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| Com a camisa nove ou a dez Élcio também era grafado pela imprensa sem o "agá" e o "jacaré". |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Após o início no Bangu, participar da excursão boliviana pela Portuguesa e somar quatro participações com a camisa corintiana - nos clubes paulistas durante os quatro primeiros meses de 1970 - a carreira do atacante Hélcio Batista Xavier começa a deslanchar na Bahia.
Na única aparição pela Lusa o time na maior goleada em Ouro/Bolívia (2/2/1970): 12 x 0 Ferroviário - Orlando (Rogério), Zé Maria (Deodoro), Marinho Pérez, Guaraci, Luís Américo (Ulisses), Lorico, Paes (Élcio), Ratinho, Leivinha (Basílio), Tatá e Rodrigues (Milano). Com o treinador Aymoré Moreira.
Para o leitor melhor entender o desenvolvimento das apresentações de Hélcio - ainda sem o apelido - o repórter recomenda o acesso ao conceituado e respeitado site "Futebol 80", no qual pode verificar no link "Gol a Gol", em ordem alfabética dos artilheiros de clubes nacionais, o desempenho do centroavante.
Lá estão, jogo a jogo, os três gols pelo Bangu, o único pela Portuguesa, os dois pelo Corinthians e as relações dos marcados, sequencialmente, pelo Galícia (Salvador), Itabuna (1972 e 1977), Ceará, América/RN, Fortaleza (um gol em 1976), Atlético/GO (um em 1977), Centro Sportivo Alagoano, Campinense (dois em 1979), Clube de Regatas Brasil (dois em 1980) e Treze.
A maioria dos gols (57 e 31 deles pelo campeonato estadual) pelo América de Natal, pelo qual foi mais longevo e mais vezes campeão: estadual, Taça Almir Albuquerque e Taça Cidade de Natal.
Os dois últimos gols foram marcados no campeonato potiguar pelo rubro-negro Clube Atlético Potiguar (1983): 1 x 1 ABC (3 de agosto) e 2 x 2 Alecrim (10/8).

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