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| O mato-grossense "Dunga" pode não ser o mesmo artilheiro do Botafogo de Teresina no mesmo ano em virtude das informações conflitantes recentemente surgidas com o aprofundamento das pesquisas |
JOSÉ VANILSON JULIÃO
A posição é desconhecida em um
site especializado em fichas de jogadores. Mas o apelido é o mesmo dos outros
dois personagens desta série: “Dunga”.
Para complicar ainda mais o surgimento
do terceiro atleta com esta alcunha o currículo é parecido com o do mato-grossense
Ronaldo Damacio Sé Siqueira.
O pernambucano José Amaro da
Silva (Recife – 27 de março de 1941) tem passagens por sete clubes nordestinos
e um da Região Norte (em seguida):
Ceará (1960/61), Ferroviário/CE (62 e 67), América/PE (63), Botafogo/PB (64/65), Piauí (66 e 68),
Botafogo/PI (67), River/PI (69) – estes três de Teresina – Remo de Belém do
Pará (1969/1970).
São informes que embolam o meio
de campo para a compreensão do leitor e credibilidade do redator, mas cuja obrigação
é desenrolar o fio da meada com as entrelinhas dos dados existentes na
imprensa.
O repórter acredita que podem
existir desencontros das principais fontes primárias (os jornais da época não
costumavam informar dados complementares sobre as contratações) e as fontes
terciárias da rede.
Os sites e blogs esportivos não estão
isentos, também, de erros, na comparação de informações. Por isso a suspeita da
confusão em relacionar o recifense Amaro no mesmo ano de Ronaldo Damacio no
Botafogo da capital piauiense.
Assim como no Piauí Esporte Clube,
o “Enxuga-Rato”, no mesmo ano (1968). Só pode ter ocorrido um engano em um ou
outro caso. E até pode ser que o meia “Dunga” pernambucano seja o que fez teste
no ABC em abril de 1965.
O curioso: o Almanaque do
Ferroviário aponta Amaro como oriundo da categoria de base, com oito
participações e um gol (1967), quando ele já tinha 26 ou 27 anos, e já havia
pelo Ceará, o próprio tricolor de Fortaleza e mais quatro clubes.
FONTES/IMAGEM
Almanaque do
Ferroviário
Anotando
Futebol
Súmulas Tchê
Zé Duarte

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