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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Afinidade do "Almanaque da Caldense" com o América (I)

Nevercínio Alves de Araújo, o terceiro agachado ao lado do goleiro, jogou pelo América/RN

Jornalista Renan Muniz com o "almanaque"

JOSÉ VANILSON JULIÃO

Em março (25) completa um ano da entrevista com o jornalista mineiro Renan Muniz sobre a pesquisa que realizava há três anos para registrar os jogos amistosos e oficiais da alviverde Associação Atlética Caldense, apelidada de "Veterana".

O assunto foi meio que esquecido pelo redator, dedicado a levantar outros temas, mas neste final de semana, navegando, fica sabendo que o competente homem de marketing lançou em 26 de novembro o "Almanaque da Caldense".

Aparentemente, repito, não havia nenhuma relação entre o clube de Poços de Caldas com o Rio Grande do Norte. Mas muito pelo contrário. Um jogador que vestiu a camisa com o famoso acrônimo AAC tem vínculo com a história do futebol potiguar.

Em especial com o América de Natal: o meia-atacante baiano Nevercínio Alves de Araújo. O leitor que acompanhou série sobre o jogador paulista Salum Omar (o “turco” que jogou uma vez pelo ABC) viu que ele é mencionado nesta sequência.

Nevercínio veio do Recife para vestir a camisola rubra uma única vez. Na primeira rodada da Taça Chile. Com derrota para o Santa Cruz/RN (19/12/1937). O tricolor do RN perde a final do triangular em janeiro/1938 para o ABC.

A carreira de Nevercínio Araújo começa na segunda metade dos anos 20 do século passado, em Salvador, até se fixar em Poços de Caldas na virada de 30/40, sendo dissecada em ao menos oito artigos exclusivos.

O personagem em comum foi treinador da Caldense duas vezes: em 1938 (depois de sair do Recife) e em 1959, falecendo no ano seguinte.

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