![]() |
| Nevercínio Alves de Araújo, o terceiro agachado ao lado do goleiro, jogou pelo América/RN |
![]() |
| Jornalista Renan Muniz com o "almanaque" |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
Em março (25) completa um ano da entrevista com o jornalista mineiro Renan Muniz sobre a pesquisa que realizava há três anos para registrar os jogos amistosos e oficiais da alviverde Associação Atlética Caldense, apelidada de "Veterana".
O assunto foi meio que esquecido pelo redator, dedicado a levantar outros temas, mas neste final de semana, navegando, fica sabendo que o competente homem de marketing lançou em 26 de novembro o "Almanaque da Caldense".
Aparentemente, repito, não havia nenhuma relação entre o clube de Poços de Caldas com o Rio Grande do Norte. Mas muito pelo contrário. Um jogador que vestiu a camisa com o famoso acrônimo AAC tem vínculo com a história do futebol potiguar.
Em especial com o América de Natal: o meia-atacante baiano Nevercínio Alves de Araújo. O leitor que acompanhou série sobre o jogador paulista Salum Omar (o “turco” que jogou uma vez pelo ABC) viu que ele é mencionado nesta sequência.
Nevercínio veio do Recife para vestir a camisola rubra uma única vez. Na primeira rodada da Taça Chile. Com derrota para o Santa Cruz/RN (19/12/1937). O tricolor do RN perde a final do triangular em janeiro/1938 para o ABC.
A carreira de Nevercínio Araújo começa na segunda metade dos anos 20 do século passado, em Salvador, até se fixar em Poços de Caldas na virada de 30/40, sendo dissecada em ao menos oito artigos exclusivos.
O personagem em comum foi treinador da Caldense duas vezes: em 1938 (depois de sair do Recife) e em 1959, falecendo no ano seguinte.


Nenhum comentário:
Postar um comentário