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domingo, 23 de junho de 2019

No duelo dos americanos sai o alviverde pernambucano e o alvirrubro potiguar enfrenta o Jacuipense/BA


América 2 – 0 América

Data: domingo, 23/6

Competição: Série D

Estádio: Arena das Dunas

Cidade: Natal/RN

Árbitro: Luiz César de Oliveira Magalhães/CE

Gols: Richard 5/2 (contra) e Adriano Pardal 16

América: Ewerton, Joazi, Adriano Alves, Alisson Brand, Vinicius, Leandro Melo (Moreilândia), Adenilson, Jean Patric, Roger Gaúcho, Max (Paulo Renê) e Adriano Pardal (Hilton). Treinador: Moacir Júnior

América: Renan, Breno, Gabriel, Richard, Weslley, Celestino, Willian, Neto (Júlio), Luiz Felipe (Elthy), David e Yuri Martins. Treinador: Levi Marcelino Gomes

domingo, 9 de junho de 2019

A trajetória do artilheiro Alemão no futebol alagoano (I)

ESQUADRÃO AMERICANO CAMPEÃO EM 1969 COM ALEMÃO EM PENÚLTIMO NO ATAQUE VERMELHO

Atacante pernambucano fez gol no último minuto contra o ABC, na terceira partida, e provoca quarto jogo que decide o Estadual de 1969 para o América
Oito clubes participam do campeonato alagoano de 1968. De Maceió: Clube de Regatas Brasil, Centro Sportivo Alagoano e Ferroviário. Além do Guarany de Poços, no entorno.
Do interior: Associação Sportiva Arapiraquense, Centro Sportivo Estanciano/CSE (Estância), Capelense (Capela) e Penedense, da cidade histórica Penedo.
A competição começa em 7/4 (domingo) com três turnos. Campeões: o alvirrubro CRB (turno), o alvinegro ASA/Arapiraca (returno) e o azul e branco CSA (terceiro).
O Galo da Pajuçara – alusão ao bairro praia em que se localiza o desativado estádio Severino Gomes Filho, do clube “regateano”, na estréia recebe o Capelense (1 a 1).
Joaquim Ramos de Souza, o “Alemão”, foco de reportagem exclusiva em 15 de maio, estréia na quinta exibição, substituindo Roberto. No “Coaracy da Mata Fonseca”, em Arapiraca (domingo, 26/5), perde (3 x 0).
No jogo seguinte é titular. No domingo (9/6) o alvirrubro vence o “Ceesseá” (2 x 1). A pesquisa não localiza a escalação de CRB 1 x 0 Ferroviário (quarta-feira, 12/6).
E entra na decisão do turno (domingo, 16/6) contra o Capelense (1 a 0). Jogo anulado. Na quarta-feira, 19, nova vitória: 2 a 0. No returno são mais seis participações do CRB.
Na segunda vitória no clássico da capital – “Cerrebê” 3 x 2 CSA – mais uma participação, no lugar de Zequinha.
No terceiro turno entra na derrota perante o ASA (1 a 2) no domingo, 20/10. A pesquisa passa em branco outras duas partidas.
Na seguinte está com a camisola vermelha e branca. Na primeira derrota para o CSA (1 x 0) na quinta-feira, 23 de janeiro do no ano seguinte.
Ele encerra a participação com dois gols em todo o campeonato para ficar na história do futebol do RN.
O “super campeonato”, ganho pelo CSA, se estende até a primeira semana de fevereiro.
Alemão não consta na segunda partida do CRB, o vice. Assinara com o alvirrubro potiguar. No próximo relato o começo em 1967.
Fontes:
Blog do Sorrentino
Futebol Nacional
Resgate do Futebol Alagoano

domingo, 2 de junho de 2019

Americanos ficam no empate pela Série D

América 0 – 0 América
Data: domingo, 2/6
Competição: Série D
Estádio: Ademir Cunha
Cidade: Paulista/PE
Árbitro: Rafael Carlos Salgueiro Lima/AL
América: Ewerton, Joazi, Adriano Alves, Alisson Brand, Kaike, Moreilandia, Adenilson, Maikel (Franco), Jean Patric (Hilton), Adriano Pardal (Roger Gaúcho) e Max. Treinador: Moacir Júnior
América: Renan, Popila, Otávio Andrietta, Richard, Weslley, Celestino, Breno, Jefferson (Willian Gaúcho), Neto, Davi e Yuri Martins (Matheus Sacramento). Treinador: Levi Marcelino Gomes

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Repercute encontro de ex-goleiro do Alecrim e América com boleiros


O encontro do blogueiro e escritor catarinense Valdir Appel, com ex-companheiros, dirigentes e a imprensa, realizado na noite da terça-feira (28/5), na sede do América Futebol Clube, tem repercussão na rede social.

A reunião no Temis Bar – do empresário Temístocles Amador e organizada com o apoio do diretor social americano, Hélio Santa Rosa – contou divulgação do memorialista José Ribamar Cavalcante.

Estiveram presentes, além dos anunciados anteriormente, os treinadores aposentados Ferdinando José de Araújo Teixeira, o ex-presidente Fernando (filho do falecido presidente Humberto Nesi), o professor Normando Bezerra – um dos fundadores da torcida organizada FERA (Fiéis Esmeraldinos Radicais) e o conselheiro americano e empresário Augusto Maranhão.


segunda-feira, 27 de maio de 2019

Reunião de Appel no América tem maior repercussão do que em Recife


O encontro programado para o começo da noite desta terça-feira, na sede do América Futebol Clube, promete ter maior número de presentes e repercussão bem melhor do que a ocorrida semana passada, quando o escritor catarinense Valdir Appel reuniu-se com o antigo companheiro do Clube de Regatas Vasco da Gama, Adilson Morais Albuquerque, com o testemunho dos médicos pernambucanos Roberto Vieira e Lucídio José de Oliveira.

O oculista e o ginecologista Oliveira, respectivamente, também são blogueiros e autores de livros sobre causos e historiografia do futebol de Recife. O primeiro: Pernambuco e a Copa do Mundo, O Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História e Reis do Futebol em Pernambuco – Técnicos. O segundo publicou O Náutico, a bola e as lembranças.

A convocação para a reunião de amanhã repercute em rede social com o comando do memorialista e ex-jogador macauense José Ribamar Cavalcante. Appel matará a saudade e debaterá as reminiscências de quando defendeu a meta do alviverde Alecrim e do alvirrubro no período de quatro anos com pelo menos dois intervalos entre 74/77.

Entre os antigos craques que confirmaram presença está o zagueiro Ivan Xavier, que saiu do alviverde América de Recife para o Alecrim e deste para o grupo americano. Mais os boleiros Edmilson Lima, Gilberto Lima (Betinho), Ivan Silva e Erandy Pereira Montenegro (paraibano que atuou no Campinense, Central, Santa Cruz, Vasco e Ceará).

Ainda Zé Vasconcelos da Rocha (presidente do Conselho Deliberativo americano), Hélio Santa Rosa (diretor social), Walmir Nunes, Ricardo Valério, médico Maertelinck Rego, Artur Ferreira (o eterno treinador salonista), Orlando Caldas (ex-presidente esmeraldino e vice-presidente da Federação), radialista José Jorge da Páscoa Menezes, empresário João Santana – filho do falecido dirigente alecrinense Bastos – e os jornalistas Kolberg Luna e Rubens Manoel Lemos Filho.


domingo, 26 de maio de 2019

Ex-goleiro do Alecrim e América chega nesta segunda para encontro com amigos na terça na sede alvirrubra


O agora blogueiro e escritor catarinense Valdir Appel (1/5/46), que defendeu o arco do Alecrim (1974) e América (75/77), chega nesta segunda-feira na capital potiguar, procedente de Recife.

Na terça-feira, a partir das 19 horas, no Bar Temis, na sede do América Futebol Clube, na Rua Rodrigues Alves (Tirol), tem um encontro marcado com antigos boleiros.

O ex-goleiro do Vasco da Gama nos anos 60 visita os amigos, principalmente ex-jogadores, da Região Nordeste.

Na capital pernambucana, por exemplo, encontrou-se com Adilson, de posição atacante, irmão de Almir Albuquerque, assassinado em Copacabana, no Rio, durante uma briga de bar (1973).

Pela equipe alecrinense, substituindo o antigo titular Aurílio, ex-ABC, atuou em pelo menos 11 jogos do campeonato estadual.

A estréia aconteceu no domingo, 18/8/74, na vitória pela contagem mínima fora de casa, contra o Potiguar, em Mossoró.

No alvirrubro entra em campo 17 vezes pela competição local e pelo Nacional. Estréia no domingo, 7/9/75, no empate de 3 a 3 frente o alviverde Goiás.

Na carreira de 19 anos, encerrada em 1982, atuou pelo Paysandu e Palmeiras de Brusque/SC, América carioca, Sport Recife, Carlos Renaux/SC, Blumenau/SC, Campo Grande/RJ, CEUB (Brasília), Volta Redonda, Bonsucesso, Goiânia, Atlético/GO e Rio Verde/GO.

Valdir é casado com Rosélis e tem um casal de filhos: Isadora e Eduardo. Já lançou três livros de crônicas: “Boca do Gol” (2006), “O Goleiro Acorrentado” (2010) e “Onde ele pisa nascem histórias” (2014).            


quarta-feira, 22 de maio de 2019

Natalense relata e desmitifica a vida fora do Brasil


Michelle Ferreira dos Santos

“É fácil a quem nunca deixou o país julgar que a vida lá fora é fácil. Muitos se queixam por trabalharem em diferentes zonas do país e por só poderem ir à casa durante o fim-de-semana, imaginem o quão doloroso é para quem está a muitos milhares de quilômetros de distância da sua casa, país e família.
Aposto que algum de nós nunca pensou e se imaginou realmente nessa vida, na vida de um emigrante.
Desengane-se aquele que pensa que a vida de emigrante ou da família de um emigrante é uma vida fácil. Muito pelo contrário!
De facto, só quem passa e sofre com isso é que sabe o quão difícil é estar longe daqueles que mais amamos.
Nada deve ser tão difícil quanto deixar tudo para trás e ir para outros países longe do nosso nada é tão difícil como afastar famílias, mães e esposas que vêm os seus filhos e maridos partir para longe dos seus braços sem nada poderem fazer.
Nada deve ser tão difícil como ver filhos, irmãos, netos, e sobrinhos crescerem a distância sem poderem estar mais perto e mais presentes na vida deles porque o seu país não teve condições de não os deixar partir, nada deve ser tão difícil como contar os dias que faltam para as férias de verão, para finalmente poderem regressar ao país que trazem no coração, ao seu cantinho.
Nada deve ser tão difícil como ter conversas por um computador ou telefone quando o maior desejo era entrar por eles adentro e estiverem ao lado dos que lhes são mais queridos sem nunca os ter de abandonar.
Nada deve ser tão difícil como viver longe da sua casa, da sua terra e do seu país, como ser obrigado a trabalhar de manhã à noite sem se poder queixar, nada deve ser pior e tão difícil como ser obrigado a fazer-se de forte e a pensar positivo quando chega a hora da partida para longe de tudo o que lhe pertence.
Vida de emigrante não é fácil, não é uma vida de luxos e extravagâncias como muitos pensam. É preciso ter muita coragem, força e determinação para deixar tudo em busca de uma vida melhor num país que não é o seu.
Podem acreditar que só quem está e passa por uma situação dessas é que sabe o enorme sacrifício que se faz. Eles não vivem, apenas sobrevivem, eles podem estar lá, em outros países, mas o coração deles está aqui, no seu verdadeiro cantinho!
Este mundo está cheio destes heróis e heroínas, emigrantes e imigrantes, homens de H grande e mulheres de M grande.
A todos esses Homens e Mulheres de letra grande eu desejo a maior sorte, felicidade e força do mundo e dou os meus parabéns pelas pessoas de força, garra e coragem que vocês são motivo de orgulho, vocês são mesmo muito grandes! Tenho dito.