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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Os boleiros do Clube "Carneirinho de Ouro" (II)

Rara imagem do Alecrim FC em 1937, com o mesmo posicionamento da foto do "Carneirinho de Ouro", mostra a casinha nos fundos do Estádio Juvenal Lamartine, para os lados dos morros do Tirol


JOSÉ VANILSON JULIÃO

Pode parecer a mesma imagem da reproduzida ao lado. A de cima é o time do Alecrim FC em 1937.

Mas a inserção da também rara fotografia nesta série inédita tem um propósito.

O detalhe é mostrar a existência da mesma casinha nos fundos do estadinho "Juvenal Lamartine", fundos para os morros dos ventos circundantes.

Naquele ano, depois de participar dos cinco campeonatos oficiais, entre 1926/1930, permanecer inativo em seis temporadas (até 1936), retorna as atividades.

A reportagem não dá maiores detalhes da foto, publicada numa das edições do semanário "O Poti", em meados dos anos 60, em virtude do site da Biblioteca Nacional está em manutenção.

O flagrante (cortesia do pesquisador Arthur Pierre dos Santos Medeiros) ilustra reportagem especial do falecido repórter esportivo Everaldo Lopes Cardoso.

Para a imagem do "Carneirinho de Ouro", também de 1937, há o merecimento de uma leitura a mais do que o texto-legenda da abertura desta sequência.

ATLETAS

São 16 atletas. Os 10 titulares com camisas de listas mais largas e de gola em "V" ou olímpica. O goleiro, é claro, o número um, de camisa padrão com a cor inteiriça.

Os cinco reservas ou suplentes com as camisas de listas mais estreitas. Alguns com mangas compridas. E as golas diferentes, estilo tradicional.

Quanto a cor azul desconhece-se a motivação da Inteligência Artificial (IA). Poderia pela tonalidade clara do original preto e branco ser verde?

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