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sábado, 30 de agosto de 2025

Do campo de futebol mossoroense para a academia (II)

Raimundo Nonato da Silva tinha
a carta do jornalista Lauro da
Escossia sobre o comunicado
da morte do abnegado do
antigo Humaitá/Imagem:
"Relembrando Mossoró"

Intelectual é o personagem alvo do documento acadêmico em que aparece o jogador "Loulinha"

O professor, bacharel em Direito e escritor Raimundo Nonato da Silva (Martins, 18/8/1907 – Rio de Janeiro, 22/8/1993), é sepultado em Natal. Era filho de João Cardoso da Silva e Ana de Lima e Silva.

Chegou em Mossoró (1919: fugido da seca no Apodi) ainda não alfabetizado, estudou e aprendeu a ler.

Foi professor e diretor da Escola Técnica de Comércio “União Caixeiral”. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Alagoas e como juiz no interior do RN se aposenta.

Da Academia Norte-rio-grandense de Letras e da Academia Mossoroense de Letras (cadeira 38). Possuía o Título de Cidadão Mossoroense, conferido pela Câmara (16/4/1960).

É nome de rua no bairro Pintos, pela Lei 769 de 17 de setembro de 1993, proposta do vereador Francisco José Lima Silveira. É patrono do Largo da COBAL, pelo Decreto 536 (31/3/1987).

E ainda patrono da Biblioteca da Escola Estadual José Martins de Vasconcelos, situada no bairro Planalto Treze de Maio. E nome da Biblioteca da Universidade do Semiárido.

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