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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O encontro dos amigos do histórico semanário

Henrique, Paulo, Rômulo, Edilson e Poti Cavalcanti Neto no lançamento do "grande" livro

Paulo, Rômulo e Freire

José Vanilson Julião

A noite da quinta-feira foi diferente para o redator deste JORNAL DA GRANDE NATAL. Estive presente ao lançamento do livro do jornalista, escritor e professor Rômulo Estanrley Souza de Medeiros.

Uma das dependências da Escola Alfredo Mesquita Filho, patrono pai do ex-prefeito de Macaíba, ex-deputado estadual e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), Valério Alfredo Mesquita, foi o palco em que transitaram os amigos do jornalista Paulo Tarcísio de Albuquerque Cavalcanti.

O primeiro prefaciador e o segundo fundador do objeto principal da noitada. Cujos discursos, disse o repórter ao autor da obra, podem ser os estopins para uma futura sequência da história do semanário O GRANDE NATAL, que circulou, entre 1994 e 2004, nos municípios da região metropolitana da capital potiguar.

Uma semana antes comecei o preparativo para o grande dia. Primeiro convoquei os familiares para contatar o meu amigo "Juca", ex-marinheiro, responsável pela logística do meu deslocamento. E como secretário eventual foi logo provocado a ser meu repórter-fotográfico extemporâneo. E se saiu muito bem.

JVJ e Valério Mesquita

No estabelecimento de ensino encontro a maioria dos amigos da redação do extinto jornal. Os diagramadores ou designers gráficos pau para toda obra: os irmãos Edilson e Henrique Cavalcanti, além do repórter fotográfico De Assis, prestes a receber em casa o netinho de número 23!

Além do competente jornalista João Maria Freire, o correspondente do município de São José do Mipibu, que, a exemplo dos demais, era o responsável, no mínimo, por duas páginas.

Sem qualquer resquício de censura, pois, geralmente, a pauta ficava a critérios deles, pelo conhecimento do que rolava pela cidade. Em qualquer assunto.

Até me arrependi de não ter levado lápis e a agenda para anotar dados, informações e detalhes do encontro social e jornalístico. E para completar abdiquei de gravar tudo pelo celular. Para ficar mais à vontade e prestar mais atenção no desenrolar dos acontecimentos.

Entre os presentes não poderiam faltar representantes do empresariado local, da Câmara de Vereadores e o pessoal de apoio ao lançamento do "O GRANDE NATAL", um calhamaço de 500 páginas, como disse J. M. Freire em artigo logo exposto em rede social.

Paulo e JVJ falam para
o "Senadinho Macaíba"

O dono da festa foi Paulo Tarcísio, o "chefão", mas não sei a motivação: ele quase me coloca numa sinuca de bico, pois me surpreende com uma entrevista do editor do site "Senadinho de Macaíba". Como não tinha muito o que dizer sobre a participação no semanário, a convite de PTC, minha saída foi contar as reportagens prediletas.

A cobertura esportiva do São Gonçalo Futebol Clube, o tricolor da mascote "Touro", que deu muito trabalho ao América, ABC e Alecrim. E os perfis do narrador Hélio Câmara de Castro, do locutor carioca Paulo José, do plantão esportivo José Lira e o redator da Rádio Poti para "O Galo Informa" e "Gazeta Sonora", Alderico Leandro. E mais uns outros...

E no meio relatar um caso hilário dos bastidores da redação, envolvendo este que dedilha as pretinhas e o falecido repórter da área policial, o currais-novense Elitiel Bezerra, o "Pepe dos Santos", com passagens pela Tribuna do Norte como relações públicas do Real Madrid do Baldo no final dos anos 60 começo de 70 e que fez sucesso no Diário de Natal.

E ainda deu tempo para provocar Paulo Tarcísio e ele relatar sobre a fundação do primeiro jornal com ele no comando, e que poucos se recordam, no caso o “Hora H”, lá por 1982, bem antes de participar do jornal “Folha da Manhã”, fundado pelo radialista, deputado federal e depois senador Carlos Alberto de Souza.

 

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