou contra a Basilica de Superga. Ao todo, 31 pessoas morreram, sendo 18 jogadores e cinco membros da comissão técnica. Na época, o Torino liderava o Campeonato Italiano a quatro rodadas para o fim e seria o campeão.

6/2/1958 – Manchester United
O ‘Desastre de Munique’ ocorreu quando o avião Airspeed AS-57 Ambassador da British European Airways tentava decolar do aeroporto de Munique para Manchester. Ao todo, 44 pessoas estavam a bordo e 20 morreram. Entre eles, oito jogadores do Manchester United, que voltavam da Iugoslávia após jogo contra o Estrela Vermelha pela Copa da Europa.


16/7/1960 – Seleção olímpica da Dinamarca
Após a decolagem do aeroporto de Copenhague, o avião De Havilland Dragon Rapide fretada pela Associação Dinamarquesa de Futebol caiu sobre Oresund. Somente o piloto sobreviveu e oito pessoas morreram, todos jogadores da seleção olímpica que se dirigia para a disputada dos Jogos na Itália.

3/4/1961 – Green Cross
O time chileno do Green Cross voltava de um jogo contra o Provincial Osorno, em Osorno, pela copa do Brasil, quando o Douglas DC-3 da LAN se chocou contra a Cordilheira dos Andes no caminho para Santiago. No acidente, 24 pessoas morreram, sendo oito jogadores, o técnico e o fisioterapeuta. O local do desastre só foi descoberto em 2015.

26/9/1969 – The Strongest
Durante o retorno da delegação do The Strongest de Santa Cruz de La Sierra para La Paz, na Bolívia, o Douglas DC-6 do Lloyd Aéreo Boliviano desapareceu. Só foi encontrado no dia seguinte na região de Viloco. Todas as 74 pessoas a bordo morreram. Entre elas, 16 jogadores do clube boliviano e integrantes da comissão técnica.

11/8/1979 – Pakhtakor Tashkent
O avião Tupolev Tu-134 da Aeroflot levava a equipe uzbeque do Pakhtakor Tashkent para Minsk, onde enfrentaria o Dinamo Minsk. Enquanto sobrevoava a Ucrânia, a aeronave chocou-se com outro Tupolev Tu-134 da Aeroflot. Todas as 178 pessoas a bordo dos dois aviões morreram, incluindo 14 jogadores e três membros da comissão técnica.


8/12/1987 – Alianza Lima
O Fokker F27 da Servicio Aeronaval de La Marina del Peru (vôo fretado) voltava de Pucallpa para Lima e durante a aproximação para o aeroporto Jorge Chávez caiu no Oceano Pacífico. Somente o piloto sobreviveu e 43 pessoas morreram. Entre elas 16 jogadores do Alianza Lima e todo o staff da equipe.

29/11/2016 – Time da Chapecoense
A equipe catarinense viajava para Medelín para a disputa da final da Copa Sul-Americana, onde enfrentaria o Atlético Nacional. A aeronave, um BAe 146, transportava 81 pessoas. Delas, 76 morreram. Três jogadores sobreviveram. (Gazeta do Povo – Curitiba/PR)