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| Ex-prefeito, ex-deputado estadual e conselheiro do TCE, Valério Alfredo Mesquita, é o responsável pelo prefácio do livro sobre a história do semanário "O GRANDE NATAL" |
O professor Rômulo Estânrley Souza de Medeiros, autor do livro “O Grande Natal – O Legado do Jornal de Paulo Tarcísio Cavalcanti”, a ser lançado na quinta-feira (15/1), às 18 horas, na Escola Estadual em Tempo Integral Alfredo Mesquita Filho, em Macaiba, dá entrevista ao blog “Senadinho”, e revela alguns detalhes da obra sobre o extinto semanário da região metropolitana da capital.
Este é o seu segundo trabalho publicado. Logo
após o lançamento do seu primeiro livro – “Acari: Nos Tempos do Sítio Bom
Descanso” –, em agosto de 2023, Rômulo Estânrley se dedicou à pesquisa sobre o
jornal que trabalhou como correspondente de Macaíba, de 1997 a 2004.
O Grande Natal cobria os principais
municípios da Região Metropolitana de Natal e foi fundado pelo renomado
jornalista Paulo Tarcísio Cavalcanti em 1994. Curiosamente, embora a sede se
localizasse no bairro da Ribeira, em Natal, o lançamento ocorreu no Centro de
Convivência Pax Clube, em Macaíba.
O semanário se notabilizou pelas coberturas
jornalísticas nas cidades do entorno da capital potiguar, que, de certa forma,
não tinham a atenção dos grandes jornais da época.
Rômulo Estânrley, que foi empossado
recentemente na Academia Macaibense de Letras e faz parte do Clube 15 da
Leitura, informa que o livro de 544 páginas é prefaciado pelo ex-prefeito,
ex-deputado estadual e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, o escritor Valério
Alfredo Mesquita, ex-colunista do jornal.
E está dividido em quatro partes: a primeira,
relatando a trajetória do jornal – linha editorial, evolução gráfica, reportagens,
paralisações, os bastidores da redação, etc.; a segunda, com a rica biografia
de Paulo Tarcísio; a terceira, com a biografia dos demais membros da equipe; e
a quarta, com o registro de alguns acontecimentos posteriores ao fechamento do
jornal.
A pesquisa se aprofunda nos fatores que
motivaram a descontinuidade da publicação, em 2004, que atingiram não somente O
Grande Natal, mas praticamente toda a imprensa escrita no RN.
“Embora tenha circulado por quase dez anos, O
Grande Natal deixou um legado para a história da imprensa
norte-rio-grandense. Como educador, posso afirmar, com certeza, que o jornal
foi um grande incentivador de leitura para a geração da época. E a sua marca é
sentida até hoje”, finalizou o escritor.

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