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| O sargento Tong Ramos Viana depois se tornou oficial-médico |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
A mulherada também tinha o jornal, com seis páginas,
para chamar “de seu”. O Sport. Vinculado ao Centro Esportivo Feminino. O
primeiro número circula em 8 de maio de 1935. Como diretora Denize Albuquerque
e redatoras Lígia Bezerra e Lourdes Garcia.
No segundo ano o número 21 circula em 10 de março
de 1937, ‘dizendo-se exclusivamente feminino”, agora com a direção da intelectual
Clarice da Silva Pereira Palma, e as mesmas redatoras. Com redação na Rua 13 de
Maio (atual Princesa Isabel). Assinatura anual, avulso e número atrasado com o
preço no tempo dos réis.
Entre os jornais especializados da década de 30/40
ainda se conta com O Atleta de Djalma de Albuquerque Maranhão, alvo de
reportagens neste blog recentemente, surgido em 1938 com duração até meados do
ano seguinte.
Além do semanário O Esporte, sediado na Rua Coronel Bonifácio, tem
disponibilizado o número um do segundo ano de circulação (27 de abril de 1946).
Com o seguinte corpo redacional: o eterno
abecedista Vicente Farache Neto (diretor-gerente), Valdemar Araújo (redator-chefe),
um dos fundadores do extinto Diário de Natal, e Roberval Pinheiro Borges
(secretário), depois redator esportivo da Tribuna do Norte.
Colaboradores: Murilo Melo Filho, Wlademir
Limeira, Adalberto Véras, Manoel Fernandes de Oliveira, Jandir Costa, Walter
Pedrosa, Tong Ramos Viana (sargento do Exército, carioca na guerra em Natal, e árbitro),
Cláudio Pignataro, Inácio Pires e outros.
Não tinha assinaturas, preferia a venda avulsa:
Cr$ 0,60 e número atrasado 1,00 Cruzeiro. O escritor Manoel Rodrigues de Melo,
no livro “Dicionário da Imprensa no Rio Grande do Norte” (1987), diz que era
bem impresso, provavelmente nas oficinas da gráfica de A República.

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